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NOTÍCIAS DE ARQUEOLOGIA

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Sexta-feira, 25.09.09

Turcos encontram cadáveres da guerra de Tróia


Corpos de um homem e de uma mulher, encontrados a 350 metros de profundidade debaixo do castelo de Tróia, caíram na linha defensiva, crêem os arqueólgos.



 

 

Escavações (arquivo) 








  • É uma descoberta, que a confirmar-se, «encolhe» o tempo e transporta de repente para o século XXI, a mítica guerra de Tróia, tema central da «Ilíada» e da «Odisseia» de Homero. É que arqueólogos turcos encontraram os cadáveres de duas pessoas que crêem terem caído na primeira linha defensiva da mítica cidade de Tróia, destruída há mais de 3 mil anos.

  • De acordo com a imprensa turca, citada pela agência EFE, os cadáveres de um homem e de uma mulher foram encontrados a 350 metros de profundidade debaixo do castelo de Tróia, no Oeste da Turquia.

  • O professor Rustem Aslan, vice-chefe da equipa de arqueólogos, disse à imprensa que é a primeira vez que encontram cadáveres que pensam datar da guerra de Tróia, um conflito bélico que terá ocorrido entre os séculos XIII e XI a.C.

  • «Dentro de poucas semanas saberemos a data exacta da sua morte e as suas idades aproximadas. Aquelas pessoas foram enterradas na parte inferior da linha defensiva», explicou. «Se os nossos cálculos estiverem correctos, podemos afirmar que encontrámos as primeiras vítimas da guerra de Tróia», acrescentou.

  • Fonte:(22 Set 2009). Portugal Diário: http://diario.iol.pt/internacional/arqueologia-troia-guerra-troia-grecia-turquia-tvi24/1090746-4073.html




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por noticiasdearqueologia às 22:02

Quinta-feira, 15.11.07

Faro: Descoberta sepultura romana com cerca de 2.000 anos

Foto


Sondagens arqueológicas em busca dos


romanos no Largo das Mouras Velhas


Uma sepultura romana com cerca de dois mil anos foi descoberta esta manhã num largo situado no centro de Faro quando se procediam a obras de requalificação urbana, disse à Lusa fonte do município.


A sepultura, situada no Largo 25 de Abril, faz parte da antiga necrópole (cemitério) da cidade romana de Ossónoba, activo entre os séculos I e IV dC (depois de Cristo), que ocupa boa parte da actual baixa de Faro, disse à Lusa a directora do Museu Municipal da capital algarvia, Dália Paulo.
O túmulo, em pedra trabalhada, deverá ser retirado do local e exumado no início da próxima semana, mas os passos a dar agora deverão ser decididos numa reunião entre técnicos da Câmara e do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (Igespar).
Depois o sepulcro deverá ser estudado e fotografado, após o que passará a fazer parte do espólio do Museu Municipal de Faro.
O achado segue-se a outros que têm ocorrido pontualmente na zona da necrópole romana, que se situa entre a actual Pontinha e o Largo das Mouras Velhas, a oeste do Largo 25 de Abril.
Em Julho deste ano foram descobertas outras três sepulturas - dos séculos III e IV - no Largo das Mouras Velhas, durante as escavações arqueológicas que antecedem a construção de um parque de estacionamento subterrâneo, que ali terá lugar.
O maior achado ocorreu durante a construção da cave de um edifício entre o Largo 25 de Abril e o Largo da Pontinha, há cerca de três anos, que se consubstanciou em 87 sepulturas, disse à Lusa um especialista no local.
Curiosamente, observou, durante a construção do parque de estacionamento subterrâneo da Pontinha, a escassos metros daqueles edifícios, não foi descoberto qualquer túmulo.
Antes, em 1878, o arqueólogo Estácio Veiga descobriu no mesmo local 38 sepulturas e cerca de 60 anos mais tarde foi Abel Viana que escavou mais sete túmulos daquela necrópole, na Rua D. João de Castro.
Estendendo-se no triângulo definido pela Vila Adentro (cidade velha), zona ribeirinha e Largo das Mouras Velhas, a cidade de Ossónoba era a mais importante do sul lusitano entre Cadiz e Lisboa (Olissipo).


In: Hugo Rodrigues (15 Nov 2007). Barlavento, on line / Lusa:


http://www.barlavento.online.pt/index.php/noticia?id=19669

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por noticiasdearqueologia às 23:21

Sexta-feira, 02.11.07

Descubren una tumba con 4.500 años antigüedad en el centro de Potsdam

Arqueólogos alemanes han descubierto en el centro de la ciudad de Potsdam, junto a Berlín, un enterramiento datado hace unos 4.500 años, con un esqueleto relativamente bien conservado y varias ofrendas.


El antiguo habitante de Brandeburgo vivió en el paleolítico tardío o el principio de la edad de bronce y podría ser un personaje noble de la época, según explica la arqueóloga Jana Vogt en el rotativo 'Berliner Zeitung'.


alemania bronce 01 TerraeAntiqvae


Ello se desprende de las ofrendas que acompañaban el cuerpo del difunto, que fue encontrado junto con ocho puntas de flecha de pedernal tallado y los restos de una vasija que se presume contenía alimentos para su viaje al mas allá.


Los restos arqueológicos fueron descubiertos durante una excavación preventiva en los terrenos donde se va a construir la nueva central para los bomberos de Potsdam.


El esqueleto, que se encontró prácticamente completo y en buen estado de conservación, será retirado a lo largo del día para su traslado a un centro de investigación y restauración arqueológica de Cottbus, al sureste de Berlín.


Los expertos destacaron que el hallazgo se ha producido en una zona de relativa riqueza arqueológica, que va desde la ribera del río Havel a los terrenos del antiguo palacio real de Potsdam.


In: EFE (2 Nov 2007). El Mundo.es: http://www.elmundo.es/elmundo/2007/11/02/cultura/1193991461.html?a=517c30d7e0b26770bf7e792978a9296e&t=1193995159


Foto: Joachim Liebe

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por noticiasdearqueologia às 10:20


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