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NOTÍCIAS DE ARQUEOLOGIA

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Quarta-feira, 28.11.07

Caminha: Obras hipotecadas por extinção do DGEMN

As obras de reabilitação da ponte românica de Vilar de Mouros, consideradas "urgentes" desde há três anos, ainda não avançaram devido à extinção da Direcção-Geral de Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN), explicou hoje a Câmara de Caminha.



Em comunicado, a Câmara lembra que a tutela daquela obra pertencia à DGEMN, que desenvolveu o respectivo projecto, já concluído.


A extinção daquele organismo veio suspender uma obra que, directamente, até nem terá custos para o Estado, uma vez que a Câmara está disposta a pagar os trabalhos de reabilitação, estimados em cerca de 20 mil euros", refere o comunicado.


Acrescenta que a Câmara está agora "a fazer todos os esforços" para assinar um protocolo com o Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR), sem o qual a obra não pode avançar uma vez que a ponte está classificada como monumento nacional.


O IGESPAR resultou da extinção e fusão do Instituto Português de Arqueologia (IPA) e do Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR). "Com a nova organização, falta agora apenas definir quem fica responsável pela obra", sustenta a Autarquia.


Datada do século XIII, a ponte românica de Vilar de Mouros "aguarda desde há cerca de três anos por obras, já nessa altura consideradas urgentes, como é o caso do arranjo do pavimento, também de uma parte das guardas e dos aquedutos".


A Câmara reconhece que a inauguração do troço da A-28, entre Viana do Castelo e Caminha, "veio pressionar ainda mais a ponte, que agora está sujeita a um tráfego acrescido, embora a travessia tivesse sido proibida à circulação de pesados e limitada a velocidade aos 10 quilómetros por hora para os ligeiros".


No Outono de 2004, o presidente da Junta de Vilar de Mouros, Carlos Alves, alertou para o "perigo iminente" em que se encontra a ponte românica da freguesia e exigiu "medidas urgentes" para evitar a ruína daquele monumento nacional.


"A ponte apresenta um abatimento significativo no pavimento e uma série de fissuras nos arcos e aquedutos, pelo que inspira muitos cuidados. Não tenho dúvidas de que, se nada for feito, ela acabará por cair", disse o autarca comunista.


Carlos Alves reivindica mesmo a construção de uma nova ponte em Vilar de Mouros, ficando aquela, "de elevado valor sentimental" para as gentes da freguesia, destinada apenas a peões.


A ponte românica de Vilar de Mouros é, neste momento, o único elo de ligação entre os diversos lugares da freguesia, que está dividida pelo rio Coura.


"A única alternativa seria atravessar o rio pela ponte de Caminha, o que obrigaria a uma volta de cerca de sete quilómetros", referiu o autarca.


Há cerca de quatro anos, a Direcção-Geral dos Monumentos Nacionais fez uma intervenção na ponte que, segundo Carlos Alves, "não passou de uma pequena operação de cosmética".


"Fizeram a limpeza do local e o enchimento das juntas e pouco mais", criticou o autarca, sublinhando que a solução passa por uma "intervenção de fundo, que não poderá demorar muito", sob pena de se perder um dos 'ex-libris' da freguesia.
In: (26 Nov 2007). TVNET/Lusa: http://www.tvnet.pt/noticias/detalhes.php?id=14807 

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por noticiasdearqueologia às 19:02

Terça-feira, 09.10.07

Los pilares españoles del puente romano de Segura también son tapados con cemento.


La Asociación de Amigos de la Vía de la Plata de Cáceres asegura que, «se acaba de destruir para siempre una preciosa obra de arte».



«La desidia y el mal gusto de algunos de nuestros políticos e ingenieros han acabado de destruir para siempre una preciosa obra de arte», afirma la Asociación de Amigos de la Vía de la Plata de Cáceres.

   

A principios del mes de septiembre esta asociación denunció, en este medio de comunicación, que se estaban cubriendo con cemento la base de los pilares del puente romano de Segura, ubicado sobre el río Eljas, a 5 kilómetros de Piedras Albas y muy cerca del pueblo portugués de Segura.
El río Eljas es frontera entre España y Portugal y por ese motivo una mitad del puente es portuguesa y la otra mitad es española. La Asociación de Amigos de la Vía de la Plata denunció que la obra se estaba realizando en los pilares portugueses, y pedía que en los pilares españoles no se hiciera el mismo daño a la obra romana. Decía entonces esta agrupación que se estaba actuando en las zapatas y tajamares de los pilares, «de una forma ofensiva para las piedras romanas, para el arte y la cultura». Recalcaba que al recubrir de cemento las hiladas inferiores de los sillares, se pierde para siempre la visión del conjunto de la obra romana, y explicaba que si es necesario actuar en los pilares romanos, hay otros métodos menos agresivos.

Réplica del de Alcántara
Ayer la Asociación se ha puesto en contacto con el Diario HOY para señalar que sus temores se habían cumplido, al comprobar que ya se han cubierto con cemento armado la base de los pilares españoles, sin entender cómo es posible que se hubiera hecho tal trabajo de 'rehabilitación' en este puente romano, que para algunos es la réplica en miniatura del puente de Alcántara.

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por noticiasdearqueologia às 18:06


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