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NOTÍCIAS DE ARQUEOLOGIA

O Património é um bem comum... Preservá-lo só depende de cada um de nós...


Sábado, 17.04.10

Bloco quer suspender transferência do Museu dos Coches e Arqueologia

O Bloco de Esquerda apresentou na última terça-feira um projecto de resolução que pretende suspender a transferência de museus no eixo Ajuda/Belém até à elaboração de um plano estratégico para a reconfiguração do seu conjunto. O projecto de resolução apresentado pelo Bloco de Esquerda na passada terça-feira recomenda ao governo a suspensão de todas as acções relativas à transferência de museus e à criação de novos museus no eixo Ajuda/Belém, até à elaboração de um plano estratégico para a reconfiguração do seu conjunto. Argumenta o Bloco que é nesta zona da cidade de Lisboa que se encontram os museus mais visitados do país e algumas das mais importantes colecções museológicas a nível internacional, e que nos últimos dois anos temos vivido um ambiente de incerteza contínua sem que os sucessivos projectos anunciados apresentassem uma fundamentação museológica e em que se compreendam as consequências dos passos isolados que vão sendo dados. O Bloco acusa o Ministro da Economia de tomar unilateralmente a decisão relativa ao Museu Nacional dos Coches, sem qualquer participação do Ministério da Cultura. Considerando este “o exemplo máximo de inexistência de pensamento estratégico”. No caso do Museu Nacional dos Coches o bloco acusa que os projectos de reinstalação carecem de um estudo integrado e fundamentado.


Fonte: (14 Abr 2010). Esquerda.net: http://www.esquerda.net/content/view/16042/27/

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por noticiasdearqueologia às 19:04

Domingo, 19.04.09

PCP pede suspensão imediata de construção do novo Museu dos Coches



O Grupo Parlamentar do PCP defende a «suspensão imediata» da construção do novo Museu dos Coches, em Lisboa, e a abertura de uma discussão pública sobre este projecto, que classificou de «desastroso» 


Num projecto de resolução hoje entregue na Assembleia da República, a bancada comunista pede ao Governo que «suspenda imediatamente o processo de construção do novo Museu dos Coches, pondo fim às demolições entretanto iniciadas».


O novo Museu, a inaugurar dentro de ano e meio, ficará instalado nas ex-Oficinas Gerais do Material do Exército, em Belém, onde actualmente funcionam os Serviços de Arqueologia, que serão transferidos, na sua maioria, para a Cordoaria Nacional.


No entender do PCP, a construção do novo museu «é uma decisão desastrosa pela falta de perspectiva estratégica em termos de política museológica e cultural que traduz e pelas consequências que acarreta».


Os comunistas criticam que 32 milhões de euros das contrapartidas do funcionamento do Casino de Lisboa sejam destinados a esta obra, que vai substituir «aquele que é hoje o museu mais visitado do país», sem que haja uma perspectiva de «requalificação, modernização ou melhoria dos serviços e museus sob tutela do Ministério da Cultura».


A utilização das actuais instalações do Museu dos Coches como picadeiro real é também criticada pelo PCP, que considera que este uso é «completamente incompatível com a preservação que se impõe ser assegurada pelo Estado».


Os comunistas condenam também a demolição das antigas Oficinas Gerais do Exército, cujo valor patrimonial destacam, para permitir a nova construção, alertando ainda para eventuais prejuízos para o acervo patrimonial e arqueológico decorrentes da forma como está a ser desocupado este espaço.


Por outro lado, a transferência do Museu Nacional de Arqueologia para a Cordoria Nacional é «desadequada» devido ao investimento necessário para adaptar este edifício e por se tratar, ele próprio, de um monumento nacional, além de já estar pensada a expansão daquele museu no Mosteiro dos Jerónimos, uma solução preferida pelo PCP.


Os comunistas pedem ainda um processo de discussão pública sobre o projecto de construção de um novo Museu dos Coches e as suas consequências para os museus e serviços envolvidos e defendem que o Estado apresente, para discussão, um projecto de transferência dos serviços do extinto Instituto Português de Arqueologia, ainda instalados nas antigas Oficinas Gerais.


O edifício, que ocupará 15.177 metros quadrados, foi apresentado como «um projecto-âncora da requalificação e revitalização da Frente Tejo de Lisboa».


O novo edifício - de linhas direitas, envidraçado do lado poente (virado para a Praça D. Afonso de Albuquerque) - disporá de uma área de apoio à manutenção dos coches, restaurantes e apoio ao visitante.


Fonte: (17 Abr 2009). Lusa/SOL: http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=132386


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por noticiasdearqueologia às 00:11

Quinta-feira, 26.03.09

Opositores do projecto dos Coches querem museu para Arqueologia

O investimento pode ser feito na requalificação dos museus do

Ministério da Cultura ou num edifício de raiz para o MNA, defende a

plataforma PPCult

A construção de um novo museu de Arqueologia seria uma alternativa ao

projecto de um novo Museu dos Coches, em Belém, Lisboa, defende a

Plataforma pelo Património Cultural (PPCult) numa carta aberta ontem

divulgada.

A posição da PPCult surge em resposta a uma carta tornada pública na

segunda-feira em defesa do projecto para os Coches, da autoria do

arquitecto brasileiro Paulo Mendes da Rocha, e assinada por duas

centenas de personalidades, com destaque para os arquitectos Siza

Vieira, Gonçalo Byrne, Eduardo Souto de Moura e Carrilho da Graça.

"Em nosso entender, o abandono da intenção de construção de um novo

Museu dos Coches, ou a reprogramação do projecto já existente, não

deve conduzir à paralisia, muito menos ao desperdício de verbas

existentes para o efeito", escrevem os responsáveis do PPCult, entre

os quais Luís Raposo, presidente da Comissão Nacional Portuguesa do

Conselho Internacional de Museus (ICOM) e director do MNA, João Neto,

presidente da Associação Portuguesa de Museologia (APOM), e José

Aguiar, presidente da comissão nacional portuguesa do Conselho

Internacional de Monumentos e Sítios (ICOMOS).

Defendem, por isso, a "discussão de uma alternativa de investimento"

do capital disponível para o novo Museu dos Coches. Respondendo

directamente aos arquitectos signatários da carta, o PPCult diz: "O

vosso cavalo de batalha é um projecto de arquitectura e um

arquitecto", sublinhando que nada têm contra o projecto ou contra

Paulo Mendes da Rocha. "Move-nos a exigência de uma política de

património e museus democrática e esclarecida", afirmam.

Questionam, nomeadamente, que o novo edifício permita atingir o

objectivo de aumentar para um milhão o número de visitantes do Museu

dos Coches. É uma afirmação que, dizem, "vale tanto como a que foi

feita em tempos de que o futuro Museu do Côa teria mais visitantes do

que a Torre de Belém".

Além disso, acrescentam, "encerrar este museu num ambiente

arquitectónico contemporâneo cheio de efeitos de som e imagem pode

retirar-lhe a alma que lhe confere sucesso". E afirmam que quando

parte dele foi transferido para o recinto da Expo-98 "teve muito menos

visitantes do que no seu espaço próprio".

Não excluindo que o investimento seja feito num novo museu de raiz -

defendendo nesse caso que fosse o MNA -, o PPCult admite, contudo,

outra alternativa: "A requalificação extremamente necessária de alguns

museus do Ministério da Cultura situados em Lisboa", citando os casos

de Arqueologia, Arte Contemporânea/Chiado, Arte Antiga, Azulejo ou

Música.

Os responsáveis da plataforma dizem-se convictos da possibilidade de

"discutir serenamente" o assunto com os signatários da carta em defesa

do projecto dos Coches.

Fonte: Alexandra Prado Coelho (25.03.2009). Público.

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por noticiasdearqueologia às 21:11

Quinta-feira, 26.03.09

Arquitectos e artistas em defesa do Museu dos Coches

Duas centenas de personalidades da área da cultura, como actores,

músicos, artistas plásticos, mas onde sobressaem os nomes dos

arquitectos Siza Vieira, Gonçalo Byrne, Eduardo Souto Moura e Carrilho

da Graça, subscreveram uma carta em defesa do novo projecto para o

Museu dos Coches, em Lisboa. O documento vai ser entregue, ainda esta

semana, ao primeiro-ministro e, posteriormente, colocado on-line.

A iniciativa, diz a agência noticiosa Lusa, partiu dos arquitectos

João Belo Rodeia e Ana Tostões (actuais presidente e vice-presidente

da Ordem dos Arquitectos, mas que aqui se manifestam a título

individual). E defende, ainda segundo a Lusa, que o projecto de Paulo

Mendes da Rocha "qualifica a zona ribeirinha lisboeta e se insere nos

objectivos do Instituto de Turismo de Portugal, para que o museu passe

dos actuais 200 mil visitantes para um milhão".

Também em favor do avanço do novo museu - que deverá ser inaugurado em

Outubro do próximo ano, no âmbito do centenário da República - está a

"luz verde" do Conselho Consultivo do Património do Igespar (Instituto

de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico), anunciado no

passado dia 10. "Houve parecer positivo, mas com uma recomendação para

se ter cuidado com o arranjo dos espaços públicos, isto é, a área

envolvente", disse à Lusa Elísio Summavielle, director do instituto.

Quem continua a não estar de acordo com a construção do novo museu, no

lugar e nos timings indicados, é Luís Raposo, director do Museu

Nacional de Arqueologia e subscritor do movimento de contestação já

lançado, também on-line, pelo Fórum Cidadania Lx - e que ontem à tarde

contava mais de 2200 assinaturas.

Na qualidade de presidente da representação portuguesa do ICOM

(Conselho Internacional dos Museus), Luís Raposo disse ontem ao

PÚBLICO estranhar o teor da petição dos arquitectos e artistas agora

vinda a lume. "Não está em causa nem a escolha do arquitecto

brasileiro Paulo Mendes da Rocha, nem a qualidade do seu projecto" -

diz aquele responsável -, mas antes o avanço de uma obra desta

dimensão e ambição "sem a prévia discussão democrática" que ela

mereceria. O Fórum Cidadania Lx, que na semana passada promoveu uma

manifestação de protesto, em Belém, contra o início da demolição dos

edifícios para onde está prevista a construção do novo museu, promete

para hoje também uma tomada de posição pública sobre a petição dos

arquitectos e artistas.

Fonte:  Sérgio C. Andrade (24 Mar 2009). Público.

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por noticiasdearqueologia às 20:54

Quinta-feira, 19.03.09

IGESPAR suspende demolições nos terrenos onde se construirá novo Museu dos Coches



O Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arquelógico (IGESPAR) revelou, esta quarta-feira, que suspende as demolições do edifício onde se prevê a construção do futuro Museu dos Coches até que todo o espólio dos serviços de arqueologia seja instalado noutro depósito.


Cavaco Silva não apoia a transformação do Museu dos Coches em picadeiro da Escola Portuguesa de Arte Equestre. O Presidente da República fez chegar essa ideia aos promotores do movimento que contesta as alterações planeadas para os diferentes museus na zona de Belém.


Os promotores desse movimento reuniram-se hoje numa manifestação na Avenida da Índia, onde estiveram mais de 200 pessoas e onde foi aplaudida a notícia de suspensão das demolições na antiga oficina geral do exército.


O Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arquelógico (IGESPAR) fez saber ao fim da tarde que suspende as demolições do edificio onde se prevê a construção do futuro Museu dos Coches.


As demolições vão ser suspensas até que todo o espólio dos serviços de arqueologia seja instalado noutro depósito.


Luís Raposo, porta-voz da plataforma que diz não à mudança do Museu dos Coches, considera não ser prioritário construir um novo museu que «esta bem no sítio onde está».





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por noticiasdearqueologia às 00:33

Quarta-feira, 11.03.09

Igespar garante que as obras para o novo Museu dos Coches não afectam património

Entrada de maquinaria pesada indignou funcionários dos serviços de

Arqueologia que se encontravam nas instalações da Avenida da Índia.


As obras que se iniciaram este fim-de-semana no local onde será

construído o novo Museu dos Coches, em Lisboa, não representam

qualquer risco nem para os funcionários nem para o património ligado à

arqueologia que ali se encontra, garantiu ontem ao PÚBLICO o director

do Igespar (Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e

Arqueológico), Elísio Summavielle.

O que se está a passar neste momento é apenas "desmontagem de

armazéns, de prateleiras e recolha de entulho" numa zona que não

afecta os serviços que ali funcionam, afirma Summavielle. A

transferência destes serviços deverá acontecer nos próximos cinco

meses, enquanto decorrer a empreitada de demolição, e "os bulldozers

só entrarão quando já não estiver lá ninguém".

A garantia surgiu depois de, de manhã, os funcionários dos Serviços de

Arqueologia do Igespar que trabalham nas antigas Oficinas Gerais de

Material do Exército, na Avenida da Índia, terem manifestado a sua

indignação, alertando para os riscos provocados pela entrada de

camiões e maquinaria pesada.

"Não há condições para continuarmos a trabalhar", dizia uma das

arqueólogas no local. "Iniciaram-se os trabalhos e há grandes camiões

e máquinas que podem prejudicar o património aqui guardado, sobretudo

o da arqueologia subaquática".

Numa nota de imprensa em que lembravam que "o impasse [sobre o destino

dos serviços que estão nestas instalações] dura há cerca de um ano",

os funcionários denunciavam "o claro conflito de interesses" entre os

Ministérios da Defesa, da Economia e da Cultura.

A transferência dos serviços de Arqueologia - parte dos quais deverão

ir para o Palácio da Ajuda, e outra parte para o edifício da

Cordoaria, também na Avenida da Índia - é da responsabilidade do

Ministério da Cultura. No entanto, a construção do novo Museu dos

Coches, um projecto do arquitecto brasileiro Paulo Mendes da Rocha,

foi lançado pelo Ministério da Economia.

Elísio Summavielle explicou que parte dos serviços de Arqueologia que

se encontram na Avenida da Índia - entre os quais a biblioteca - serão

nos próximos meses transferidos para o torreão ocidental do edifício

da Cordoaria Nacional, na mesma avenida. Por seu lado, o Arquivo da

Arqueologia Portuguesa irá para o Palácio da Ajuda. Os serviços de

arqueologia aquática e subaquática serão divididos entre a Cordoaria e

o Museu da Marinha.

Quanto à eventual transferência do Museu Nacional de Arqueologia dos

Jerónimos para a Cordoaria, Summavielle diz que é "uma questão

independente desta".

Fonte: Alexandra Prado Coelho (10 Mar 2009). Público.

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por noticiasdearqueologia às 23:44

Domingo, 18.01.09

Dois dos museus mais visitados mudam de casa.


O Ministério da Cultura prepara-se para transferir o Museu dos Coches para um novo edifício e o Museu Nacional de Arqueologia dos Jerónimos para a Cordoaria Nacional.


A Renascença apurou que está para breve a assinatura do protocolo entre os ministérios da Defesa e o da Cultura, que prevê a cedência do edifício da Cordoaria Nacional.

Em troca, a Defesa, que tutela a Cordoaria, quer uma parte dos Jerónimos para poder alargar o Museu de Marinha.

Preocupado com a hipótese de mudança de casa, o director da Arqueologia confirma ter escrito uma carta à direcção do Instituto dos Museus e da Conservação (IMC).

Para receber o Museu de Arqueologia, o edifício da Cordoaria precisa de obras para, por exemplo, criar espaço para as reservas.

Os avisos do director do Museu de Arqueologia, Luís Raposo, já tiveram eco no gabinete do ministro Pinto Ribeiro.

Assim, numa primeira fase, só se mudará para a Cordoaria os serviços de arqueologia do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR), desalojados pela construção do novo Museu dos Coches.


Fonte: (15 Jan 2009). Rádio Renascença: http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.Aspx?AreaId=11&ContentId=273413&SubAreaId=56

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por noticiasdearqueologia às 21:10

Quinta-feira, 17.07.08

Novo museu dos Coches deverá estar concluído em Outubro do próximo ano



O novo museu dos Coches em Belém, um edifício suspenso no ar, deverá estar concluído em Outubro do próximo ano e terá bilhetes inéditos. No entanto, a polémica em torno da sua localização, nas antigas Oficinas Gerais do Exército, já começou.

O novo Museu Nacional dos Coches deverá estar concluído em Outubro do próximo ano e permitirá dar «uma nova centralidade à área» de Belém, disse esta quarta-feira o ministro da Economia, Manuel Pinho, ao apresentar o projecto.


O edifício, que ocupará 15.177 metros quadrados dos terrenos das antigas Oficinas Gerais do Exército, irá albergar a colecção do actual do Museu dos Coches, incluindo o núcleo existente em Vila Viçosa.


O novo museu, que exige um investimento de 31,5 milhões de euros - um valor que resulta das contrapartidas do Casino de Lisboa- , disporá de um auditório, de uma área de apoio à manutenção dos coches, restaurantes e apoio ao visitante.


«A grande característica do museu é que ele é suspenso no ar», disse o arquitecto Paulo Mendes da Rocha, adiantando que uma das maiores preocupações ao pensar o projecto foi harmonizar o novo museu com a zona de Belém.


O museu terá um bilhete inédito que vai permitir a cada visitante do museu um olhar personalizado, adiantou o arquitecto Nuno Sampaio, responsável pelo projecto expositivo, sublinhando que «não se explica um museu a uma criança da mesma forma que a um adulto».


No entanto, a construção do museu já começou a criar polémica, porque com a mudança para o novo espaço, uma parte do património arqueológico nacional existente no local vai ficar sem tecto, como alertou José Morais Arnaut, presidente da Associação dos Arqueólogos Portugueses.


O instituto que tutela o património já garantiu que está a tentar encontrar uma solução para o problema, mas entretanto começou a correr na Internet uma petição para lembrar que muito do património vai ficar «desalojado».


Entretanto, também o ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro, anunciou que a Biblioteca e outras áreas de trabalho do antigo Instituto de Arqueologia serão transferidas para uma zona próxima da sua actual localização.





Fonte: (10 Jul 2008). TSF: http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=966517

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por noticiasdearqueologia às 22:05


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