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NOTÍCIAS DE ARQUEOLOGIA

O Património é um bem comum... Preservá-lo só depende de cada um de nós...


Sexta-feira, 07.06.13

Arqueólogo admite descoberta de cemitério medieval no topo de arriba em Albufeira

O arqueólogo responsável pelas escavações no topo de uma arriba da praia de santa Eulália, em Albufeira, admite ter descoberto um cemitério da época medieval, por ali ter sido encontrado um esqueleto praticamente completo. O esqueleto, que deverá remontar aos séculos XV ou XVI, estava enterrado numa zona que o arqueólogo acredita ser um cemitério que existia em torno da Ermida de Santa Eulália, igreja com referências históricas, mas cuja localização é uma incógnita. "Acreditamos que estamos numa zona em torno da ermida que, possivelmente, até poderia estar no lado do mar e ter desaparecido, ou então mais no interior desta elevação", disse Luís Campos Paulo à agência Lusa.

Esta não é a primeira vez que são descobertas ossadas naquele local, mas normalmente estão posicionadas de norte para sul e não de nascente para poente, como este último esqueleto, embora ambas as orientações estejam conotadas com o cristianismo. O esqueleto, que se supõe ser de um homem e cujos braços estavam posicionados sobre a zona abdominal, vai agora ser retirado do topo da arriba e analisado pelos arqueólogos, que têm de concluir os trabalhos no terreno “em tempo recorde”. A necessidade de rapidez no trabalho deve-se ao facto de, simultaneamente às escavações, estar a decorrer uma operação urgente de estabilização daquela arriba, promovida pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), face ao agravamento do risco de derrocada causado pelos temporais de inverno.

Devido à presença daqueles vestígios, a Administração da Região Hidrográfica (ARH) do Algarve - departamento da APA responsável pelos trabalhos -, decidiu reduzir ao mínimo o saneamento, fazendo uma proteção na base da arriba. Segundo disse à Lusa o diretor regional da APA, Sebastião Teixeira, os primeiros metros da arriba estão "condenados" ao desaparecimento, uma vez que não é possível dar estabilidade a uma arriba sem cortá-la na crista. "O que nós esperamos é recolher o máximo de informação possível da área que irá ser afetada pela obra e que poderá vir a ser perdida com o saneamento desta arriba", referiu o arqueólogo da Câmara Municipal de Albufeira. Além do suposto cemitério medieval, foram descobertos no topo da arriba vestígios de um complexo fabril do período romano usado para a salga de peixe e onde se confecionava o "garum", produto feito à base de vísceras de peixe muito apreciado na época e exportado para outros países.

A descoberta, que remonta a 2004, quando a equipa de arqueólogos do município realizou sondagens de diagnóstico naquela área, já permitiu a recolha de várias peças pertencentes a vasilhas, taças, cântaros ou ânforas, estas últimas do período romano. O espólio e toda a informação recolhida (levantamentos topográficos, desenhos e fotografias) vão ser transportados para o Museu Municipal de Albufeira, concluiu Luís Campos Paulo. A equipa de arqueólogos terá cerca de um mês para concluir os trabalhos, que decorrem em simultâneo com as intervenções para a consolidação da arriba.

Fonte: (15.05.2013) - diário on line/Lusa: http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=136543

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por noticiasdearqueologia às 00:39

Quinta-feira, 13.05.10

Jerusalém: arqueólogos encontram aqueduto construído em 1320

O arqueólogo Yahiel Zelinger mostra parte do aqueduto que foi usado por Jerusalém durante quase 600 anos Foto: AP





O arqueólogo Yahiel Zelinger mostra parte do aqueduto que foi usado por Jerusalém durante quase 600 anos.


Arqueólogos afirmaram nesta terça-feira terem desenterrado um aqueduto do século XIV que abasteceu Jerusalém por aproximadamente 600 anos. Fotografias do século XIX mostram os dominadores otomanos utilizando a estrutura construída em 1320.




O aqueduto foi encontrado durante obras de reparo em um sistema moderno de abastecimento de água. Já que os trabalhos na cidade costumam ser acompanhados por autoridades da arqueologia, os cientistas puderam vislumbrar a estrutura antiga.


Os pesquisadores afirmam ter encontrado duas das nove sessões arqueadas de uma ponte de cerca de 3 m na zona oeste da cidade antiga. De acordo com os arqueólogos, apesar de saberem que o aqueduto existia, encontrá-lo deu um vislumbre do complexo sistema de pontes utilizado por séculos para levar a água a seu destino.


Yehiel Zelinger, chefe da escavação afirma que o primeiro aqueduto da cidade data de 2 mil anos atrás, quando a população começou a buscar água em Belém, a 22 km de distância. O aqueduto encontrado foi substituído durante o período Otomano por canos de metal e então acabou enterrado.


Fonte: (11 Mai 2010). Terra.com: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4425862-EI8147,00-Jerusalem+arqueologos+encontram+aqueduto+construido+em.html




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por noticiasdearqueologia às 21:06

Sexta-feira, 08.05.09

Vestígios de leprosaria do século XV encontrados no Parque da Cidade em Lagos

Lagos obras parque estacionamento Parque da Cidade


As escavações arqueológicas feitas em Lagos, no âmbito da construção do Parque de Estacionamento subterrâneo, no Parque da Cidade, junto às Muralhas, já revelaram a existência de vestígios do Edifício da Gafaria (leprosaria) e outras estruturas, um cemitério de leprosos, um enterramento de escravos, uma lixeira dos séculos XV a XVII, e peças de cerâmica.


A Câmara Municipal de Lagos realizou uma reunião com as entidades envolvidas nas escavações arqueológicas, com o objectivo de dar a conhecer as primeiras análises científicas dos trabalhos.

Rui Almeida, arqueólogo e um dos directores da intervenção, afirmou que «o interesse desta escavação é tanto maior quanto o conhecimento que da mesma venha a resultar, quer para os investigadores e para a comunidade científica, quer para a comunidade em geral».

O impacto das escavações foi muito além da situação inicial, o que acabou por obrigar a trabalhos mais profundos e, em consequência, mais demorados. A importância dos achados levou a que o programa de construção do Parque de Estacionamento fosse alterado.

No entanto, foi possível continuar a construção do Parque de Estacionamento e, em simultâneo, fazer o levantamento dos vestígios arqueológicos de outras épocas.

Segundo comunicado da Câmara de Lagos, «dos vários vestígios encontrados, o do Edifício da Gafaria (leprosaria) é o mais evidente e veio confirmar as referências existentes em documentos da época. Segundo esses dados, o Edifício teria funcionado, entre 1490 até meados do século seguinte, havendo registo desta construção à data da construção do pano de muralha adjacente».

O local apresenta vários níveis de ocupação, correspondentes a períodos históricos diferentes, tendo sido identificados, num nível inferior ao Edifício da Gafaria, vestígios (um forno) de uma ocupação ainda mais remota.

Quanto à geomorfologia as escavações permitiram determinar a localização exacta da Ribeira dos Touros e os desvios que foi sofrendo ao longo dos tempos devido à intervenção humana e à ocupação dos solos.

Outra das descobertas considerada importante para os investigadores foi a da existência de dois cemitérios na zona. Primeiro foi encontrado um conjunto de mais de vinte esqueletos, cujas deformações correspondem a sinais muito evidentes da lepra. Esta informação torna Lagos num local de referência para o estudo da lepra e para a história da Medicina.

Num outro local, que coincide com «uma antiga lixeira da cidade, e misturados com os dejectos aí despejados há muitos séculos, foram encontrados outros esqueletos, cujas características, marcas culturais (modificações dentárias) e forma como se encontravam depositados, permitiram concluir tratarem-se de escravos africanos, abrindo todo um novo campo de conhecimento sobre o estatuto social do escravo à época, sobre a sua vivência e sobre os Descobrimentos Portugueses», explicou a autarquia.

Para Rui Almeida, «estas escavações e as revelações abrem um novo campo de estudo para a História da Medicina, da Engenharia, do Urbanismo, ajudando a conhecer e a compreender melhor a sociedade dessas épocas e os hábitos culturais da população».

Também Rui Parreira, da Direcção Regional de Cultura, relevou que houve uma atitude muito positiva da Câmara de Lagos quanto à salvaguarda do património, recordando «não ser esta a primeira vez que temos uma intervenção desta escala em Lagos».

Na sua intervenção referiu-se ainda às profundas alterações que a arqueologia sofreu, a partir de 1995, quando foram consagrados legalmente dois grandes princípios.

Um dos princípios é a conservação dos achados através do registo científico, o que faz com que os registos possam ser documentados com exaustão.

O outro é a aplicação ao património de um princípio conhecido na área ambiental como o do «poluidor/pagador», que prevê que a entidade que vai realizar uma determinada obra, tem que promover o registo de todos os vestígios que vão ser destruídos.

No caso desta obra, as entidades decidiram não inviabilizá-la, autorizando-a com a condição de ser feito acompanhamento científico, que acabou por realizar-se numa área muito superior à prevista no início.

Desse acompanhamento foi obtido um volume de informação importante, que vai permitir a valoração dos dados em estudos futuros, estando previsto que grande parte seja feito pelo Laboratório de Antropologia da Universidade de Coimbra.

No final da sua intervenção, Rui Parreira considerou esta intervenção um exemplo a seguir por outras entidades e uma mais-valia para o património histórico e arqueológico da cidade de Lagos dos Descobrimentos.


Fonte: (6 Mai 2009). Barlavento, on line: 

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por noticiasdearqueologia às 23:57

Sábado, 21.03.09

Escavações revelam ossadas humanas no Largo das Freiras (Guarda)

Um ossário e dois enterramentos, um de criança e outro de adulto, foram encontrados nas sondagens arqueológicas.

Fonte: Jornal A Guarda

 




Um ossário e dois enterramentos, um de criança e outro de adulto, foram encontrados nas sondagens arqueológicas que estão a ser desenvolvidas num local conhecido por Terreiro das Freiras ou Largo das Freiras, nas proximidades do antigo Convento de Santa Clara, na cidade da Guarda. A intervenção está a ser realizada por uma equipa de três arqueólogos e uma antropóloga física da Câmara da Guarda, no âmbito do projecto de recuperação de várias ruas do Centro Histórico. «São sondagens de diagnóstico para verificar se existem vestígios ou não nas áreas que são afectadas pela obra», contou ao Jornal A Guarda o arqueólogo Vítor Pereira. Segundo o responsável, naquele local já foi realizada uma sondagem e está em curso uma segunda onde foram encontrados os ossos humanos e vestígios de edifícios. «Na primeira sondagem não encontrámos nada», contou. Acrescentou que quando foi iniciada a segunda «sabíamos que em 1997 tinham surgido diversos ossários e havia a necessidade de fazer sondagens de diagnóstico para tentar perceber se existiam outros vestígios no local». «Até ao momento, confirmámos que existiam vários ossos dispersos pela sondagem e começaram a surgir os enterramentos, já estando dois confirmados. Temos material cerâmico associado e, nas proximidades, dois muros, duas estruturas arqueológicas. Entretanto, como a escavação está a decorrer, ainda não permitiu concluir se corresponderia a um edifício ou a uma igreja», disse o arqueólogo, salientando que, até aos séculos XVIII/XIX existem referências que a antiga igreja de S. Tiago devia localizar-se naquele local ou nas proximidades. Vítor Pereira indicou que após a realização das sondagens «iremos tirar as conclusões possíveis», sendo ainda cedo para o fazer. «Estamos muito no início, temos uma estrutura arqueológica que ainda não conseguimos perceber a que estrutura pertence e, possivelmente, existirão ainda mais enterramentos e é muito cedo para tirar conclusões. De qualquer das formas, é sempre interessante conhecermos melhor o passado do Centro Histórico da Guarda».

                 

Fonte: (16 Mar 2009). Guarda digital: 

http://www.guarda.pt/noticias/sociedade/Paginas/EscavacoesrevelamossadashumanasnoLargodasFreiras(Guarda).aspx

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por noticiasdearqueologia às 23:32

Segunda-feira, 25.08.08

Baía de Angra é uma «arca» de artefactos de naufrágios seculares

A Baía de Angra do Heroísmo continua a revelar-se uma «arca» de vestígios arqueológicos do século XVI ao XX, com o aparecimento de três novos «sítios» descobertos por uma equipa de nove investigadores de arqueologia marítima.


José António Bettencourt, responsável pelos trabalhos arqueológicos, revelou à Lusa que foram localizados um novo naufrágio, denominado «Angra J», um túmulo de lastro de embarcação e um terceiro com uma densidade de vestígios que vão do século XVI ao século XX.


«Junto do naufrágio, que mantém grande parte da sua estrutura de madeira e que é um local com elevado potencial de investigação, foi também localizado um canhão em ferro e um apito em bronze [século XVI], que se supõe fosse usado para chamar a tripulação e que já foi enviado para o Centro de Conservação e Restauro», adiantou o arqueólogo.


No mesmo local, foi ainda recolhida uma «concreção» (solidificação) que os técnicos pensam «corresponder a uma espada», bem como outros objectos em metal e cerâmicas. Os investigadores localizaram, também, junto do túmulo de lastro, uma «anforeta» e outras cerâmicas mais comuns.


O terceiro sítio agora sinalizado, onde existe uma densidade de vestígios que vão do século XVI ao século XX, deverá estar relacionado com a sua utilização como fundeador - zona de ancoragem e actividades portuárias.


 



 


Dez locais de naufrágios assinalados


O trabalho dos arqueólogos estende-se a uma intervenção num outro naufrágio, denominado «Angra B» - um navio do século XVI ou princípio do século XVII -, no sentido de ser finalizado «o seu registo, de forma exaustiva, em termos de planta, fotografia e análise descritiva».


Na Baía de Angra, ilha Terceira, estão sinalizados, a partir de agora, dez locais de naufrágios denominados de «Angra», numerados de «A» a «J», e cerca de duas dezenas de sítios com interesse arqueológico. Dois deles são parques arqueológicos e abertos ao turismo subaquático desde 2006.


O primeiro parque, «Naufrágio do vapor Lidador», navio brasileiro de transporte de passageiros e mercadorias, que afundou em 1878, está localizado a dez metros da costa da baía e a sete metros de profundidade.


O segundo, um «Cemitérios de Âncoras», onde ancoravam as naus e galeões dos séculos XVI e XVII, localiza-se a 500 metros da costa e a uma profundidade variável entre os 16 e 40 metros.


Para além destas reservas, o Governo Regional pretende abrir mais duas nas ilhas do Pico e Flores, onde se encontram afundados os navios «Caroline» (1901), que controlava o mercado europeu de adubos, e o «Slavónia» (1909), um navio inglês de passageiros.


Paralelamente, as autoridades regionais estão a elaborar a Carta Arqueológica Subaquática dos Açores (CASA) que visa criar um banco de dados informatizado, constituído por informações das mais diversas fontes. A CASA vai permitir ainda a criação de um roteiro específico de turismo de parques arqueológicos subaquáticos na região.

 



 


Fonte: (25 Ago 2008). Portugal Diário: http://diario.iol.pt/sociedade/acores-baia-angra-do-heroismo-arqueologia-artefactos-naufragios/984528-4071.html

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por noticiasdearqueologia às 18:57

Quarta-feira, 13.08.08

LAGOS: Esqueletos confirmam existência de necrópole na Igreja das Freiras


 
 


Foto



Intervenção arqueológica no interior da Igreja das Freiras, em Lagos


 

Após uma história religiosa de séculos, a Igreja da Nossa Senhora do Carmo transforma-se num espaço cultural, onde serão promovidos concertos de música clássica e coral, bem como exposições.


Quem entrava na Igreja da Nossa Senhora do Carmo, também conhecida por Igreja das Freiras, no centro de Lagos, quer para conhecer o seu interior, quer para ir à missa, não imaginava que estivesse a andar em cima de uma necrópole, muito menos de uma ermida.

Depois de três meses de sondagens arqueológicas, que terminaram na quinta-feira passada, aquelas descobertas são mais dois factos a acrescentar à história do local que já conta com 800 anos.

A necrópole, um espaço sepulcral situado no interior da Igreja, «mostrou a existência de setenta esqueletos de adultos, crianças e recém-nascidos», revelou Gina Dias, coordenadora dos trabalhos arqueológicos feitos na igreja lacobrigense.

Aquele espaço, que serviu como cemitério, foi criado na época moderna, por volta do século XVI, e espalha-se por toda a igreja. No entanto, a maior concentração de ossadas encontra-se junto à entrada da nave central do edifício.

«Os enterramentos identificados denunciam a organização do espaço sepulcral de três formas distintas. Na Capela-Mor, a orientação do enterramento é feita no sentido Norte-Sul, enquanto na nave central os esqueletos estão no sentido Sul-Norte» explicou a coordenadora dos trabalhos arqueológicos.

A desorganização dos enterramentos só surge no restante espaço, onde se encontraram esqueletos nos sentidos Norte-Sul, Sul-Norte e Este-Oeste.

«Também nesse local, há a reutilização intensiva das sepulturas, pois há casos de sobreposição das ossadas no interior da mesma fossa», explicou Gina Dias.

Os esqueletos serão agora transportados para a Universidade de Évora, onde serão estudados. «Os bio-antropólogos vão analisar o espólio osteológico para tentarem conhecer factos como as doenças que as pessoas tinham ou a idade com que faleceram», afirmou Gina Dias.

«Estas escavações, bem como os estudos posteriores, são uma forma de aprender mais sobre a história do edifício, da cidade e da população que residia em Lagos naquela época», acrescentou. Até porque, junto às ossadas, foram encontrados objectos pessoais e roupas, que servirão para determinar os materiais utilizados ou modos de vida da população.

Quanto aos vestígios da antiga ermida, estes demonstram que a construção data do século XIII e que foi escavada na rocha. Assim, há 800 anos, aquele já era um local de culto.

«A equipa de arqueologia percebeu que o local foi soterrado para tornar a superfície plana. O pretendido era construir a igreja da Nossa Senhora da Conceição, que depois viria a ser a Igreja da Nossa Senhora do Carmo, ou seja, o Convento de Freiras, no século XVI», explicou Elena Morán, arqueóloga da Câmara de Lagos.

As escavações agora realizadas pela equipa da Dryas Arqueologia, uma empresa de Coimbra contratada pela autarquia de Lagos, foram feitas a par das obras em curso na igreja.

Ou seja, «já que a igreja será requalificada, porque estava bastante danificada, a Câmara de Lagos aproveitou para ver, antes, que vestígios se encontravam no interior», acrescentou.

Num futuro próximo, a Igreja das Freiras voltará a abrir ao público, mas desta vez para albergar concertos de música coral ou até exposições. No entanto, as portas permanecem abertas ao culto religioso ou à visita dos turistas que queiram conhecer uma igreja com muita história.


Fonte: Ana Sofia Varela (10 Ago 2008). Barlavento, on line:  http://www.barlavento.online.pt/index.php/noticia?id=26170



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por noticiasdearqueologia às 23:28

Sábado, 02.08.08

MAIOR NECRÓPOLE DA PENÍNSULA DESCOBERTA EM TOMAR -

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São mais de mil os esqueletos que já foram descobertos na zona entra a igreja de Santa Maria dos Olivais, o lar N.ª Sra. da Graça e o Centro de Emprego de Tomar. É já considerada pelos arqueólogos como a maior necrópole da Península Ibérica escavada até ao momento.


Fonte: (31 Jul 2008). O Templário: http://www.otemplario.pt/por/conteudosdetalhe.asp?idConteudo=8927

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por noticiasdearqueologia às 12:24

Sábado, 02.08.08

TOMAR: Novo centro vivo de interpretação da História de Tomar

Proposta do historiador Ernesto Jana



Com a preservação de túmulos descobertos


O historiador Ernesto Jana apresentou-se, na reunião de câmara, onde propôs ao executivo a preservação do património descoberto junto à Igreja de Santa Maria do Olival, no decorrer das obras de construção da nova ponte. Segundo o mesmo, as recentes descobertas junto à Torre, revelam “túmulos de cista, alguns com forma antropomórfica”. De entre os mais de 600 esqueletos descobertos, devem ser preservados cerca de 14 túmulos, precisamente localizados entre a torre sineira e a igreja.


Fonte: (01 Ago 2008) Cidade de Tomar: http://www.cidadetomar.pt/noticia.php?id=4829

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por noticiasdearqueologia às 12:03

Quinta-feira, 08.05.08

Descoberta arqueológica em Moura




Fonte: (8 Mai 2008). Rádio Planície:


No decorrer das escavações das obras da remodelação da rede de águas e esgotos foram ontem encontrados vestígios arqueológicos. Os vestígios agora descobertos são dois silos que, segundo Santiago Macias, arqueólogo e vereador da Câmara Municipal de Moura, pertencem provavelmente ao período entre o século XVI e XVIII “…no decorrer das obras de remodelação da rede de águas e esgotos foram descobertos dois silos (…). São estruturas que estão escavadas na rocha da zona (…) não têm data ainda atribuída (…), aparentemente devem ser coisas do séc. XVI, XVII ou XVIII…”. Santiago Macias garantiu ainda que estes achados não terão qualquer interferência com o trabalho de remodelação da rede de águas e esgotos “…esta intervenção arqueológica que está a ser feita não tem qualquer interferência com o trabalho da rede de águas…”.


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por noticiasdearqueologia às 13:46


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