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NOTÍCIAS DE ARQUEOLOGIA

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Quinta-feira, 12.05.11

Encontrado mausoléu do século II d.C. em Itália



A polícia italiana encontrou um mausoléu romano, com cerca de dois mil anos, debaixo de 58 toneladas de lixo de um aterro ilegal em Pozzuoli, uma cidade pequena na região de Nápoles.



Local está fechado e a ser investigado

Local está fechado e a ser investigado (Reuters)




“Há coisas que só acontecem em Itália. No bem e no mal”, disse ao “El País” Michele Ciarla, comandante da Guardia di Finanza de Pozzuoli. O monumento era desconhecido das autoridades e estava até hoje escondido num aterro coberto de pneus velhos.
“Sou um grande estudioso e apaixonado por arte antiga, ainda nem acredito no que vi”, continuou o comandante.
Segundo as autoridades italianas, o mausoléu de 15 metros quadrados com arcos e voltas bem definidos e decorado com estuques e rastos de cor nas paredes, é um monumento funerário da época romana, construído no século II d.C.
A zona onde o monumento foi encontrado é uma área descampada, onde é proibido construir devido à história daquela rua. Na época romana, a Via Domiziana passava por ali e era o caminho para Roma.
A descoberta só agora se deu porque as autoridades foram ao local para uma rusga, depois de denúncias relacionadas com o aterro. Ao vasculhar o aterro e o lixo com máquinas, as autoridades acabaram por descobrir a entrada para o monumento.
De acordo com o comandante, o monumento foi propositadamente escondido. “Foi claro de imediato que por ali tinham passado ‘tombaroli’ [ladrões de antiguidades] ”, disse Michele Ciarla, explicando que “muitas estátuas de estuco tinham sido removidas”.
O proprietário do terreno, que está agora a ser investigado, é acusado de violar o meio ambiente e de violar as leis de conservação arqueológica.

Fonte: 20 Abril 2011). PÚBLICO: http://www.publico.pt/Cultura/encontrado-mausoleu-do-seculo-ii-dc-em-italia_1490704



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por noticiasdearqueologia às 13:59

Sábado, 10.01.09

El sarcófago de un niño enterrado hace 1.600 años

Uno de los dos sarcófagos tardorromanos descubiertos el pasado verano en la localidad madrileña de Arroyomolinos (11.804 habitantes) fue extraído hace unos días del mausoleo subterráneo donde se hallaba depositado desde hace 1.600 años.


En su interior, el objeto contenía los despojos óseos de un inmaduro, un niño de poca edad, en jerga arqueológica. Sus restos están siendo sometidos al preceptivo examen por Cristina de Haro, anatomopatóloga perteneciente al equipo formado in situ por la Dirección General de Patrimonio de la Consejería de Cultura de la Comunidad de Madrid y al que pertenece el arqueólogo responsable de esta actuación, Luis Fernández.

Mientras los huesos infantiles, altamente pulverizados, permanecen en laboratorios del Gobierno regional, el recipiente que los alojaba, un sarcófago de unos 100 kilos de peso y 1,30 metros de longitud, por 40 centímetros de anchura y medio metro de espesor, en plomo muy erosionado en su parte inferior, fue enviado a la sede del Museo Arqueológico Regional en Alcalá de Henares. Su director, Enrique Baquedano, recibió el envío al frente de su equipo de especialistas. "Los restos han de ser primero examinados y consolidados con productos especiales que no alteren su naturaleza", explica.

Allí, un equipo de facultativos examinó el ataúd, que presenta la particularidad de tener en las tapas de ambos extremos sendas cruces de brazos iguales, rematados en sus extremos por otros tantos prismas. Ello lleva a los arqueólogos a datar el hallazgo en torno al siglo V de nuestra era, ya que fue a partir de entonces cuando se generalizó el uso de emblemas cristianos en los enterramientos.

Según Soledad Gil, arqueóloga que ha asistido a las tareas de extracción de este sepulcro infantil, en el mausoleo de Arroyomolinos permanece aún enterrado otro sarcófago. Otras fuentes informan de que el peso de este otro ataúd metálico es de unos 800 kilos de peso, igualmente fabricado en plomo, en el que se sabe que se encuentran más restos y se presume que contiene huesos de un adulto. Entre uno y otro sarcófago se han hallado restos de entre seis y siete difuntos más allí sepultados.

El mausoleo se encuentra situado en una explanada a la entrada de Arroyomolinos por el este. Sobre este solar, donde otros restos señalan la presencia de un enclave habitado coetáneo del mausoleo, se proyecta la construcción de un gran espacio comercial.

El panteón formaba parte de un conjunto más amplio. Su propio porte permite a los arqueólogos deducir que pudo tratarse del panteón de un patricio, pater familias local. Se trata del primer hallazgo de estas características encontrado en la región de Madrid, donde los enterramientos romanos son altamente infrecuentes. Alcalá de Henares es quizá el enclave regional con mayor presencia de vestigios romanos, que también se encuentran en Valdetorres del Jarama, Titulcia, Villamanta, Cenicientos y San Lorenzo de El Escorial. Los hallazgos de restos procedentes de la etapa romana, que son tardíos respecto a los iniciales hallados en España a partir de 218 antes de Cristo, en el centro de la Península suelen encontrarse en las riberas de los ríos.

El yacimiento encontrado en Arroyomolinos se halla situado a escasa distancia de un río que riega la zona.

Fonte: Rafael Fraguas (7 Jan 2009). Archport.

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por noticiasdearqueologia às 23:35

Sexta-feira, 26.12.08

Mausoléu do século VI d.C. "único no Ocidente" achado em Mértola

Um mausoléu do século VI d.C. "único no Ocidente", que terá servido para sepultar "pessoas importantes" de origem grega e testemunha a presença de orientais em Mértola antes da islamização, foi encontrado durante obras naquela vila alentejana.

 


 

Trata-se de "um mausoléu fantástico, absolutamente fora de série" e "o único edifício mortuário do género achado em todo o Ocidente do Mediterrâneo, onde, até agora, não há nenhum parecido", garantiu hoje à agência Lusa o director do Campo Arqueológico de Mértola (CAM), Cláudio Torres.



"Só há edifícios paralelos no Oriente do Mediterrâneo, para os lados da Líbia, Jordânia e Síria", frisou o arqueólogo, precisando que o mausoléu foi descoberto no início deste mês, na rua Dr. Afonso Costa, durante as obras de remodelação das ruas do eixo comercial de Mértola.


"Esperávamos que houvesse algo fundamental naquela zona, mas nunca imaginámos que fosse um mausoléu com a monumentalidade e a importância do achado", datado do século VI d.C. e que "serviu para sepultar pessoas importantes de origem grega", segundo as informações inscritas nas lápides descobertas, assinalou Cláudio Torres.


Segundo o arqueólogo, "eram certamente comerciantes gregos ricos e oriundos da actual Líbia".


Uma das lápides, "inscrita em grego, como a maior parte delas, refere-se ao presbítero da então igreja de Mértola", acrescentou.


"O aspecto mais importante desta descoberta é que, pela primeira vez, há um achado que nos dá a grande informação de que havia uma importante comunidade de orientais em Mértola antes da islamização", apontou o director do CAM, lembrando que "outros vestígios descobertos em Mértola constatam a existência de orientais, mas já em época muçulmana".


Actualmente, uma equipa do CAM está a escavar a parte subterrânea (cripta) do mausoléu, situada a dois metros de profundidade e que "terá várias sepulturas, duas das quais já foram encontradas, mas não escavadas", disse Cláudio Torres.


A parte de cima do edifício, que "já desapareceu", indicou, "era monumental e de um certo luxo", conforme sugerem os vestígios encontrados, como restos de mármores, impostas e pilastras.


Salientando tratar-se de um achado "com demasiada importância histórica, científica e cultural", Cláudio Torres defendeu a musealização do mausoléu, apesar de reconhecer "algumas dificuldades", já que o monumento está "numa das principais ruas de Mértola".


"É preciso encontrar uma solução técnica e financiamento para transformar o mausoléu num pequeno museu subterrâneo que possa ser visitado" e, desta forma, "funcionar como mais um importante e benéfico pólo de atracão de turistas a Mértola", uma vila que recebe "cerca de 30 mil visitantes por ano", realçou o arqueólogo.


Para já, vincou, o achado vai ser "registado e devidamente protegido e tapado" para que as obras de remodelação do eixo comercial da vila possam terminar, como previsto, em Fevereiro do próximo ano, disse hoje à Lusa o presidente da Câmara de Mértola, Jorge Rosa.


Posteriormente, e "desde que se confirme a importância da descoberta", admitiu, a câmara "poderá avançar com um plano de acção para a musealização" do mausoléu.


Isto, adiantou o autarca, no caso de conseguir "o financiamento necessário" e desde que seja encontrada "uma solução técnica que permita manter a rua aberta aos peões e ao trânsito".



Fonte: (22 Dez 2008). Lusa/RTP: http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=379095&visual=26&tema=5

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por noticiasdearqueologia às 17:41


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