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NOTÍCIAS DE ARQUEOLOGIA

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Sexta-feira, 03.01.14

Marvão:Câmara e Universidade de Évora oficializam instalação de pólo universitário na Beirá dedicado à arqueologia

O pólo da UE vai ficar instalado em edifícios cedidos pelo Município, sendo que as obras de reabilitação dos espaços deverão arrancar “em breve”, para que tudo esteja preparado para acolher no próximo ano investigadores, docentes e alunos.

O vice reitor da Universidade de Évora, Manuel Cancela D’Abreu, considera o pólo universitário, em Marvão, uma estrutura fundamental para alunos e investigadores exercerem o seu trabalho na área da arqueologia.

Para o presidente da Câmara de Marvão, Vitor frutuoso, a instalação do pólo universitário naquele concelho alentejano, é “mais um contributo” para que a região do Alto Alentejo se mantenha “viva” e em particular a aldeia de Beirã, que nos últimos anos “ficou empobrecida” com o fecho da estação de caminhos-de-ferro.

Para além de uma sala de aulas e espaço laboratorial, o pólo universitário poderá acolher, em pernoita, até 15 pessoas.

Fonte: (2013.12.21). Gabriel Nunes/Susana Mourato: http://www.radioportalegre.pt/index.php/8-radio/1618-marvao-camara-e-universidade-de-evora-oficializam-instalacao-de-polo-universitario-na-beira-dedicado-a-arqueologia.html

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por noticiasdearqueologia às 13:14

Sábado, 07.11.09

Cidade Romana de Ammaia - Gent e Évora abraçam projecto científico

No futuro, vai permitir não só o intercâmbio de alunos de ambas as universidades, mas também intensificar o estudo e investigação deste verdadeiro espaço de história viva.







Foi na presença do presidente da Câmara Municipal de Marvão, Vítor Frutuoso, do presidente da Fundação Cidade de Ammaia, Carlos Melancia, e de muitas outras individualidades que, na tarde de quinta-feira, Jorge Araújo, reitor da Universidade de Évora, e Luc Moens, vice-reitor da Universidade de Gent (Bélgica) assinaram o esperado protocolo de colaboração entre as duas instituições de ensino.

Na verdade, este acordo assinalado no Museu da Cidade Romana de Ammaia tem como objectivo fortalecer os laços existentes entre as duas instituições que, nos últimos anos, têm desenvolvido esforços em torno da dinamização do projecto cientifico na Cidade Romana de Ammaia e no qual se insere o projecto da Universidade de Évora, denominado "Radio-Past" que, recentemente, conseguiu um importante financiamento europeu através das "Marie-Curie Actions".







A verdade é que, desde Abril, equipas de toda a Europa estão envolvidas nas novas actividades de investigação no local da antiga cidade que, em pouco tempo, se começou a transformar num centro para a formação e treino de estudantes. Em simultâneo, a Universidade de Évora requisitou os serviços de dois especialistas estrangeiros, Cristina Corsi, da Universidade de Casino e Frank Vermeulen, da Universidade de Gent para que, no futuro, o Centro de Ammaia se torne um local de excelência para testar essas novas tecnologias aplicadas à arqueologia. E foi mesmo Frank Vermeulen que, momentos antes da assinatura do protocolo, promoveu, no auditório do Museu, uma apresentação subordinada aos projectos que já estão a ser desenvolvidos e outros que podem vir a surgir no futuro.

Logo após a assinatura do protocolo de parceira, Jorge Araújo, reitor da Universidade de Évora, fez questão de agradecer o apoio de todos os envolvidos e destacar que esta procura internacional de conhecimentos e tecnologia é fundamental para consubstanciar o trabalho que tem sido desenvolvido na Cidade Romana de Ammaia.





"É extremamente difícil avaliar a complexidade deste projecto sem apoios, frisou o reitor, lembrando que os trabalhos que estão a ser efectuados em Marvão são muito mais do que um projecto científico. Na sua opinião, prende-se também com o desenvolvimento de uma região que, apesar de muito bela, "tem pouca gente, pouco tecido empresarial".

"O turismo pode ser uma resposta para esse desenvolvimento, mas também é necessário encontrar formas de atracção. O património é uma dessas formas, mas a arqueologia pode ser a chave desse sucesso", declarou Jorge Araújo, agradecendo ainda o apoio da autarquia de Marvão que, na sua opi-nião, "tem um presidente que compreende a importância deste projecto".

Já o vice-reitor da Universidade de Gent, Luc Moens, que se mostrou totalmente deliciado com a beleza da nossa região, começou por aplaudir aquilo que considera "um projecto visionário", pelo facto de "revelar o que está debaixo do solo sem ter de o escavar primeiro".

Defendendo que se trata de uma parceria importante, em que "todos vão dar o seu melhor e partilhar conhecimento", o vice-reitor observou que a Ammaia vai tornar-se não só numa "ponte" entre dois países e instituições, mas também de aprendizagem.



Fonte: (3 Nov 2009). Fonte Nova. http://www.jornalfontenova.com/main.asp?pag=noticia.asp&artigo=4&menu=1&cod_menu=102&ss=1697



 

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por noticiasdearqueologia às 15:48

Sexta-feira, 21.12.07

Marvão descobre 275 sítios arqueológicos, mais 200 do que há 60 anos

Marvão, Portalegre, 17 Dez (Lusa) - A nova carta arqueológica do concelho alentejano de Marvão apresenta 275 sítios arqueológicos identificados, mais 200 do que os apurados há 60 anos, segundo um estudo da Universidade de Évora (UE), realizado durante seis meses.

Jorge Oliveira, coordenador da área de arqueologia da UE, disse hoje à agência Lusa que o resultado de 275 sítios arqueológicos identificados foi obtido após uma "prospecção sistemática" no terreno por parte da equipa de trabalho.

A nova carta arqueológica de Marvão foi, agora, divulgada em livro, numa edição especial da "Ibn Maruam", publicação dirigida pelo município local.


O documento, com 198 páginas, é assinado pelos docentes da Universidade de Évora Jorge Oliveira, Sérgio Pereira e João Parreira.



O concelho de Marvão foi o primeiro do país, há 60 anos, a possuir uma carta arqueológica, documento que identificava na época 78 locais.


"Esse trabalho, desenvolvido, na altura, por Afonso do Paço, foi efectuado de forma sumária, numa prospecção em passeio, mas mesmo assim identificou 78 sítios arqueológicos", explicou Jorge Oliveira.


A partir da nova carta arqueológica, segundo o mesmo especialista, a autarquia de Marvão, entidade que pediu o levantamento, fica munida de um documento "precioso para o planeamento e gestão autárquica".


Na opinião de Jorge Oliveira, o levantamento arqueológico efectuado "servirá, seguramente, como ponto de partida para novas investigações, que conduzirão a um mais aprofundado conhecimento do passado desta região".


O responsável manifestou-se também convicto de que a nova carta arqueológica vai permitir "evitar a destruição patrimonial que, muitas vezes, acontece por acidente ou por uma outra causa desconhecida".


"Este documento evita essas situações, porque a informação está geo-referênciada e, com facilidade, qualquer técnico ou projectista poderá adquirir estes dados, evitando a destruição de certos e determinados sítios", concluiu.


In: (17 Dez 2007). RTP / Lusa: http://www.rtp.pt/index.php?article=314526&visual=26

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por noticiasdearqueologia às 08:19


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