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NOTÍCIAS DE ARQUEOLOGIA

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Quarta-feira, 13.07.11

Apresentação de Estudo Monográfico sobre o Concheiro de Toledo

Acaba de ser editado pelo IGESPAR, I.P. o número 51 da colecção Trabalhos de Arqueologia dedicado ao Concheiro de Toledo no contexto do Mesolítico Inicial do Litoral da Estremadura.
A apresentação desta monografia, que tem a coordenação editorial de Ana Cristina Araújo, decorreu no passado dia 7, quinta-feira, no Museu da Electricidade.
Apoiado pelo Município da Lourinhã, o estudo aprofunda o conhecimento sobre as primeiras comunidades de caçadores-recolectores do Holocénico, que exploraram o depósito de moluscos existente no que agora equivale à bacia da ribeira de Toledo.
Localizado no litoral da Estremadura, “o sítio do Toledo localiza-se a cerca de quatro quilómetros da costa actual”.
Os trabalhos aí realizados em 1986 (sondagens de David Lubell) e em 1998, com as escavações de Ana Cristina Araújo, puseram a descoberto um contexto de concheiro datado do Mesolítico Inicial - um período “privilegiado para a compreensão dos mecanismos de adaptação dos grupos humanos de caçadores-recolectores às transformações ambientais operadas na transição do Plistocénico para o Holoceno”.
Novamente sob a direcção de Ana Cristina Araújo, é realizado o estudo do sítio no decurso do projecto de investigação “Adaptações humanas do Pós-Glacial do Litoral da Estremadura”.
E são, precisamente, os resultados desse estudo que agora se apresentam na monografia sobre Toledo porventura o sítio de tipo concheiro mais emblemático do Holocénico Inicial português - uma apreciação baseada “não só na quantidade e na diversidade dos vestígios materiais aí documentados como no leque de interpretações que propicia sobre o funcionamento interno das comunidades humanas do Pós-Glacial”.


Fonte: (12 Jul 2011). Alvorada on line: http://www.alvorada.pt/noticia.php?id=4258

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por noticiasdearqueologia às 13:13

Quarta-feira, 16.07.08

Poço do século XVI destruído na Lourinhã

Um poço, que os arqueólogos do Instituto de Gestão do Património

Arquitectónico e Arqueológico (Igespar) acreditam ser do século XVI,

foi descoberto e imediatamente entulhado durante os trabalhos de

fundação de uma obra particular na Lourinhã.

"Seria um poço da Idade Moderna, portanto do século XV ou XVI",

confirmou a arqueóloga Sandra Lourenço, do Igespar, cujos serviços

jurídicos estão a analisar o caso e a ponderar mover uma acção

judicial contra o dono da obra para "apuramento de responsabilidades".

Isabel e Horácio Mateus, colaboradores do Museu da Lourinhã,

aperceberam-se da importância arqueológica do poço. "Tinha uma

estrutura bastante grande e uma cobertura em ogiva, com tijolo de

burro e várias bocas de fornecimento de água e achámos que tinha

interesse", explicou Isabel Mateus.

Perante o avanço da obra e a "falta de sensibilidade" do empreiteiro

para os vestígios arqueológicos, o Museu da Lourinhã denunciou o caso

ao Igespar, cujos técnicos estiveram no local, mas já só encontraram a

cobertura do poço destruída e este entulhado de betão. O arqueólogo

Mário Varela Gomes, da Universidade Nova de Lisboa, considera também

estar-se perante "uma estrutura do século XVI ou XVII devido à

tipologia da própria construção", muito comum na Estremadura, dada a

influência islâmica, a partir de fotografias tiradas antes da

destruição dos vestígios. O empreiteiro, Armando Matias, recusou-se a

prestar declarações e apenas disse à Lusa que a construção está

licenciada.

A destruição de bens do património cultural é punível com prisão até

três anos ou multa de até 360 dias.

Fonte: (07 Jul 2008): Público.

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por noticiasdearqueologia às 21:57

Quarta-feira, 18.07.07

Museu da Lourinhã mostra fósseis do maior dinossauro carnívoro

O Museu da Lourinhã exporá até ao final do mês a maxila do maior dinossauro carnívoro terrestre conhecido, o torvossauro tanneri, um achado de um jovem holandês que andava a fazer prospecção nas arribas do concelho.

A maxila possui 63 centímetros de comprimento e vários dentes, cada um deles com 20 centímetros, pertencentes a um animal de 11 metros de comprimento e duas toneladas, muito idêntico ao "tiranossaurus rex" do Cretácio Superior.


Trata-se do maior dinossauro carnívoro terrestre alguma vez encontrado no mundo, que viveu no Jurássico Superior, uma vez que o crânio a que pertenceria a maxila teria cerca de 158 centímetros, sendo superior a um outro dinossauro da mesma espécie encontrado anteriormente nos Estados Unidos (com 118 centímetros).


O achado foi divulgado hoje pelo Oertijd Museum, um museu localizado em Boxtel, cidade do sul da Holanda, que adquiriu uma réplica do crânio a que corresponderia a maxila encontrada.


A reconstituição desta parte do esqueleto foi efectuada por Aart Wallen, um holandês que colabora com o Museu da Lourinhã na construção de réplicas e que é o pai do jovem Jacob Wallen, que em 2003 fez a descoberta.


«Ambos estavam a fazer prospecção nas arribas do concelho e foi mesmo o filho que encontrou um pequeno vestígio que, ao ser escavado, se revelou como a maxila do crânio de um torvossauro», explicou à Agência Lusa a conservadora do museu, Carla Abreu, mostrando-se satisfeita pelo achado ter sido doado à instituição.


In: Diário Digital / Lusa: 03-07-2007 17:18:19


http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=4&id_news=284069

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por noticiasdearqueologia às 01:43


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