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NOTÍCIAS DE ARQUEOLOGIA

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Quarta-feira, 27.10.10

LÍBANO: Novas descobertas são feitas na necrópole romano-bizantina de Tiro



Um esqueleto da era Romana foi encontrado em uma tumba durante as excavações arqueológica.


 



Esqueletos, sarcófagos e cerâmicas datando da época romana e bizantina foram descobertos perto da necrópole da antiga cidade de Tiro, no sul do Líbano, anunciou o responsável pelas escavações nesta quinta-feira à AFP.


"As novas descobertas fazem parte da necrópole do sítio de Al Bass", na periferia da cidade portuária, informou Ali Badaoui, arqueólogo e responsável do Ministério libanês da Cultura pelos vestígios em Tiro (85 km ao sul de Beirute).


Cerca de 50 esqueletos de crianças, de mulheres e de homens, sarcófagos, jarros e cerâmicas remontando a estas duas épocas foram descobertos por uma equipe libanesa, a centenas de metros da necrópole, famosa por seus sarcófagos e mosaicos.


"Os esqueletos da época romana são reconhecíveis já que foram enterrados na areia; quanto aos sarcófagos, remontam da época bizantina", explicou Badaoui.


As escavações, iniciadas há dois meses, foram conduzidas a pedido do Departamento de Antiguidades ligado ao Ministério da Cultura ante um pedido de construção no local.


"Foi realmente uma surpresa, não esperávamos isto por causa da pouca areia acumulada no lugar", disse Badaoui.


"A descoberta forneceu novas informações sobre a geografia da cidade antiga, bem como sobre os hábitos sociais das diferentes épocas", acrescentou o arqueólogo.


Tiro (Sul, em árabe) era a principal cidade-estado do território da Fenícia, que corresponde ao atual Líbano, antes de passar para domínio grego, romano e depois muçulmano, por ser especialmente cobiçada por causa de seu porto, de importância comercial estratégica.


Além dos sarcófagos em pedra e mármore luxuosamente decorados, a necrópole de Tiro é conhecida por seu arco do triunfo e seu hipódromo romano.











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por noticiasdearqueologia às 13:13

Terça-feira, 01.09.09

Escavações revelam novos dados sobre modo de vida dos cananeus 3000 anos antes de Cristo



Os vestígios arqueológicos descobertos esta semana na cidade meridional libanesa de Sidon, entre os quais vários templos, peças de bronze e estátuas, revelam novos dados sobre o modo de vida dos cananeus no terceiro milénio antes de Cristo.

Os achados incluem um templo de 48 metros de comprimento cheio de peças de bronze, machados e anéis, bem como cerâmicas e estátuas de pedra utilizadas pelos povos antigos para repelir os maus espíritos, explicou a chefe da delegação do Museu Britânico, Claude Doumit Serhal.

Tudo isto, segundo Serhal, em declarações ao jornal libanês Daily Star, desvenda 'o ritual religioso e o modo de vida durante o período cananeu'.

Os cananeus foram os povos semites que habitaram a Palestina, Síria, Líbano e Jordânia no terceiro milénio antes de Cristo. O seu nome deriva de Cam, um dos filhos de Noé.

O Daily Star noticiou que, este ano, a delegação do Museu Britâni
co, composta por 90 arqueólogos libaneses e estrangeiros que trabalham em colaboração com a Direcção-Geral de Antiguidades, descobriu 13 sepulturas, além de vários templos e objectos pessoais datados das época cananeia.

'Encontrámos o maior número de ruínas este ano e isto ajudou a completar o ciclo dos períodos históricos descobertos no lugar', referiu Serhal.

A escavação de Sidon, a 38 quilómetros ao sul do Beirute, conta também com templos datados dos anos 3000 a.C. e 1000 a.C., nove vivendas e reservas de cereais.

Os vestígios encontrados durante as escavações mostram que o sítio foi, não apenas utilizado como local de residência, mas também como templo para deuses, em diferentes e sucessivos períodos históricos.

A cidade de Sidon foi cenário de numerosas civilizações. Até à data, as escavações puseram a descoberto ruínas pertencentes às épocas dos cananeus, dos persas e dos otomanos.


Fonte: (6 Ago 2009). Lusa/Correio do Minho:http://www.correiodominho.pt/noticias.php?id=1222



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por noticiasdearqueologia às 23:26

Domingo, 01.02.09

Encontrado cemitério romano em Biblos







 



Um cemitério, provavelmente romano, foi descoberto durante os trabalhos de construção de um complexo turístico na cidade de Biblos, no Líbano, informou este fim de semana o jornal libanês l`Orient-Le Jour.

 


 


Segundos especialistas, este cemitério deverá ser a continuação de uma outra descoberta feita há cinco anos na mesma cidade e do mesmo modo. Entre os restos encontrados estão um sarcófago e ornamentos.




A arqueóloga Alia Fares, que supervisiona os trabalhos, disse que o cemitério foi utilizado em várias épocas, segundo comprovam várias marcas deixadas em terracota.


Biblos, chamada Gebal no Antigo Testamento, é uma cidade construída pelos fenícios na costa do Mediterrâneo e está situada a cerca de 37 quilómetros a norte de Beirute.


A cidade, que é considerada uma das mais antigas do mundo, é conhecida, sobretudo, pelo seu antigo porto de pesca, pelas suas ruínas romanas e pelo seu castelo construído no tempo das Cruzadas.


O nome Biblos, que terá originado Bíblia (Livro), faz crer que se trataria desde tempos imemoriais, de um importante centro difusor de cultura.


Fonte: CMJ (26 Jan 2009). Lusa/Fim: http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=384458&visual=26&tema=5





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por noticiasdearqueologia às 00:15

Segunda-feira, 17.11.08

Arqueólogos descobrem cemitério fenício no Líbano

Um importante cemitério da antiga Fenícia e que pode ajudar a compreender melhor esta civilização foi descoberto por arqueólogos espanhóis em Tiro, cidade do sul do Líbano, anunciaram esta quarta-feira os responsáveis das escavações.


«Esta descoberta é até agora a mais importante fonte de informações para melhor conhecer a história dos fenícios no Oriente», explicou Ali Badaoui, arqueólogo e responsável do ministério da Cultura libanês dos vestígios em Tiro.


Segundo as primeiras estimativas, o cemitério está praticamente intacto na entrada leste da cidade e é de um período que vai do IX ao VII século antes de Cristo.


«A importância deste cemitério é que fica numa das principais cidades fenícias», afirmou Maria Aubet, professora de arqueologia e chefe da missão da Universidade de Barcelona que realizou as buscas.


Segundo Badaoui, mais de 60 jarros de 50 centímetros de profundidade e hermeticamente fechados foram encontrados no local, espalhados numa superfície de aproximadamente 300 metros quadrados. Dentro estão ossos queimados. «A tradição dos fenícios era de queimar os corpos e os ossos dos mortos», explicou Aubet.


«Com estes ossos vamos poder compreender o regime alimentar e o nível social dos que foram enterrados aqui», destacou Badaoui.


A missão, que foi realizada a pedido do ministério da Cultura, começou há quatro anos, mas foi interrompida em 2006 devido à guerra entre o Hezbollah xiita e Israel que devastou o sul libanês.


Os fenícios eram um povo antigo de navegadores e comerciantes.


Tiro era a principal cidade Estado do território da Fenícia, que corresponde mais ou menos ao Líbano actual. Biblos, Sidon e Berytos (Beirute) estavam entre as outras cidades.


Fonte: (12 Nov 2008). Diário Digital: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=4&id_news=358534&page=0

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por noticiasdearqueologia às 20:42

Quinta-feira, 14.02.08

Estudian los secretos de la era romana de Beirut (Líbano)


Foto: Imagen de vasos y jarrones romanos del siglo I, descubiertos en una tumba en el sector de Ras al Nabea, en Beirut. (Foto gentileza de: EFE/Terra.cl)


Los recientes descubrimientos arqueológicos realizados en Beirut han sacado a la luz una importante parte de la historia de esta ciudad mediterránea que aún permanecía enterrada y que muestra su esplendor en la era romana.


El Director de las excavaciones arqueológicas de la Dirección General de Antigüedades (DGA), Assad Seif, aseguró a Efe que desde 2005 las excavaciones que se realizan tanto en el centro como en la periferia de la capital libanesa han permitido conocer nuevos detalles sobre la necrópolis romana y su arquitectura.


Asimismo, han permitido acercarse a algunas de las técnicas artesanales de la época, desconocidas hasta ahora, e incluso hacer estimaciones sobre su demografía.


"Aparentemente, en la época romana la necrópolis de Beirut formaba una especie de cinturón alrededor de la polis, que se extendía hacia el este de la ciudad, como demuestran los hallazgos realizados en el barrio (oriental) de Bedawi", asegura Seif.


Este descubrimiento, no sólo ha permitido averiguar la disposición de la ciudad, sino que como explica el arqueólogo libanés "permite hacer investigaciones para identificar el número de habitantes de Beirut en cada época y conocer las prácticas y ritos funerarios, que algunas veces son una mezcla del culto local y romano".



Foto: Imagen de restos de tumbas romanas de los siglos I a III, descubiertos en el sector de Ras al Nabea, en Beirut. (Foto gentileza de: EFE/Terra.cl).



Muchos de los nichos esconden, además, pequeños utensilios, como frascos de vidrio que pueden ofrecer nuevos detalles sobre las prácticas artesanales de la época.


"Por primera vez en Oriente Medio se han descubierto frascos en las tumbas que contenían perfumes, aceites y otros ungüentos, hechos con un tipo de vidrio soplado que no se encontraba en esta región del mundo, sino en Grecia, Europa y otras regiones de la antigüedad", precisó Seif.


A través de estos hallazgos y particularmente gracias a las impurezas del vidrio, se podrá saber si estos pequeños utensilios domésticos fueron elaborados en la también libanesa ciudad de Sidón o si fueron importados desde otras orillas del Mare Nostrum.


También se descubrió un "taller de bronce, el primero en el Líbano y en el levante mediterráneo, que está casi intacto", dice Seif.



Foto: Imagen de un frasco con forma de diosa romana del siglo I, descubiertos en una tumba en el sector de Ras al Nabea, en Beirut. (Foto gentileza de: EFE/Terra.cl).


El experto en arqueología considera este hallazgo "muy importante porque se localizaron en él cilindros con los que se elaboraban las monedas" El estudio de los fragmentos de cobre encontrados en esta fábrica se centra en "saber a qué emperador pertenecían y en definir la producción y la tecnología que se empleaba para trabajar este material".


El plano que se conocía de la ciudad romana, levantada sobre la antigua ciudad fenicia, se ha visto enriquecido gracias a la localización de los restos del jardín romano o el hipódromo "que permitirán completar, mas o menos, la topografía histórica de la urbe".


Seif matiza que aún permanece en la penumbra la ubicación de ciertos edificios que pudieron ser emblemáticos durante el periodo romano, como la Escuela de Derecho, donde según los textos estudiaron los más importantes juristas de la época.


"Los textos explican que los estudiantes trabajaban bajo la tutela de profesores o maestros junto al ágora, situada en las proximidades de la basílica, y que una vez que terminaban sus estudios tomaban la calle que conducía al puerto", comenta.



Sin embargo, como asegura, hasta ahora no se sabe si las lecciones se impartían en la casa del profesor, en el ágora o en el edificio de la basílica que hasta época bizantina no adquirió una función religiosa.


Su sueño como arqueólogo, confiesa, es, además de desentrañar los secretos de la capital del país de los cedros, formar una escuela de expertos libaneses capaz de "hacerse cargo de nuestro patrimonio".


"Esto permitirá tomar conciencia para avanzar hacia la reconstrucción de la historia del Líbano, de modo objetivo y científico", subraya.



Los eslabones fenicio, romano, bizantino, árabe y otomano que han ido moldeando la estructura de la ciudad y la idiosincrasia de sus habitantes forman, para el arqueólogo "una parte de nuestra historia que debemos asumir y tomar como un elemento de solidez de nuestra identidad para seguir avanzando hacia un futuro mejor".


Fonte: (8 Fev 2008). EFE / El Diario Exterior.com / Terrae Antiquae


http://terraeantiqvae.blogia.com/2008/020803-estudian-los-secretos-de-la-era-romana-de-beirut-libano-.php 

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por noticiasdearqueologia às 21:43


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