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NOTÍCIAS DE ARQUEOLOGIA

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Sexta-feira, 06.05.11

Documentarista 'encontra' pregos da cruz de Cristo e gera polêmica

Um documentarista afirma que dois pregos encontrados em um tumba em Jerusalém podem ter sido usados na crucificação de Cristo, hipótese que foi criticada e causou polêmica entre especialistas em arqueologia.Os objetos foram encontrados em 1990, durante uma escavação na região montanhosa de Armon Hanatziv, 6 quilômetros ao sul da cidade antiga de Jerusalém. A área agora possui um parque e prédios residenciais.No local, estavam dois ossuários - caixas contendo restos mortais antigos -, ambos com a inscrição "Caifás", nome do sumo sacerdote de Jerusalém durante o período de Cristo.Segundo a Bíblia, foi ele quem entregou Jesus ao governador romano Pôncio Pilates, para ser depois condenado à morte por crucificação. Os pregos estavam dentro de um dos ossuários. Outros objetos foram encontrados dentro das caixas, como moedas, uma garrafa de perfume e um lampião. Os artigos foram levados a um laboratório na Universidade de Tel Aviv, onde passaram por estudos e ficaram guardados por cerca de 15 anos. Para o documentarista Simcha Jacobovici, as autoridades israelenses não deram a importância devida aos pregos, que, segundo ele, teriam sido usados na crucificação e, anos depois, enterrados junto de Caifás por sua família. O motivo disto, de acordo com o diretor, seria o fato do sacerdote ter mudado de ideia sobre Cristo após a cruficicação. Enterrar Caifás com os pregos seria uma maneira de dar-lhe proteção divina na vida após a morte. Jacobovici considera as evidências "muito fortes", mas admite não ter 100% de certeza de que os pregos foram de fato utilizados para crucificar Cristo. O assunto é tema de seu documentário Nails of the Cross ("Pregos da Cruz", em inglês), primeira parte de uma série chamada Jewish Secrets of Christianity ("Segredos Judeus do Cristianismo"), a ser transmitida por uma rede de TV israelense. Nascido em Israel e criado no Canadá, Jacobovici é autor de diversos filmes e programas de TV em que explora assuntos relacionados à arqueologia e à história, como a série The Naked Archaeologist, transmitida pelo canal History Channel. Polêmicas Alguns documentários de Jacobovici sofreram críticas por sua suposta falta de apuro científico. Um deles foi The Lost Tomb of Jesus ("A Tumba Perdida de Jesus"), que afirma que a família de Jesus estaria enterrada em uma tumba próxima à cidade antiga de Jerusalém. A Autoridade de Antiguidades de Israel, órgão que supervisionou as escavações em 1990, afirma que pregos são frequentemente encontrados em tumbas na região. A entidade diz, segundo a agência Reuters, que o filme de Jacobovici é "interessante", mas a sua interpretação sobre os pregos é "fantasiosa". O órgão afirma ainda que "Caifás" era um nome comum à época, e que não há provas de que os ossuários contêm os restos do sacerdote. O documentarista, citado pela agência Xinhua, contesta a Autoridade e diz que o nome era incomum, o que faz com que as caixas de ossos sejam de fato do religioso que entregou Cristo a Pilates. Já Zvi Greenhut, da Autoridade de Antiguidades de Israel, que foi responsável pela escavação em Armon Hanatziv, negou, em entrevista à rede CNN, que os pregos que estão na Universidade de Tel Aviv sejam os mesmo que ele desenterrou. Greenhut disse ainda que considera as teses de Jacobovici "imaginativas". BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

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por noticiasdearqueologia às 13:33

Quinta-feira, 13.05.10

Jerusalém: arqueólogos encontram aqueduto construído em 1320

O arqueólogo Yahiel Zelinger mostra parte do aqueduto que foi usado por Jerusalém durante quase 600 anos Foto: AP





O arqueólogo Yahiel Zelinger mostra parte do aqueduto que foi usado por Jerusalém durante quase 600 anos.


Arqueólogos afirmaram nesta terça-feira terem desenterrado um aqueduto do século XIV que abasteceu Jerusalém por aproximadamente 600 anos. Fotografias do século XIX mostram os dominadores otomanos utilizando a estrutura construída em 1320.




O aqueduto foi encontrado durante obras de reparo em um sistema moderno de abastecimento de água. Já que os trabalhos na cidade costumam ser acompanhados por autoridades da arqueologia, os cientistas puderam vislumbrar a estrutura antiga.


Os pesquisadores afirmam ter encontrado duas das nove sessões arqueadas de uma ponte de cerca de 3 m na zona oeste da cidade antiga. De acordo com os arqueólogos, apesar de saberem que o aqueduto existia, encontrá-lo deu um vislumbre do complexo sistema de pontes utilizado por séculos para levar a água a seu destino.


Yehiel Zelinger, chefe da escavação afirma que o primeiro aqueduto da cidade data de 2 mil anos atrás, quando a população começou a buscar água em Belém, a 22 km de distância. O aqueduto encontrado foi substituído durante o período Otomano por canos de metal e então acabou enterrado.


Fonte: (11 Mai 2010). Terra.com: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4425862-EI8147,00-Jerusalem+arqueologos+encontram+aqueduto+construido+em.html




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por noticiasdearqueologia às 21:06

Sexta-feira, 26.12.08

Jerusalém: descoberto maior conjunto de moedas de ouro do período Bizantino

Arqueólogos britânicos descobriram 264 moedas de ouro com 1300 anos, 

nas antigas muralhas de Jerusalém, debaixo de um parque de 

estacionamento, revelaram hoje as Autoridades Israelitas.

Segundo os cientistas, a descoberta é do século VII, no final do 

período Bizantino. "Nós descobrimos cerâmica, descobrimos vidro, mas 

nunca tínhamos descoberto nada como isto", disse a arqueóloga 

britânica, Nadine Ross, que encontrou o conjunto de moedas no domingo, 

debaixo de uma grande pedra.

"É muito, muito excitante", disse a especialista, que estava na sua 

última semana da viagem a Israel. As moedas são da altura do reino do 

Imperador bizantino Heráclio, entre os anos 610 e 641 DC.

Do lado da cara, as moedas trazem o imperador com trajes militares, a 

segurar numa cruz com a sua mão direita. No reverso da moeda, está a 

cruz. Os arqueólogos explicam que as moedas foram cunhadas no 

princípio do reino de Heráclio, antes dos persas conquistarem 

Jerusalém no ano de 614.

"Isto é um dos maiores e mais impressionantes conjuntos de moedas que 

alguma vez foram descobertos em Jerusalém - certamente o maior e mais 

importante deste período", disseram em comunicado os directores do 

local de escavação, Doron Ben-Ami e Yana Tchekhanovets.

"Já que nenhum vaso de cerâmica foi descoberto ao lado das moedas, 

pode-se assumir que estavam escondidas num buraco da parede do 

edifício", disseram.

Até agora, só se encontrou em Jerusalém um conjunto de cinco moedas de 

ouro deste período.


Fonte: (23 Dez 2008). Reuters.

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por noticiasdearqueologia às 17:35

Segunda-feira, 03.11.08

Encuentran en Israel un texto hebreo de 3.000 años, el más antiguo conocido

Es el mayor hallazgo arqueológico en Israel desde los Manuscritos del Mar Muerto.




Arqueólogos israelíes desenterraron en las proximidades de Jerusalén el escrito hebreo más antiguo que se conoce, un fragmento cerámico de 15 por 15 centímetros y 3.000 años de antiguedad calificado como "el más importante descubrimiento arqueológico en Israel desde los Manuscritos del Mar Muerto".


Según comunicó hoy la Universidad Hebrea de Jerusalén, el fragmento cerámico incluye cinco líneas de texto separadas por líneas negras y ha sido encontrado en excavaciones llevadas a cabo en la fortaleza de Elah, al sureste de Jerusalén, un complejo que data del siglo X antes de Cristo.


El objeto se encontraba en el suelo, en el interior de un edificio próximo a la entrada de la fortaleza. Según la universidad, las pruebas de carbono 14 efectuadas sobre el material orgánico encontrado junto al fragmento han concluido que la inscripción data de hace tres milenios, de tiempos del rey David. Por ello, es mil años más antiguo que los Manuscritos del Mar Muerto.


Pese a que la inscripción tiene que ser todavía descifrada por completo, contiene las raíces de las palabras "esclavo", "juez" y "rey". Se piensa que fue parte de una carta o un texto legal. La universidad espera que el texto contribuya a estudiar el desarrollo de los lenguajes alfabéticos.


Las excavaciones en Elah comenzaron en junio de 2008. La fortaleza está situada en la frontera entre Filistea y el reino bíblico de Judea y se cree que fue un importante lugar de paso en la carretera principal desde la costa a Jerusalén. Hasta el momento, sólo ha sido excavado el cinco por ciento de la fortaleza.



Fonte: DPA (30 Out 2008). El Mundo: http://www.elmundo.es/elmundo/2008/10/30/cultura/1225401587.html

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por noticiasdearqueologia às 22:46

Terça-feira, 11.09.07

Descoberto túnel de escoamento de águas que serviu de abrigo aos judeus




A descoberta deixou entusiasmado o mundo da arqueologia. O Departamento de Antiguidades Israelita revelou que uma equipa de arqueólogos encontrou, em Jerusalém, um túnel de escoamento de águas, que servia de local de abrigo aos judeus, na época de Cristo.




O túnel tem 70 metros de extensão e conta com dois mil anos de história. Data da época de Cristo e terá servido de esconderijo aos judeus que fugiram da cidade de Jerusalém, durante o cerco romano no ano 70, segundo o historiador Flávio Josefo.
Em algumas zonas, o túnel chega a atingir os três metros de altura. Numa estrutura definida por pedras bem alinhadas. No canal subterrâneo foram descobertas moedas e fragmentos de vasos da época romana. A parte norte do canal ainda está por explorar.


(10 Set 2007). Sic on line: http://sic.sapo.pt/online/noticias/vida/Achado+historico.htm?WBCMODE=p

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por noticiasdearqueologia às 22:18


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