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NOTÍCIAS DE ARQUEOLOGIA

O Património é um bem comum... Preservá-lo só depende de cada um de nós...


Terça-feira, 09.02.10

Descubren cuatro nuevos cadáveres, dos peines decorados y un altar en el dolmen de Montelirio


 


Las excavaciones del dolmen de Montelirio, enclavado en una finca de 16.000 metros cuadrados en Castilleja de Guzmán (Sevilla) y declarado Bien de Interés Cultural (BIC), hansacado a la superficie dos nuevos peines de marfil decorados con figuras zoomórfas semejantes a cerdos, un nuevo altar y restos humanos correspondientes a otros cuatro cadáveres, descubrimientos que se suman las 17 figuras zoomorfas y de marfil, dos altares circulares y 113 puntas de flecha hallados desde el comienzo de esta última investigación.


 


El equipo de arqueólogos, dirigido por Álvaro Fernández, Vicente Aycart y José Luis Escacena, comenzó el pasado 13 de julio de 2009 esta nueva campaña de excavaciones que sucede a la consumada en 2007, cuando los arqueólogos rescataron del conjunto funerario los restos de 16 cuerpos, así como 4.000 cuentas de collar y otros restos de ajuar entre los que figuraban piezas de ámbar.

La nueva campaña de excavaciones, según informó en su momento a Europa Press Álvaro Fernández, ya había supuesto el descubrimiento de diez figuras "zoomorfas" que representan cerdos, una en forma de ave, seis objetos de marfil que representan bellotas y un peine también de marfil. Además, en el corredor del dolmen, los arqueólogos descubrieron 113 puntas de flecha, así como dos altares circulares que habrían estado decorados "de color rojo" y sobre los que han sido hallados los vestigios de "tres ofrendas", dado que encima de estos altares reposaban restos de ceniza y puntas de flecha.

Los últimos hallazgos, según informó nuevamente a Europa Press el arqueólogo director de los trabajos, son dos "peines de marfil" ornados con figuras zoomorfas semejantes a pequeños cerdos, unas "composiciones artísticas bastante complejas" que prueban la "riqueza de los ajuares" de la sociedad que construyó el túmulo. Además, los arqueólogos han rescatado de la tierra "un altar o estela con un motivo antropológico" aún por esclarecer, dado que la pieza está siendo sometida a un proceso de restauración.

El último de los grandes hallazgos, igualmente, ha sido la localización de huesos humanos correspondientes a cuatro nuevos cadáveres que se suman a los 15 ya descubiertos durante la campaña de 2007. A la espera de un profundo estudio de estos restos óseos, Fernández indicó que, al igual que los 15 cuerpos ya rescatados, los indicios apuntan a que se tratarían de mujeres de "entre 25 y 35 años" que habrían sido sepultadas en el monumento funerario como "séquito" del "gran personaje" enterrado en la cámara central, expoliada quizá en época romana.

Mientras el equipo de arqueólogos está "rematando" la intervención para elaborar una memoria preliminar de la investigación, Fernández consideró que estos hallazgos han puesto de relieve que la sociedad que rodeaba a este túmulo era "muy compleja", como prueban la figura del "gran personaje" enterrado en el monumento, su "séquito" de mujeres, los lujosos ajuares y las "obras de arte" que en él se incluyen y los "símbolos" que aluden a una cultura "agroganadera" en la comarca del Aljarafe.

Las pruebas de Carbono 14 practicadas a dos de los cadáveres de mujer hallados en 2007, así, elevan al periodo comprendido entre el 2700 y el 2900 antes de Cristo la antigüedad del sepulcro, toda vez que el arqueólogo director entiende que a día de hoy, "se podría llenar toda una sala de un museo" con los vestigios y piezas rescatados de este monumento funerario. Estas investigaciones, igualmente, invitan a "reinterpretar" otros dólmenes cercanos, como los de Matarrubilla, La Pastora u Ontiveros, en el vecino municipio de Valencina de la Concepción.


 


Fonte: (6 Fev 2010). Andalucia Critica.

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por noticiasdearqueologia às 22:50

Sexta-feira, 11.04.08

Achados arqueológicos abrem guerra à exploração de caulino

vila-seca171.gif A descoberta dos seis dólmenes em terrenos destacados para a exploração de caulino, em Vila Seca, Milhazes e Faria, despoletou uma troca de acusações entre Mibal (que emite um comunicado em jeito de publicidade) e autarcas.
A Mibal, Minas de Barqueiros, S.A. publicou em jornais nacionais e regionais, em jeito de publicidade, um comunicado intitulado “Mibal condena pressões à justiça”.
No texto, a empresa fala de “vários responsáveis políticos, designadamente da Junta de Freguesia de Vila Seca e da Autarquia de Barcelos (...) que tem uma intenção clara de influenciar a agenda mediática da região através de um conjunto de posições que constituem, uma vez mais, uma grave tentativa de condicionar a boa administração da justiça e de manipular a opinião pública”.


No mesmo comunicado pode ainda ler-se que a MIBAL “estranha que as Juntas de Freguesia locais e o Município de Barcelos só agora se preocupem com a alegada existência de tais achados arqueológicos”.
Ora, confrontado com o comunicado, o autarca de Vila Seca, José Faria, começa por dizer que “o facto de se tratar de uma publicidade paga pode querer dizer alguma coisa, nós não temos dinheiro para isso e contra má consciência, bom coração”.
Acrescenta que “isto não é uma instrumentalização da população, nem coisa que se pareça, trata-se sim de dar a conhecer à população uma descoberta arqueológica que desconhecíamos e que foi despoletada por causa da eventual exploração, depois de estudos feitos por nós, caso contrário, se os gestores da Mibal fossem sérios e rigorosos, ao fazerem os estudos tinham detectados este património”, conclui.
Sobre a preocupação com os achados, José Faria desmente a Mibal. Diz que “em 1997 foi formada uma comissão para lutar contra a exploração de saibreiras clandestinas, houve a comunicação a vários organismos e foi desencadeada uma acção em tribunal, que esse senhor não refere”, remata com a certeza que a defesa do património é para continuar.


Fonte: (4 Mar 2008). A Voz do Minho.


Notícia continua em: http://www.avozdominho.com/index.php?seccao_link=conteudo&seccao=5&nome_seccao=Detalhes&accao=lermais&id_noticia=4688

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por noticiasdearqueologia às 23:33

Sábado, 29.12.07

A exploração de caulinos em Milhazes e Vila Seca ameaça vestígios arqueológicos.

A concessão de caulino prevista para Vila Seca e Milhazes pode ser bloqueada se a Câmara Municipal de Barcelos e as Junta de Freguesia de Vila Seca e Milhazes pedirem ao Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR) a classificação do conjunto de vestígios arqueológicos existentes nos terrenos da exploração.
Um estudo realizado pelo Gabinete de Arqueologia da Câmara encontrou dois dólmenes e diversos elementos arquitectónicos que integram o património pré-industrial (relacionado com sistemas de rega para a agricultura e para a moagem), que, caso a exploração avançasse seriam destruídos. 
Alguns destes elementos estão semi-destruídos, mas podem ser recuperados. A Junta de Vila Seca está disposta, em conjunto com a Câmara, a requerer a classificação e, caso o IPPAR venha a dar provimento a essa pretensão, os terrenos onde os vestígios estão situados e um perímetro de 50 metros ou mais, conforme o valor dos vestígios encontrados, fica a salvo de qualquer intervenção, o que inviabilizaria quase todos os terrenos para a extracção de caulino prevista. Aliás,  Vila Seca, Milhazes e Gilmonde são zonas de alguma abundância de vestígios das sociedade megalítica - com mais de 5 mil anos - como é o caso dos dólmenes (monumentos funerários) encontrados, e, que, na opinião dos especialistas, urge escavar e preservar. Para isso é fundamental que os projectos de concessão ou licenciamentos de construção estejam obrigados a investigações arqueológicas prévias.
“Pela nossa parte, e em conjunto com a Câmara, vamos tentar que se consiga a classificação dos vestígios arqueológicos ali existentes. Está em causa um património importante para a história da freguesia e do concelho e deve ser salvaguardo”, disse ao Barcelos Popular (BP), José Faria, presidente da Junta de Freguesia de Vila Seca. O autarca aproveita o momento para recordar que a existência de tais vestígios “mostra a falta de rigor com que foram feitos os estudos da exploração”. E garante que “se não fosse a nossa insistência e oposição à exploração, bem como os estudos feitos no terreno pela Câmara, a Mibal destruía tudo que se conhece e o que está por escavar”.
   


Fonte: (27 Dez 2007). Barcelos Popular: http://www.barcelos-popular.pt/index.php?zona=ntc&tema=3&lng=pt&id=883

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por noticiasdearqueologia às 12:42

Quarta-feira, 25.07.07

"Anta da Laginha" (Cardigos, Mação): Escavações de investigadores britânicos e portugueses.


O Museu de Arte Pré-Histórica e do Sagrado do Vale do Tejo, em parceria com Instituto Politécnico de Tomar e a Universidade de Durham, realizam este mês a escavação da "Anta da Laginha" na freguesia de Cardigos.


Os trabalhos, coordenados pelo Professor Chris Scarre e pelo Professor Luís Oosterbeek integram um projecto coordenado pelo Director do Museu de Mação e pelo Professor inglês Chris Scarre que procuram estudar as origens agro-pastorícias, bem como aspectos económicos e tecnológicos das comunidades antigas.


Segundo disse à Lusa Luís Oosterbeek, director do museu, "o trabalho que está em curso reúne 15 investigadores", entre alunos e professores da Universidade de Durham, Inglaterra, e do Mestrado do Museu de Mação e Politécnico de Tomar.


Luís Oosterbeek disse à Lusa que se pretende "perceber como estas comunidades organizavam o território e entender os seus aspectos simbólicos".


Este projecto, que já vai no segundo ano, é financiado pela Academia Britânica.


Concretamente, o objectivo dos trabalhos que estão a decorrer é a escavação da Anta da Laginha, bem como a prospecção do espaço à sua volta tendo mesmo sido efectuadas sondagens mecânicas.


Um dos aspectos pretendidos, além do interesse arquitectónico, é a identificação de processos antigos de agricultura.


Segundo disse, "este é um monumento megalítico que, tal como a Anta da Foz do Rio Frio, também em Mação, apresenta afinidades norte-alentejanas e cujo estudo está a permitir responder a uma série de questões".


Luís Oosterbeek explicou que, com estes estudos, "já é possível dizer que a Anta da Laginha foi construída no ano 4300 a.c. sendo possível, com o aproximar do fim da escavação, ter uma ideia razoável do que ali existe".


O professor disse à Lusa que "já foram descobertos alguns objectos de valor arqueológico, nomeadamente geométricos (elementos de foice) e um machado de pedra polida assim como alguns objectos de cerâmica sem decoração".


Com o fim desta fase da escavação, que já começou em 2006, há questões que, segundo explicou à Lusa Luiz Oosterbeek vão ficar por responder.


O professor referiu que ainda não se percebeu, por exemplo, "a forma como funcionava o corredor, uma questão que ainda não vai ficar esclarecida este mês".


Nesse sentido, terá lugar uma nova campanha na Primavera de 2008.


O professor adiantou que "os resultados deste trabalho vão ser divulgados no final deste ano" e, após a conclusão destes estudos, "a Anta da Laginha integrará o Roteiro dos Sítios Visitáveis no Concelho de Mação naquele que será um dos nossos novos projectos", no âmbito do museu de Arte Pré-Histórica e do Sagrado do Vale do Tejo.


(25 Jul 2007). Lusa:  http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/VJqaSPQ19FOh750BTnKU2Q.html

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por noticiasdearqueologia às 17:53


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