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NOTÍCIAS DE ARQUEOLOGIA

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Quinta-feira, 12.12.13

China descobre antiga arquitetura budista

Arqueólogos na Província de Shanxi, norte da China, descobriram um templo com 1,4 mil anos da história, onde uma coleção de estátuas de Buda esteve armazenada.

O santuário, rodeado por paredes esculpidas com nichos de Buda, é parte do complexo de Templo de Tongzi isolado em uma montanha próxima à cidade de Taiyuan, capital de Shanxi.

A estrutura foi construída em 556 durante a dinastia Qi do Norte (550-557), um período próspero para budismo, de acordo com os pesquisadores do Instituto de Arqueologia da Academia Chinesa de Ciências Sociais (ACCS).

"A estrutura é a única do tipo descoberta na China e elucida as primeiras esculturas de Buda", disse Li Yuqun, pesquisador do Instituto de Arqueologia da ACCS e arqueólogo principal na escavação.

Apesar de ter sido destruído em uma guerra em 1117, foram encontrados no templo um lote de estátuas bem preservadas. Uma de suas paredes foi esculpida com uma figura de Buda com mais de 20 metros de altura. Ela está irreconhecível depois de tantos anos, mas os arqueólogos desenterraram alguns resíduos que sugerem sua aparência original.

A estrutura também tem um mural de 2,6 metros datando da dinastia Tang (618-907), que é de grande valor como a mais antiga na região, segundo os arqueólogos.

Fonte: Xinhua (12.12.2013). China Rádio Internacional: http://portuguese.cri.cn/721/2013/12/12/1s176948.htm

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por noticiasdearqueologia às 21:42

Terça-feira, 12.06.12

Exército chinês de terracota vê engrossar as suas fileiras

Exército chinês de terracota vê engrossar as suas fileiras




Os 110 guerreiros de terracota agora localizados vão juntar-se a milhares de figuras postas a descoberto nos últimos anos, junto ao túmulo do primeiro imperador da China.



A China anunciou na segunda-feira a descoberta de mais 110 guerreiros, pertencentes ao célebre exército de figuras de terracota, enterrado junto ao túmulo do imperador Qin Shihuang. Os arqueólogos chineses dizem que esta nova descoberta é uma das mais importantes, já que os vestígios se encontram bem conservados e mantém as pinturas originais. As escavações permitiram recuperar também algumas armas e elementos de carros de guerra do “exército de argila”.


“As escavações feitas no sítio arqueológico, de 200 metros quadrados, permitiram por a descoberto 110 personagens de terracota” declarou a France Press Shen Maosheng, diretor adjunto do departamento de arqueologia do museu que foi construído junto ao local na província de Xian, norte da China.
Segundo este responsável, ainda falta desenterrar dos 11 soldados de terracota, que têm a altura aproximada de um homem adulto.


O exército de terracota. Também chegado exército de argila, representa uma das descobertas arqueológicas mais importantes do século XX e tornou a localidade de Xian num dos destinos turísticos mais populares da China.                 
O exército, constituído por milhares de soldados em terracota e pelos seus cavalos foi descoberto acidentalmente em 1974 por camponeses que cavavam um poço, nas imediações do complexo funerário do primeiro imperador da china, Qin Shihuang .
Qin Shiuang (também conhecido por Qin Shihuangdi) ficou na história como o unificador do império da China e fundador da dinastia Qin, que governou o país entre 221 a 206 antes de cristo.

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por noticiasdearqueologia às 22:49

Sexta-feira, 25.11.11

Arqueólogos descobrem tumba antiga no nordeste da China


Uma tumba antiga de mais de 2.000 anos foi escavada na Província de Liaoning, nordeste da China, anunciou nesta quinta-feira a instituição arqueológica provincial.


A tumba, parte de um grupo cuja escavação foi iniciada em 1999, fica 5,5 metros abaixo da terra e cobre uma área de 72 metros quadrados na aldeia de Dongdazhangzi, cidade de Huludao. Foi confirmado que o túmulo data do período dos Estados Combatentes (475-221 a.C.), disse Guo Dashun, arqueólogo do Instituto de Arqueologia de Liaoning.


O túmulo é o maior desse período descoberto ao norte da Grande Muralha, tendo por isso grande valor acadêmico, disse Guo.


"É uma tumba antiga que combina os costumes funerários da minoria local, da Planície Central da China e dos cursos médio e inferior do Rio Amarelo", disse Guo.


Até novembro de 2011, arqueólogos trabalhando no grupo de tumbas localizaram 137 antigas tumbas, crânios de animais e cerâmicas do estilo da Planície Central da China.


É extremamente raro descobrir tantas tumbas antigas ao norte da Grande Muralha. Por isso, esta descoberta arqueológica deve questionar opiniões tradicionais sobre civilizações antigas no nordeste da China.


Fonte: Xinhua (24 Nov 2011). CRI, on line: http://portuguese.cri.cn/561/2011/11/24/1s142770.htm


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por noticiasdearqueologia às 14:01

Quarta-feira, 26.10.11

Frangos eram domesticados há 8 mil anos, dizem arqueólogos

Um grupo de arqueólogos encontrou no norte da China restos fósseis de animais que indicam a existência de frangos domesticados há 8 mil anos, 4 mil anos antes dos mais antigos de que se tinha conhecimento, informou neste domingo a agência de notícias oficial Xinhua.





Os arqueólogos desenterraram 116 fósseis que também incluem outros animais como cachorros, porcos, tartarugas, peixes e moluscos na jazida neolítica de Cishan, situada na província de Hebei.


Alguns dos ossos encontrados pertencem a frangos domesticados que - segundo Qiao Dengyan, diretor do Instituto Municipal de Restos Culturais e Arqueologia de Handan - são "ligeiramente maiores que os de frangos selvagens, mas menores que os domesticados atuais".


A maioria dos ossos pertence a machos, o que, segundo Dengyan, indica que já naquela época se costumava comer a carne desses animais, enquanto as galinhas eram mantidas em currais para a produção de ovos.


Até agora, os vestígios mais antigos de frangos domesticados remetiam ao vale do Indo (atual Paquistão), de onde se considera que esta prática se estendeu para o Ocidente.


Fonte: (16 Out 2011). Terra.com: http://noticias.terra.com.br/noticias/0,,OI5415433-EI188,00-Arqueologos+descobrem+na+China+indicios+de+frangos+domestigados+ha+mil+anos.html




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por noticiasdearqueologia às 13:44

Quarta-feira, 25.05.11

Ruínas de povoado com 2.500 anos de idade são descobertas na China


Arqueólogos chineses encontraram os vestígios na província de Yunnan.
Local foi achado em 2009, mas primeiras escavações ocorreram em 2010.






Um grupo de arqueólogos chineses encontrou as ruínas de um antigo povoado de ao menos 2.500 anos de antiguidade na província de Yunnan, no sul do país, informou nesta quarta-feira (25) a agência oficial "Xinhua".


Os pesquisadores do Instituto de Patrimônio e Arqueologia de Yunnan acharam as ruínas de 20 casas agrupadas em fileiras de quatro imóveis, que medem de 15 a 25 metros quadrados cada, e ainda 20 túmulos localizados em suas proximidades.


Peças de barro, bronze e pedra, além de ossos de animais, foram encontrados no interior das construções, segundo informou um membro da equipe de escavação, Jiang Zhilong.


O especialista explicou ainda que a maioria dos imóveis era usada como moradia, embora fosse possível que alguns tenham servido como escritórios.


Descoberto em 2009, o local tem ao menos 10 mil metros quadrados de extensão, e a primeira fase de escavação do terreno começou no ano passado.


Fonte: (25 Mai 2011). Globo: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/05/ruinas-de-povoado-com-2500-anos-de-idade-sao-descobertas-na-china.html




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por noticiasdearqueologia às 19:33

Quinta-feira, 03.06.10

Arqueólogos esperam revelar enigmas da tumba de Cao Cao


De acordo com pesquisa preliminar feita por arqueológicos chineses, a tumba do século 3 descoberta na província de Henan, centro da China, pertence a Cao Cao, famoso político, militar e escritor do período dos Três Reinos da China Antiga. O achado foi nomeado uma das seis maiores revelações arqueológicas do país em 2009 pela Academia de Ciências Sociais da China e desperta grande atenção do público. Embora algumas pessoas ainda tenham dúvida sobre a identidade do dono da tumba, especialistas dizem que vão continuar a escavação e a pesquisa das relíquias culturais encontradas no local.


A tumba de Cao Cao fica no sul da Aldeia Xigaoxue, no Distrito de Anyang, na província de Henan. O repórter da Rádio do Povo de Anyang, Jiang Tian, foi recentemente ao cenário de escavação para cobrir o evento. Ele introduziu:


"Ao oeste da tumba, há uma grande cova onde a terra já havia sido cavada para fazer um forno de tijolo rudimentar e, ao longe, pode-se ver a montanha Taihang. No cenário da escavação, foram descobertas duas tumbas paralelas, a Tumba No.1 e a Tumba No.2, distantes cerca de 20 metros uma da outra. Ambas já foram roubadas várias vezes. Agora ainda podemos ver uma caverna escavada pelos ladrões perto dos sepulcros."


        


Antes da divulgação do descobrimento da tumba de Cao Cao, a Aldeia Xigaoxue era apenas uma vila comum no centro da China. Pan Weibin, do Instituto de Pesquisa de Relíquias Culturais e Arqueologia da Província de Henan, estava escavando outras tumbas em Anyang quando um oficial local lhe disse que uma tumba na Aldeia Xigaoxue já tinha sido roubada por várias vezes e precisava de recuperação arqueológica e proteção profissional. Pan imediatamente dirigiu um grupo de arqueólogos para trabalhar na tumba de Cao Cao.


"Entre 2006 e 2008, a tumba foi roubada por várias vezes. Para salvar os objetos, nosso instituto conseguiu a autorização da Administração das Relíquias Culturais do país e começou a escavação em dezembro de 2008. Em exato um ano, conseguimos cumprir a primeira fase da escavação e atingimos progressos consideráveis."


De acordo com Pan, um dos êxitos mais importantes é a revelação da identidade do dono da tumba: Cao Cao. Ele viveu no período dos Três Reinos, uma época marcada por guerras frequentes e, por consequência, inúmeros heróis históricos. Nas gerações seguintes, surgiram diversas obras literárias, poemas e teatros exaltando a época e Cao Cao. Lendas ainda dizem que Cao fundou 72 tumbas falsas para prevenir o roubo de seus pertences após seu falecimento, o que causou uma discussão nacional sobre a identidade do dono da tumba depois de o grupo de Pan anunciar o resultado da escavação no final de 2009.


O arqueólogo e diretor do Instituto de Pesquisa Arqueológica da Academia de Ciências Sociais da China, Wang Wei, afirmou nunca ter imaginado que a escavação poderia se tornar uma "mania" nacional.


Fonte: (20 Mai 2010). CRI.cn: http://portuguese.cri.cn/721/2010/05/20/1s122310.htm


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por noticiasdearqueologia às 19:00

Quinta-feira, 03.06.10

Arqueólogos descobrem importantes vestígios Ming e Qing em Macau

Uma equipa de arqueólogos chineses descobriu em Macau, junto às ruínas de São Paulo, uma troço da antiga muralha da cidade, que julgam datar da dinastia Ming (1368-1644), e objetos da dinastia Qing (1644-1912). 


As escavações iniciaram-se a 10 de abril nas imediações das ruínas de São Paulo numa área de 735 metros quadrados, onde foram demolidos, em março, dois edifícios da Administração, no âmbito do Plano Geral Urbano para aquela área da cidade, que o Governo pretende transformar numa "zona cultural e arqueológica".
Em cerca de dois meses de trabalhos, a equipa do Instituto de Arqueologia da Academia Chinesa de Ciências Sociais, convidada pelo Instituto Cultural de Macau, anunciou ter descoberto um troço da antiga muralha da cidade, próximo da Fortaleza do Monte, e relíquias da dinastia Qing, como objetos de cerâmica, ladrilhos, telhas, conchas e balas de canhão em pedra.
O troço da muralha, com 1,5 metros de comprimento, 2,5 metros de altura e uma espessura de 1,27 metros, "trata-se de uma estrutura com um alinhamento de, pelo menos, cinco blocos de pedra e diversas camadas de uma mistura de solo de cor clara, formando um emparelhamento sucessivo, finalizado com tijolos cinzentos chineses", explicam os especialistas.
"Tendo-se efetuado um estudo comparativo com base em mapas antigos de 1760, 1886 e 1912 verificou-se que esses documentos ilustram precisamente esta antiga muralha da cidade", salientam os arqueólogos citados numa nota do Instituto Cultural.
Os especialistas do continente chinês procuram agora interpretar se o troço de muralha descoberto se trata de um segmento que pertencia ao antigo Colégio de S. Paulo ou se era parte do sistema defensivo da cidade, ou mesmo se serviria as duas vertentes de uso.

Novas demolições

Os Serviços de
Solos, Obras Públicas e Transportes de Macau vão em breve demolir outros dois prédios na zona das ruínas de São Paulo, que são propriedade do Executivo da região, para permitir a continuação das escavações arqueológicas.
No final dos trabalhos e em função das descobertas, o Governo vai elaborar um plano geral da área classificada como Património Mundial pela UNESCO, centrada nas ruínas de São Paulo, com o objetivo de requalificar os recursos turísticos e culturais, elevar a qualidade de vida e promover o desenvolvimento diversificado da economia daquela zona da cidade.
Após a conclusão do estudo do plano preliminar, o Executivo vai lançar o tema à consulta pública a fim de "alcançar o equilíbrio entre a defesa dos valores históricos e culturais e criar condições propícias ao desenvolvimento económico", refere uma nota oficial.
"A zona das Ruínas de S. Paulo é o eixo central do centro histórico de Macau e também o centro da indústria cultural e do turismo, pelo que terá um papel difusor e catalítico na economia de toda a região", defende o Executivo. 
Fonte: (03 Jun 2010). SIC: http://sic.sapo.pt/online/noticias/vida/arqueologos+descobrem+importantes+vestigios+qing+junto+as+ruinas+de+sao+paulo+em+macau.htm

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por noticiasdearqueologia às 18:43

Quarta-feira, 07.04.10

Arqueólogos encontram cidade perdida na China

Uma equipa de arqueólogos da província oriental de Jiangxi encontrou os restos de uma antiga cidade pertencente à dinastia Han datada de há 2000 anos, avança a EFE.


As ruínas ocupam 18 mil metros quadrados e estão rodeadas por um fosso que se crê que protegia o recinto, situado colina próxima da localidade de Fujiacun.


Os arqueólogos encontraram também cerca de 30 metros de muralha original na parte oeste da cidade assim como restos de ladrilhos e azulejos nas zonas próximas.


A descoberta permitirá ampliar o conhecimento sobre a dinastia oriental Han, que governou o leste da China entre os anos 24 e 220 d.C.


Fonte: (24 Mar 2010). IOL.pt: http://diario.iol.pt/internacional/china-ruinas-cidade-perdida-tvi24/1149728-4073.html

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por noticiasdearqueologia às 22:11

Domingo, 21.03.10

Estudo revela castrações em cavalos há mais de 2000 anos

Um arqueólogo chinês revelou que a maioria dos cavalos de barro desenterrados do mausoléu de Qinshishuang, eram castrados.

O arqueólogo Yuan Jing estudou mais de 600 destas estátuas de barro à escala real do Exército do imperador Qin, localizado nos arredores de Xian. Todos os 520 cavalos de carroças eram castrados, tendo pénis, mas não testículos. Isso era variável nos 116 cavalos da cavalaria, no entanto, uns eram castrados e outros eram inteiros.


“A nova descoberta irá ajudar a nossa investigação acerca de como cavalos por desbastar, eram domados e o papel que desempenhavam no campo de batalha,” disse Yuan. Poderá também ajudar a desvendar mais segredos acerca do Exército de Terracota.”

No entanto, é preciso haver uma investigação dos restos dos cavalos, antes que se possam tirar quaisquer conclusões acerca de os cavalos reais serem ou não castrados.

As descrições mais antigas de castrações em porcos datam de há mais de 3000 anos, indicando que a “castração de animais era prática recorrente há mais de 2000 anos atrás,” disse Yuan.

Fonte: (3 Mar 2010). Portal Equisport: http://www.equisport.pt/noticias/detalhes.php?id=6702

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por noticiasdearqueologia às 22:52

Sábado, 22.08.09

Achados arqueológicos questionam origem da civilização chinesa


A descoberta de restos arqueológicos no vale do rio Yangtzé, que seriam pertencentes ao reino de Liangzhu (Neolítico), questionam a ideia de que a civilização chinesa tenha se formado nas planícies centrais do rio Amarelo e de que a Xia tenha sido a primeira dinastia, publicou hoje o jornal "China Daily".




Em 2007, arqueólogos chineses encontraram vestígios de um núcleo urbano que poderia ser a cidade perdida do reino de Lianghzu, que tem entre 4.000 e 5.300 anos de idade e que seria, portanto, anterior à dinastia Xia, de entre 2100 e 1600 a.C. atrás.


Os novos estudos são feitos pelo Instituto de Arqueologia da Academia Chinesa de Ciências Sociais e liderados por seu diretor, Wang Wei. Segundo ele, agora estão sendo usados métodos mais empíricos, em vez de se basear no que textos antigos revelam.


Desde 2004, o instituto está tentado determinar a cronologia pré-histórica da civilização chinesa através de métodos multidisciplinares.


"Tínhamos aceitado que a cultura chinesa se originou na bacia do rio Amarelo, mas à medida que avançamos em nossos estudos descobrimos que a evolução de núcleos regionais também contribuiu no desenvolvimento da civilização chinesa", explicou Wang.


Em 2001, foram achadas as ruínas da cidade de Jinsha, perto de Chengdu, capital da província de Sichuan, que se estima ter três mil anos de idade.


O novo achado se encontra a mais de 1 mil quilômetros de distância da bacia do rio Amarelo.


Para o pesquisador Andrew Lawler, as descobertas recentes são uma oportunidade para questionar a origem da China, um assunto confuso e complicado nos círculos acadêmicos do país.


Embora o estudo ainda não esteja finalizado, parece que revelará que, ao contrário do que até agora se pensava, a cultura chinesa se formou através da união de diferentes culturas milenares.


Fonte: (21 Ago 2009). EFE/Globo.com: http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,MUL1275222-7084,00-ACHADOS+ARQUEOLOGICOS+QUESTIONAM+ORIGEM+DA+CIVILIZACAO+CHINESA.html


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por noticiasdearqueologia às 23:35


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