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NOTÍCIAS DE ARQUEOLOGIA

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Sábado, 12.12.09

Gafanha da Nazaré: Arqueologia subaquática mergulha na Ria para confirmar naufrágio

O navio naufragado na Ria de Aveiro, encontrado a semana passada por dois mergulhadores num local onde hoje se designa por Canal do Rio Bôco, na Gafanha da Nazaré, junto às pontes da Friopesca e da A25, será um galeão do século XVI com dimensões para navegar no alto mar. A sua carga encontra-se, provavelmente, escondida no leito lodoso, onde parte da embarcação se enterrou, em data desconhecida.

Este é um dos cenários prováveis do navio naufragado na Ria, feita pela observação do mergulhador Paulo Correia, autor desta descoberta juntamente com António Sá.

Tal como António Sá, com experiência na visualização de outros navios, Paulo Correia diz que, tendo em conta o desenho da quilha e da popa desta embarcação, este não será um navio de navegação interior ou apenas junto à costa (cabotagem). Esta é a percepção de Paulo Correia, que também declarou um outro navio encontrado na Ria, no Canal Principal de Navegação, junto à antiga Lota de Aveiro (Ria de Aveiro B), onde foi recuperado um astrolábio. Paulo Correia também é conhecedor de outras descobertas mas o navio no canal do Rio Bôco tem “características de ser maior”, disse ao Diário de Aveiro.

Segundo o mergulhador, é visível o casco de uma embarcação, um tabuado com cerca de oito metros de comprimento, em “bom estado de conservação” e uma largura de dois metros na boca. Mas estas são as partes que foi possível medir, já que parte o navio se encontra enterrado no leito do canal.

Fonte: João Peixinho (8 Dez 2009). Diário de Aveiro.

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por noticiasdearqueologia às 20:50

Quarta-feira, 02.12.09

Bloco diz que empresa tem achados do Museu

Os deputados Catarina Martins, da Comissão Parlamentar de Ética, Sociedade e Cultura, e o deputado Pedro Filipe Soares, eleito pelo círculo de Aveiro do Bloco de Esquerda, pretendem que o Governo dê a conhecer quais os planos previstos para as peças arqueológicas (descobertas no Museu de Aveiro), alegadamente detidas pela empresa de arqueologia Mythica».

Num requerimento enviado ao Ministério da Cultura, os deputados dizem que «alegadamente, a empresa Mythica detém ainda as peças desenterradas, armazenadas em contentores, não se conhecendo o destino a dar aos artefactos arqueológicos recolhidos. Na sequência das descobertas, a Directora do Museu de Aveiro, Ana Margarida Ferreira, terá considerado a possibilidade de antecipação de uma exposição temporária sobre as escavações arqueológicas efectuadas. Porém, tal não se verificou, devido à alegada incompatibilidade do reajustamento do projecto de arquitectura com o financiamento comunitário».

Os deputados referem que a empresa de arqueologia Mythica «acompanhou todo o processo das escavações, tendo revelado, no momento das descobertas, que estava a ser realizada «a exploração de duas valas próximas da antiga cozinha do Convento de Jesus, de onde tem saído grande quantidade de faiança do século XII e posterior, como taças, tigelas, formas e mesmo fragmentos de vidro.»

Segundo o BE que cita (Março de 2009), um blogue (http://vistaparaacidade.blogspot.com/2009/03/resposta-de-ana-margarida-ferreira.html), a Directora do Museu de Aveiro admitiu que «as estruturas arqueológicas estão documentadas e enterradas», uma decisão que, segundo os deputados, «não se compreende e que importaria esclarecer, face à importância do achado. A este facto acresce que a reabertura do Museu não previu qualquer explicação ou exposição documentada sobre as descobertas e o destino das peças arqueológicas permanece desconhecido».

Lembram que «é competência do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico, I.P. (IGESPAR), em articulação com o Instituto dos Museus e da Conservação, acompanhar os trabalhos arqueológicos, proceder à avaliação dos bens achados, elaborar o seu inventário e registo, com vista à constituição de depósitos de espólios arqueológicos».


Fonte: (1 Dez 2009). News, on line: http://www.oln.pt/noticias.asp?id=20205&secc=1

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por noticiasdearqueologia às 22:54

Sábado, 07.06.08

Retrato de Santa Joana e órgão são tesouros nacionais

O retrato de Joana e o órgão positivo do coro alto da Igreja de Jesus, duas peças do Museu de Aveiro, foram classificados como bens de interesse nacional, que corresponde à forma de protecção mais elevada dos bens culturais móveis.


 Na passada semana o Conselho de Ministros aprovou um Decreto que procedeu à classificação como bens de interesse nacional de um conjunto de bens culturais móveis integrados nos museus dependentes do Instituto Português de Museus.


A lista que abrange cerca de 1.200 bens, dos domínios das artes plásticas e artes decorativas e da arqueologia, inclui o retrato de Santa Joana, uma pintura da segunda metade do século XV que se pretende da escola de Nuno Gonçalves, bem como o órgão de tubos do coro alto datado de 1739.


O Decreto, agora aprovado, visa acautelar especiais medidas em matéria de salvaguarda de bens cuja protecção e valorização represente um incontestável valor para Portugal, designadamente no que se refere à sua protecção, conservação e divulgação em contexto nacional e internacional.


A lista de bens classificados como de interesse nacional resulta do trabalho desenvolvido ao longo de um ano pelo Instituto Português de Museus.


Fonte:  Duarte Neves (5 Jun 2008). oaveiro.pt: http://www.oaveiro.pt/index.php?lop=conteudo&op=142949df56ea8ae0be8b5306971900a4&id=810dfbbebb17302018ae903e9cb7a483 

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por noticiasdearqueologia às 17:00


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