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NOTÍCIAS DE ARQUEOLOGIA

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Quinta-feira, 13.06.13

Mais de 600 naufrágios dão potencial arqueológico "enormíssimo" aos Açores

O arqueólogo José Bettencourt, do Centro de História Além-Mar, destacou hoje o potencial científico dos Açores, salientando que estão registados em fontes escritas entre 600 a 700 naufrágios, entre os séculos XVI e XX.      

"Estamos a falar de um potencial enormíssimo para a investigação, para a valorização turística e cultural da região, até para a afirmação da nossa identidade enquanto região, com o seu próprio percurso histórico dentro do Atlântico", frisou.

José Bettencourt é um dos responsáveis pela exposição "Histórias que vêm do Mar", que o Museu de Angra do Heroísmo inaugura hoje, numa parceria com o Museu da Horta, o Observatório do Mar dos Açores e o Centro de História de Além-Mar.

Segundo o arqueólogo, os Açores "têm um potencial científico muito elevado e têm já uma história de investigação, que é referência a nível nacional", sendo que o arquipélago tem cerca de 30 sítios identificados com a designação de património cultural subaquático, de acordo com os parâmetros da Unesco.

A exposição, que o Museu de Angra do Heroísmo inaugura agora, nasceu na ilha do Faial, em resultado da descoberta de vestígios de um naufrágio na Baía da Horta, aquando de um estudo de impacte ambiental, no âmbito da requalificação da frente marítima da cidade.

"Havia uma grande curiosidade, porque toda a gente falava das presas de marfim, dos dentes de elefante e toda a gente ia para ali ver o que se estava a passar", salientou Carla Dâmaso, do Observatório do Mar dos Açores.

Segundo José Bettencourt, os dentes de elefante encontrados suscitaram dúvidas, tendo em conta que não havia qualquer registo de vestígios arqueológicos naquela zona.

"Confirmou-se que era um naufrágio e outras evidências que apareceram, outros materiais arqueológicos, permitiram perceber que era um naufrágio provavelmente de inícios do século XVIII de um navio inglês, que estaria a fazer escala na Horta", frisou.

Para o arqueólogo, este achado é "a evidência mais antiga da importância estratégica que a Horta passou a ter nessa altura e que mantém até hoje na navegação do Atlântico".

Na exposição, vão estar patentes, para além dos dentes de elefante, pratos de estanho, cachimbos, botões de punho e um tinteiro recolhidos na Baía da Horta, que integravam a primeira versão da mostra, mas juntam-se também peças do espólio do Museu de Angra do Heroísmo, que, segundo o seu diretor, Jorge Paulus Bruno, é "vastíssimo".

"O Museu de Angra acompanhou as primeiras intervenções arqueológicas subaquáticas nos Açores, nos anos 70, na ilha Terceira", frisou, acrescentando que o espólio sobre esta temática é composto por "milhares de peças".

Jorge Paulus Bruno destacou nesta exposição uma âncora com três metros, exposta pela primeira vez, levantada na Baía das Mós pelos norte-americanos destacados na Base das Lajes, que pertenceu a um "navio almirantado espanhol, da conquista da ilha Terceira pelos espanhóis".

Outro objeto realçado é um balde de madeira de inícios do século XVII, "em excelente estado de conservação" que, segundo José Bettencourt, "mesmo a nível nacional é uma peça excecional".

Fonte: (08 Jun 2013). Lusa/Açoriano Oriental: http://www.acorianooriental.pt/noticia/mais-de-600-naufragios-dao-potencial-arqueologico-enormissimo-aos-acores

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por noticiasdearqueologia às 21:58

Segunda-feira, 25.01.10

Associação portuguesa de arqueólogos contra cais de cruzeiros de Angra


 


O presidente da Associação dos Arqueólogos Portugueses (AAP) defendeu esta segunda-feira a necessidade de “chamar à razão” o Governo Regional dos Açores relativamente à construção do Cais de Cruzeiros na Baía de Angra do Heroísmo, com sítios de interesse arqueológico.


“Estou perplexo por o governo alterar a sua posição em quatro anos. Em 2006 criou legislação para classificar a baía como reserva arqueológica subaquática nacional e agora muda tudo sem qualquer estudo”, afirmou o presidente da AAP, José Morais Arnaud, em declarações à Lusa.

O Governo Regional dos Açores reafirmou esta semana a intenção de construir o Cais de Cruzeiros de Angra do Heroísmo, considerando que se trata de um empreendimento que “integra a estratégia de futuro” definida para o transporte marítimo de passageiros e para o turismo de cruzeiros nos Açores.

Para o presidente da AAP, “é preciso um estudo exaustivo, nomeadamente de viabilidade económica e do impacte ambiental que as obras poderão causar”, defendendo ainda a necessidade de “apurar se o projecto é mesmo imprescindível e uma reivindicação das populações locais”.

Por outro lado, salientou que “os estudos determinarão se o projecto pode ser reajustado, deve ser colocado de lado ou feito num local alternativo, que não prejudique o património subaquático”.

José Morais Arnaud garantiu, por isso, que a AAP vai aguardar uma resposta do governo regional antes de tomar qualquer iniciativa, “nomeadamente uma queixa formal à UNESCO”.

“Temos que esperar para saber se o governo vai repensar o projecto ou insistir dando uma explicação racional”, acrescentou.

O presidente da AAP salientou que a Baía de Angra do Heroísmo “tem um valor excepcional”, considerando que “é um tesouro na área do património náutico e subaquático, possuindo condições para criar uma escola de arqueologia náutica destinada a formar técnicos de que o pais tanto precisa”.

Na Baía de Angra estão sinalizados vestígios de cerca de 90 naufrágios históricos, tendo sido já identificados cerca de duas dezenas de sítios com interesse arqueológico, dos quais dois são parques arqueológicos abertos ao turismo subaquático desde 2006.

Um dos parques refere-se ao naufrágio do vapor ‘Lidador’, um navio brasileiro de transporte de passageiros e mercadorias que afundou em 1878 e se encontra a sete metros de profundidade, a 10 metros da costa.

O ‘Lidador’ foi movido do local original onde foi encontrado para uma nova localização dentro da baía para permitir a construção do Porto de Recreio de Angra do Heroísmo.

O segundo parque é um ‘cemitério de âncoras’, a uma profundidade entre 16 e 40 metros, a cerca de 500 metros da costa, na zona onde ancoravam as naus e galeões dos séculos XVI e XVII.


Fonte: (25 Jan 2010). Açoreano Oriental: http://www.acorianooriental.pt/noticias/view/199368


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por noticiasdearqueologia às 23:12

Sábado, 12.12.09

Gafanha da Nazaré: Arqueologia subaquática mergulha na Ria para confirmar naufrágio

O navio naufragado na Ria de Aveiro, encontrado a semana passada por dois mergulhadores num local onde hoje se designa por Canal do Rio Bôco, na Gafanha da Nazaré, junto às pontes da Friopesca e da A25, será um galeão do século XVI com dimensões para navegar no alto mar. A sua carga encontra-se, provavelmente, escondida no leito lodoso, onde parte da embarcação se enterrou, em data desconhecida.

Este é um dos cenários prováveis do navio naufragado na Ria, feita pela observação do mergulhador Paulo Correia, autor desta descoberta juntamente com António Sá.

Tal como António Sá, com experiência na visualização de outros navios, Paulo Correia diz que, tendo em conta o desenho da quilha e da popa desta embarcação, este não será um navio de navegação interior ou apenas junto à costa (cabotagem). Esta é a percepção de Paulo Correia, que também declarou um outro navio encontrado na Ria, no Canal Principal de Navegação, junto à antiga Lota de Aveiro (Ria de Aveiro B), onde foi recuperado um astrolábio. Paulo Correia também é conhecedor de outras descobertas mas o navio no canal do Rio Bôco tem “características de ser maior”, disse ao Diário de Aveiro.

Segundo o mergulhador, é visível o casco de uma embarcação, um tabuado com cerca de oito metros de comprimento, em “bom estado de conservação” e uma largura de dois metros na boca. Mas estas são as partes que foi possível medir, já que parte o navio se encontra enterrado no leito do canal.

Fonte: João Peixinho (8 Dez 2009). Diário de Aveiro.

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por noticiasdearqueologia às 20:50

Sábado, 19.09.09

Azores: Colmillos de elefante en el fondo

Los buzos de Argos estuvieron en Azores en verano en una prospección por unas obras portuarias.


 Los buzos de la empresa Argos han permanecido los meses de junio y julio en Azores trabajando en la prospección arqueológica de los fondos marinos en Faial, dentro de unos trabajos previos para la ampliación de unas instalaciones portuarias. Los buzos fueron contratados por el arqueólogo de Azores, José Antonio Bettencourt, que trabaja en el servicio de arqueología de estas islas portuguesas.

David Santos asegura que en estos dos meses localizaron el pecio de Europa con más colmillos de elefante y recuperaron al menos una treintena: "Para la obra de este puerto hubo que realizar un sondeo de los fondos y empezaron a salir colmillos de elefante, pipas de fumar, cerámica y hasta monedas de plata. Lo que no apareció fue la estructura del barco", asegura David Santos.


Los arqueólogos subacuáticos de Argos estuvieron recientemente trabajando también en una prospección en Xove (Lugo) de un pecio que quedó al descubierto con unas obras de dragado para una planta pesquera. David Santos asegura que se trata de una embarcación del siglo XVI de gran valor científico y una de las más importantes de España. Las palas que trabajaban en la zona sacaron una jarra de peltre y ocho platos, la cureña de una ballesta decorada con apliques de bronce con el dibujo de la flor de lis y un falconete de hierro que fueron trasladados al Museo do Mar de Galicia en Vigo.


Fonte: Faro de Vigo (18 Set 2009). Faro de Vigo.

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por noticiasdearqueologia às 23:58

Domingo, 08.02.09

Descoberto navio de guerra britânico do século XVIII

A empresa Odyssey descobriu os restos do "HMS 

Victory", navio de guerra britânico que se afundou no Canal da Mancha 

em 1744, quando voltava de Espanha, tendo morrido os 1150 tripulantes, 

noticiou a imprensa inglesa.

O navio que substituiu o "HMS Victory", de modelo semelhante e que 

recebeu o mesmo nome, foi utilizado pelo almirante britânico Nelson 

para vencer as forças franco-espanholas na batalha de Trafalgar, em 

1805.

"Os investigadores acreditam ter encontrado os restos de um dos mais 

prestigiados veleiros britânicos de todos os tempos", escreveu o 

Sunday Times. O primeiro "HMS Victory" tinha 100 canhões de bronze que 

actualmente podem valer cerca de 22.709 euros cada um, referiu The 

Observer.

"Sabemos que a Odyssey localizou os restos de um navio de guerra 

inglês que acreditam serem do 'HMS Victory'", afirmou um porta-voz do 

Ministério de Defesa britânico. Se for realmente uma embarcação 

britânica, estará protegido pela soberania da nação e nenhuma acção 

com fins comerciais poderá ser feita sem o consentimento oficial do 

Reino Unido, acrescentou.

O diário espanhol El Pais informou que a empresa americana tomou a 

precaução de celebrar um acordo com o governo britânico para explorar 

o Canal da Mancha e partilhar os achados arqueológicos.

Fonte: António Correia (02 Fev 2009). Lusa/Fim:

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por noticiasdearqueologia às 00:35

Terça-feira, 07.10.08

Vestígios da nau portuguesa estão a ser removidos em segurança

Campanha na Namíbia concluída até dia 10

A remoção dos vestígios da embarcação portuguesa do século XVI encontrada em Abril na costa da Namíbia - já identificada com segurança como uma nau da Carreira da Índia - terá de ser integral e impreterivelmente concluída até dia 10 por razões de segurança, confirmou ontem ao DN fonte do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR).

Em causa, o cordão dunar artificial que protege o local dos achados, já no limite da sua vida útil perante as alterações atmosféricas, normais para a época, que se avizinham no Atlântico Sul. O grosso da carga, já descrito como um dos mais ricos e relevantes alguma vez encontrados no campo da arqueologia subaquática, esse, havia sido já removido na fase inicial da campanha arqueológica, entre os meses de Abril e Maio.

Os trabalhos, que desde o início de Setembro estão a ser acompanhados por uma equipa portuguesa constituída pelos arqueólogos Francisco Alves e Miguel Aleluia - entre vários outros técnicos provenientes da Namíbia, África do Sul, Zimbabwe, Reino Unido e Estados Unidos -, prosseguirão depois também com envolvimento português, nomeadamente ao nível da inventariação, estudo e divulgação dos materiais encontrados na interface costeira de Oranjemund.

Os destroços e carga da nau portuguesa, recorde-se, foram encontrados durante trabalhos de prospecção levados a cabo pela Namdeb, consórcio formado pelo gigante mundial da produção de diamantes - o grupo sul-africano De Beers - e pelo governo namibiano. Segundo a mesma fonte, os custos da operação no local estão a ser suportados pelo consórcio, tendo Portugal assegurado a estadia da sua equipa mediante verbas do Instituto Camões e do Instituto Português para o Desenvolvimento.


Fonte: Maria João Pinto (2 Out 2008). Diário de Notícias.

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por noticiasdearqueologia às 21:22

Segunda-feira, 25.08.08

Baía de Angra é uma «arca» de artefactos de naufrágios seculares

A Baía de Angra do Heroísmo continua a revelar-se uma «arca» de vestígios arqueológicos do século XVI ao XX, com o aparecimento de três novos «sítios» descobertos por uma equipa de nove investigadores de arqueologia marítima.


José António Bettencourt, responsável pelos trabalhos arqueológicos, revelou à Lusa que foram localizados um novo naufrágio, denominado «Angra J», um túmulo de lastro de embarcação e um terceiro com uma densidade de vestígios que vão do século XVI ao século XX.


«Junto do naufrágio, que mantém grande parte da sua estrutura de madeira e que é um local com elevado potencial de investigação, foi também localizado um canhão em ferro e um apito em bronze [século XVI], que se supõe fosse usado para chamar a tripulação e que já foi enviado para o Centro de Conservação e Restauro», adiantou o arqueólogo.


No mesmo local, foi ainda recolhida uma «concreção» (solidificação) que os técnicos pensam «corresponder a uma espada», bem como outros objectos em metal e cerâmicas. Os investigadores localizaram, também, junto do túmulo de lastro, uma «anforeta» e outras cerâmicas mais comuns.


O terceiro sítio agora sinalizado, onde existe uma densidade de vestígios que vão do século XVI ao século XX, deverá estar relacionado com a sua utilização como fundeador - zona de ancoragem e actividades portuárias.


 



 


Dez locais de naufrágios assinalados


O trabalho dos arqueólogos estende-se a uma intervenção num outro naufrágio, denominado «Angra B» - um navio do século XVI ou princípio do século XVII -, no sentido de ser finalizado «o seu registo, de forma exaustiva, em termos de planta, fotografia e análise descritiva».


Na Baía de Angra, ilha Terceira, estão sinalizados, a partir de agora, dez locais de naufrágios denominados de «Angra», numerados de «A» a «J», e cerca de duas dezenas de sítios com interesse arqueológico. Dois deles são parques arqueológicos e abertos ao turismo subaquático desde 2006.


O primeiro parque, «Naufrágio do vapor Lidador», navio brasileiro de transporte de passageiros e mercadorias, que afundou em 1878, está localizado a dez metros da costa da baía e a sete metros de profundidade.


O segundo, um «Cemitérios de Âncoras», onde ancoravam as naus e galeões dos séculos XVI e XVII, localiza-se a 500 metros da costa e a uma profundidade variável entre os 16 e 40 metros.


Para além destas reservas, o Governo Regional pretende abrir mais duas nas ilhas do Pico e Flores, onde se encontram afundados os navios «Caroline» (1901), que controlava o mercado europeu de adubos, e o «Slavónia» (1909), um navio inglês de passageiros.


Paralelamente, as autoridades regionais estão a elaborar a Carta Arqueológica Subaquática dos Açores (CASA) que visa criar um banco de dados informatizado, constituído por informações das mais diversas fontes. A CASA vai permitir ainda a criação de um roteiro específico de turismo de parques arqueológicos subaquáticos na região.

 



 


Fonte: (25 Ago 2008). Portugal Diário: http://diario.iol.pt/sociedade/acores-baia-angra-do-heroismo-arqueologia-artefactos-naufragios/984528-4071.html

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por noticiasdearqueologia às 18:57

Sábado, 17.05.08

Peniche com equipamento para tratar achados subaquáticos



 


O Museu Municipal de Peniche já tem a funcionar uma unidade de tratamento de materiais arqueológicos subaquáticos para fazer o tratamento de dessalinização dos objectos recolhidos no mar.



O equipamento permitirá que os materiais arqueológicos subaquáticos recolhidos possam ser tratados localmente, o que constitui também um apoio aos projectos desenvolvidos por várias entidades neste domínio.


Actualmente estão já a ser tratados materiais cerâmicos recolhidos no âmbito do projecto de intervenção arqueológica no sítio dos Cortiçais, liderada pelo arqueólogo Jean-Yves Blot, da Divisão de Arqueologia Náutica e Subaquática do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico. Este projecto, que funciona desde 2004, permitiu a identificação de um contexto de naufrágio de época romana, que ocorreu num período situado entre meados do século I a. C. e meados do século I d. C. Entre outros produtos o barco transportaria vinho produzido na Bética (actual Andaluzia), envasado em ânforas e peças de cerâmica de mesa de luxo (sigillata) produzida na península itálica.



A autarquia investiu já cinco mil euros nesta instalação, o que demonstra o seu “interesse pelo estudo, conservação e valorização do importante património arqueológico náutico e subaquático existente nestas águas”, refere a autarquia.




Fonte: Fátima Ferreira (9 Mai 2008). Gazeta das Caldas:
http://www.gazetacaldas.com/Desenvol.asp?NID=19909

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por noticiasdearqueologia às 22:55

Sábado, 10.05.08

Hallado en las costas de Curepto: Tesoro de galeón español sería propiedad del Estado

Sólo el 25% de los bienes, que se calculan en más de 30 millones de dólares, sería para la sociedad que los rescate, pues están protegidos por la Ley N° 17.288 de Monumentos Nacionales.


Curepto no deja de hacer noticia. Ahora ya no se trata del hospital, sino del hallazgo de un navío español que habría naufragado en sus costas en 1770 y que encierra un tesoro que podría superar ampliamente los 30 millones de dólares. Se trata del barco "Nuestra Señora del Buen Consejo y San Leopoldo", conocido como "Oriflama".


Hace 238 años fue intensamente buscado por la corona española sin resultados positivos. Aunque la información se dio a conocer recién, hace dos años la empresa Oriflama S.A. (una sociedad de rescate subacuático creada en 2001) ubicó el galeón disgregado bajo la arena de la playa La Trinchera, ubicada entre las desembocaduras de los ríos Huenchullami y Mataquito, en la comuna de Curepto, y no en el fondo del mar como siempre se pensó.


Según informó José Luis Rosales, gerente general de la empresa, el trabajo de recuperación está dividido en varias etapas, como la construcción de un "cofferdam", que es una estructura que permitirá excavar hasta unos 13 metros. Posteriormente, se hará otra excavación perimetral de nueve metros en la arena y luego se dará paso al rescate, utilizando técnicas de última generación.


Gabriela Gayani Schele. Notícia continua em: http://diario.elmercurio.com/2008/05/09/actividad_cultural/actividad_cultural/noticias/29039426-482E-4520-A180-F0BD73F5D5F1.htm


 

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por noticiasdearqueologia às 23:21


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