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NOTÍCIAS DE ARQUEOLOGIA

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Terça-feira, 06.09.11

Visitas guiadas em Abrantes

Nos dias 8 e 15 de Setembro, vão realizar-se visitas guiadas nocturnas (às 21h30) à exposição de antevisão do futuro Museu Ibérico de Arqueologia e Arte, em Abrantes.


Visitas guiadas em Abrantes<br>Exposição de Antevisão do Museu Ibérico de Arqueologia e Arte


A exposição representa mais um acto promocional do futuro Museu Ibérico de Arqueologia e Arte (MIAA) e está patente ao público no Museu D. Lopo de Almeida (Castelo) até 31 de Outubro.


Os interessados deverão fazer uma inscrição prévia para o e-mail: miaa@cm-abrantes.pt
Recorde-se que a exposição mostra materiais em bronze da valiosa colecção Ernesto Estrada que documentam a evolução na representação da figura humana, a par de diversos adereços de vestuário, militar e civil. Da mesma colecção, podem ser apreciadas peças de joalharia neoclássica.
Do escultor Charters de Almeida, destacam-se três peças em bronze da fase inicial da sua obra.
A exposição mostra igualmente peças que integram o acervo arqueológico do Município, nomeadamente materiais provenientes de escavações no concelho, estruturadas em vários momentos.
No espaço do Coro-Alto da igreja, encontram-se quadros da pintora contemporânea, Maria Lucília Moita.


Fonte: (5 Set 2011). Rostos.pt: http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=201895&mostra=2&seccao=artes&titulo=Visitas-guiadas-em-Abrantes-Exposica

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por noticiasdearqueologia às 12:43

Quinta-feira, 16.06.11

Abrantes/Museu Ibérico: Centro de investigação assegura autenticidade de peças



porCentro de investigação assegura autenticidade de peças






Um centro de investigação com recurso a datação química vai assegurar a verificação da autenticidade das cerca de cinco mil peças do futuro Museu Ibérico de Arqueologia e Arte (MIAA), anunciou a coordenadora da instalação daquele equipamento.





Em declarações à agência Lusa, à margem da inauguração da III exposição de antevisão do futuro MIAA, Isilda Jana afirmou que a criação de um centro de investigação agregado ao equipamento cultural era algo que estava "pensado desde o início" de modo a "estudar o acervo, contextualizá-lo e aferir da autenticidade das peças cuja originalidade possa suscitar algumas dúvidas".


Promovido pela Câmara Municipal de Abrantes e pela Fundação Estrada, o MIAA tem o propósito de apresentar as coleções de Arqueologia, de História e de Arte, desde a Pré-História até à Época Contemporânea, reunidas pelas duas instituições, e ainda duas coleções do escultor Charters de Almeida e da pintora Maria Lucília Moita.


Com um investimento estimado de 13 milhões de euros, o MIAA vai acolher coleções de ourivesaria, numismática, armaria, arquitetura romana, medieval e moderna, vasos gregos e arte sacra dos séculos XVI a XVIII, entre outras coleções, tendo sido já considerada por alguns especialistas como de "valor incalculável".


Isilda Jana assegurou à Lusa que o estudo das mais de cinco mil peças que constituem o acervo está a ser feito "a tempo inteiro por especialistas" na matéria, um "trabalho sério" que justificou pela proveniência "muito diversa" dos milhares de obras de arte que compõem as coleções.


O historiador de arte e museólogo afeto ao MIAA, Fernando Batista Pereira, disse à Lusa que todas as obras expostas no âmbito das três antevisões do que vai ser o espólio do futuro museu foram "objeto de um estudo prévio que pode envolver análises de natureza química ou física para tirar quaisquer suspeitas ou dúvidas" relativamente à sua autenticidade.


Fonte: (14 Jun 2011). Lusa/Diário de Notícias: http://www.dn.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=1877582






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por noticiasdearqueologia às 13:41

Sexta-feira, 10.09.10

ABRANTES - Visitas guiadas à Exposição de antevisão do Museu Ibérico de Arqueologia e Arte



Dado o interesse demonstrado pela comunidade local, a Câmara de Abrantes vai promover durante o mês de Setembro, às 21h30 de todas as 5ªs feiras, visitas guiadas à exposição "Museu Ibérico de Arqueologia e Arte (MIAA) - Antevisão II". Os interessados deverão proceder a inscrição prévia até às 12h00 do dia anterior à visita, junto da Divisão de Cultura, pelo telefone 241 330 132.


 


 


Esta exposição, patente ao público no Museu D. Lopo de Almeida até 31 de Outubro, representa mais um acto promocional do futuro Museu. Mostra uma pequena parte (200 peças) das cerca de 5 mil peças que vão constituir as colecções do MIAA, com particular relevo para  a notável colecção de objectos do espólio arqueológico da Fundação Ernesto Lourenço Estrada. Deste valioso espólio destacam-se nesta 2ª exposição, entre outras, peças da colecção de arqueologia relativa à evolução da armaria na Península Ibérica, durante a Idade do Ferro; o Mundo Clássico abordado através de várias colecções e narrativas, como a cerâmica grega (os vasos gregos da colecção Estrada é das melhores do país) e a joalharia dos reinos helenísticos; peças que mostram a evolução da vidraria, anterior e posterior à invenção do vidro soprado; escultura neoclássica e arte do final da Idade Media (do renascimento e do barroco), apresentando vários bustos de Imperadores Romanos. Das idades Média e Moderna europeias, foram seleccionadas algumas peças do acervo artístico municipal da Igreja de Santa Maria do Castelo (Abrantes), também ela a ser incorporada nas colecções do MIAA, como um conjunto de estatuária devocional que estabelece a evolução estilística, no território nacional, entre o século XIV e o XVIII. Da arte contemporânea da pintora Maria Lucília Moita, a exposição apresenta trabalhos feitos com carvão sobre papel, representando uma fase abstracta da sua obra (anos 70).


Fonte: (1 Set 2010). Rádio Hertz: http://www.radiohertz.pt/?pagina=noticias&id=4033


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por noticiasdearqueologia às 13:48

Quinta-feira, 17.06.10

Concurso para construção de museu ibérico em Abrantes pronto a ser lançado.

  foto
 


Dia da Cidade marcado por iniciativas culturais e pela visita do secretário de Estado dessa área.


 


O lançamento da edição fac-similada do Foral de Abrantes, de 1510, e a exposição de antevisão do Museu Ibérico de Arqueologia e Arte assinalaram segunda-feira, em Abrantes, o Dia da Cidade. Elevada a cidade a 14 de Junho de 1906, as comemorações deste ano foram marcadas pela temática da cultura, com dois momentos que “visam posicionar Abrantes na rota dos grandes destinos culturais, científicos e pedagógicos”, afirmou a presidente da autarquia. Segundo Maria do Céu Albuquerque (PS), “um momento alto” foi a inauguração da exposição do Museu Ibérico de Arqueologia e Arte (MIAA), com a presença do secretário de Estado da Cultura, Elísio Sumavielle.


Com um investimento estimado de 13 milhões de euros, o MIAA vai acolher o espólio arqueológico da Fundação Ernesto Estrada, uma colecção de cerca de 5 mil peças arqueológicas referentes ao período anterior à fundação da nacionalidade e relacionados com a Lusitânia, recolhidas pelo abrantino João Estrada (presidente da fundação) ao longo de meio século, em vários pontos da Península Ibérica.


A presidente da Câmara de Abrantes anunciou nas cerimónias que se encontra pronto a ser lançado o concurso público para a realização das obras de reabilitação do Convento de São Domingos e construção do novo edifício que vai albergar o futuro Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes. Um projecto do arquitecto Carrilho da Graça que tem suscitado polémica devido às suas dimensões. Trata-se de um edifício em forma de paralelepípedo com cerca de trinta metros de altura, sem janelas, que ocupará grande parte da cerca do Convento de S. Domingos e vai marcar a imagem da cidade.


Além do espólio da Fundação, o futuro Museu irá também albergar as obras doadas ao município pela pintora Maria Lucília Moita e pelo escultor Charters de Almeida, num total de doze colecções. Uma delas será formada por artefactos arqueológicos pré e proto-históricos em pedra, cerâmica, bronze e outros materiais que representam a vida económica e social de várias culturas e povos que viveram no território que hoje é Portugal.


O futuro museu irá incluir colecções de numismática, arquitectura romana, medieval e moderna, arte sacra dos séculos XVI a XVIII, relógios de várias épocas e uma exposição de arqueologia e história local, para além de ourivesaria ibérica com artigos recolhidos no que foi o antigo território da Lusitânia.


Com projecto do arquitecto Carrilho da Graça, já aprovado pelo Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico mas que tem gerado contestação na cidade, o futuro MIAA ocupará o Convento de S. Domingos, no centro histórico da cidade, o que, segundo afirmou a presidente da câmara, “permitirá uma afirmação cultural muito forte no contexto nacional e internacional, além da criação de um grande centro cultural que complementará as várias funções do centro histórico, como as residenciais, administrativas e comerciais”.


Não se comprometendo com apoios financeiros “em tempos de crise”, o secretário de Estado da Cultura afirmou que o projecto do MIAA “é um exemplo de boas práticas e de estratégia cultural” e “uma aposta ambiciosa, num tempo em que ousar é importante”. Associado ao Museu Ibérico, o espaço terá um centro de investigação que assegure a continuidade do estudo das colecções ali expostas e que sirva de pólo dinamizador de projectos de investigação e de parcerias com universidades, museus nacionais e estrangeiros.


Fonte: (17 Jun 2010). O Mirante: http://semanal.omirante.pt/index.asp?idEdicao=448&id=65650&idSeccao=7060&Action=noticia

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por noticiasdearqueologia às 22:52

Terça-feira, 23.06.09

Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes em antevisão

A exposição de antevisão do Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes representa o seu “primeiro grande acto promocional”, diz o presidente da Câmara de Abrantes, Nelson Carvalho (PS). A mostra encontra-se patente Museu D. Lopo de Almeida, no interior do castelo. Com um investimento estimado de 12,5 milhões de euros, o museu vai acolher o espólio arqueológico da Fundação Ernesto Estrada, “uma colecção de objectos arqueológicos recolhidos em vários pontos da Península Ibérica ao longo de meio século” por João Estrada, com um centro de investigação, auditório e exposições temporárias e permanentes, “para além de albergar a colecção de arte contemporânea de Lucília Moita e a colecção legada pelo escultor Charters de Almeida”.


“Trata-se de uma exposição que mostra uma pequena parte das peças que vão constituir as colecções do futuro Museu, nomeadamente as que incluem peças muito importantes no contexto histórico e patrimonial do antigo espaço que hoje conhecemos como Península Ibérica, mas também peças da história grega, romana, fenícia e egípcia”, sublinhou no autarca.


“Nesta colecção encontramos muitas peças com a escrita tartéssica e que vamos querer decifrar no nosso centro de investigação, que será coordenado por Luís Oosterbeek”, director científico do Museu de Arte Pré-Histórica de Mação, referiu.


Com projecto do arquitecto Carrilho da Graça, já aprovado pelo Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico, o futuro Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes ocupará o Convento de S. Domingos, no centro histórico da cidade, o que, segundo o autarca, “permitirá uma afirmação cultural muito forte no contexto regional, nacional e internacional, além da criação de um grande centro cultural que complementará as várias funções do centro histórico, como as residenciais, administrativas e comerciais”.


Com inauguração prevista “até 2013”, Nelson de Carvalho afirma que será um museu ”central” na região e que se “juntará a um conjunto de património edificado na orla da Grande Lisboa”. “O Museu Ibérico de Abrantes permitirá reforçar este ‘arco patrimonial’, que inclui Sintra, Alcobaça, Batalha, Mafra, Óbidos, Tomar e Almourol, para além de uma integração que pretendemos efectuar ao nível da Rede Europeia de Museus”, concluiu.


Fonte: (18 Jun 2009). O Mirante: http://semanal.omirante.pt/index.asp?idEdicao=396&id=54731&idSeccao=5988&Action=noticia

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por noticiasdearqueologia às 00:48

Sexta-feira, 27.03.09

Protocolo assegura obras no Castelo de Abrantes

A Câmara Municipal de Abrantes assinou um protocolo de colaboração com a Direcção Regional de Cultura de Lisboa e Vale do Tejo (DRC-LVT) para a realização de obras no troço da muralha do castelo que está em risco de ruína eminente. A Câmara será a dona da obra, e já assinou o contrato de adjudicação para a primeira fase, o escoramento do troço da muralha onde foram descobertas fissuras, uma intervenção classificada de “urgente”.

Numa segunda fase, a elaboração do projecto de reconstrução da muralha e o acompanhamento técnico dos trabalhos serão assegurados pela DRC-LVT. A cedência num troço da muralha foi detectada há cerca de dois meses pelo arqueólogo municipal. Na semana passada, e depois de uma visita ao local, os técnicos da autarquia isolaram de imediato a zona para eliminar o risco de acidentes.

A autarquia acordou com a DRC dividir as despesas de investimento inicial, que se cifram em 80 mil euros.


Fonte: (20 Mar 2009). O Ribatejo: http://www.oribatejo.pt/index.php?lop=conteudo&op=e4da3b7fbbce2345d7772b0674a318d5&id=acdf41d32cf1b09427f1cd18ac660b6e&drops[drop_edicao]=0

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por noticiasdearqueologia às 23:29

Domingo, 28.12.08

Protocolo assegura obras no Castelo de Abrantes

A Câmara Municipal de Abrantes assinou um protocolo de colaboração com a Direcção Regional de Cultura de Lisboa e Vale do Tejo (DRC-LVT) para a realização de obras no troço da muralha do castelo que está em risco de ruína eminente. A Câmara será a dona da obra, e já assinou o contrato de adjudicação para a primeira fase, o escoramento do troço da muralha onde foram descobertas fissuras, uma intervenção classificada de “urgente”.

Numa segunda fase, a elaboração do projecto de reconstrução da muralha e o acompanhamento técnico dos trabalhos serão assegurados pela DRC-LVT. A cedência num troço da muralha foi detectada há cerca de dois meses pelo arqueólogo municipal. Na semana passada, e depois de uma visita ao local, os técnicos da autarquia isolaram de imediato a zona para eliminar o risco de acidentes.

A autarquia acordou com a DRC dividir as despesas de investimento inicial, que se cifram em 80 mil euros.


Fonte: (19 Dez 2008). O Ribatejo: http://www.oribatejo.pt/index.php?lop=conteudo&op=e4da3b7fbbce2345d7772b0674a318d5&id=acdf41d32cf1b09427f1cd18ac660b6e&drops[drop_edicao]=0

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por noticiasdearqueologia às 22:43

Domingo, 29.06.08

Museu Ibérico de Arqueologia e Arte é projecto de interesse nacional


A preservação e divulgação de um valioso espólio arqueológico, baseado em peças anteriores à fundação de Portugal, está na origem da criação do Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes, cujo projecto foi apresentado publicamente na presença do Ministro da Cultura, que este ano presidiu às cerimónias oficiais do dia da Cidade.

O ministro José Pinto Ribeiro considerou que o futuro Museu “é um projecto de interesse nacional”, assegurando que o governo prestará um “contributo interessado e empenhado” na sua integração na Rede Nacional de Museus.

O titular da pasta da cultura sublinhou ainda que “É importante, mais do que o apoio do ministério da Cultura à sua criação, que este Museu Ibérico seja auto-suficiente e saiba articular-se num trabalho em rede e num circuito de descobertas histórico/patrimoniais integrando Abrantes e a sub-região no arco patrimonial norte de Lisboa, nomeadamente com centros monumentais, turísticos e religiosos de referência desde Sintra, Mafra, Óbidos, Caldas da Rainha, descendo por toda esta zona do Tejo, Almourol e Abrantes”.

Uma equipa formada por um arqueólogo, um museólogo e um arquitecto já delinearam as principais ideias que irão nortear o futuro Museu. As cerimónias do Dia da Cidade, foram o mote para a apresentação ao ministro, aos convidados e à comunidade do ante-projecto de arquitectura das instalações, pelo Arquitecto Carrilho da Graça e o projecto museográfico pelo Professor Fernando António Batista Pereira. Foi também exposta a maqueta do projecto, no local das cerimónias, nos Claustros do Convento de S. Domingos, local que vai ser reconvertido e ampliado para acolher este Museu, que o Presidente da Câmara assumiu ser “a aposta prioritária da Câmara na área da cultura nos próximos anos”. Considerando ser este “um projecto no qual Abrantes encontra a sua especialização cultural que irá requalificar e redimensionar inteiramente a imagem da cidade e a projectará no futuro”, Nelson de Carvalho sublinhou a vontade de ver o futuro Museu a reposicionar Abrantes no espaço dos Museus europeus.

O futuro Museu Ibérico de Arqueologia e Arte vai acolher o espólio arqueológico da Fundação Ernesto Lourenço Estrada. Uma colecção notável de objecto arqueológicos recolhidos em vários pontos da Península Ibérica ao longo de meio século por João Estrada. Também irá albergar a colecção de arte contemporânea doada pela pintora Maria Lucília Moita e a colecção legada pelo escultor João Charters de Almeida.


Fonte: (22 Jun 2008). Entroncamento. on line: http://www.entroncamentoonline.pt/index.php?show=news&id=2013

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por noticiasdearqueologia às 18:50

Domingo, 07.10.07

Museu Ibérico de Abrantes vai “obrigar a reescrever a História”

A Câmara de Abrantes está apenas a aguardar pela distribuição dos fundos comunitários do QREN – Quadro de Referência Estratégica Nacional para avançar com as obras necessárias para o restauro do Convento de São Domingos, situado no centro histórico, que no futuro irá albergar o Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes. A apresentação ao pormenor do que está a ser delineado foi realizada na última assembleia municipal pelo presidente da autarquia, enquanto o projecto de arquitectura só deverá ser mostrado no final do ano. Nelson de Carvalho (PS) não tem dúvidas de que o projecto museológico pensado para Abrantes “vai obrigar a reescrever a história”.



Uma equipa formada por um arqueólogo, um museólogo e um arquitecto já delinearam as principais ideias que irão nortear o futuro museu. Com impacto a diferentes níveis, desde o local ao internacional, o espaço irá reunir um total de doze colecções. Uma delas será formada por artefactos arqueológicos pré e proto-históricos em pedra, cerâmica, bronze e outros materiais que representam a vida económica e social de várias culturas e povos que viveram no território que hoje é Portugal. Nelson de Carvalho garante que todas as peças estão identificadas e que os seus bilhetes de identidade, assegurando a veracidade histórica, estão garantidos.


(...)


In: (6 Out 2007). O Mirante - (cont. notícia em): http://www.omirante.pt/index.asp?idEdicao=51&id=17802&idSeccao=479&Action=noticia

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por noticiasdearqueologia às 01:01


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