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NOTÍCIAS DE ARQUEOLOGIA

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Quinta-feira, 12.09.13

Câmara do Sabugal restaura ruínas encontradas no castelo de Vilar Maior

A Câmara do Sabugal vai proceder à musealização e ao restauro das ruínas de edifícios encontrados no interior do castelo de Vilar Maior durante a realização de escavações arqueológicas, disse hoje à agência Lusa fonte da autarquia.

O projeto, "pioneiro nos castelos da região", será executado, em outubro, "após a conclusão de trabalhos de iluminação e de melhoria do acesso ao castelo", que terminam em finais de setembro, segundo Marcos Osório, responsável pelo Gabinete Municipal de Arqueologia do Sabugal.

A Câmara Municipal do Sabugal, "em vez de dar nova utilização ao espaço interior" do castelo de Vilar Maior, "optou por manter e reconstituir o que existia, tal e qual o primitivo urbanismo e o antigo uso do recinto fortificado", explicou.

Trata-se de uma solução que o arqueólogo acredita que irá ser "do agrado da população e dos visitantes".

As ruínas "bem preservadas" de diversos edifícios que existiam no interior da fortificação de Vilar Maior foram encontradas durante escavações arqueológicas realizadas nos dois últimos anos, no âmbito do acompanhamento do projeto de melhoria do acesso ao castelo e de colocação de iluminação cénica.

A Câmara do Sabugal achou por bem "musealizar e restaurar essas ruínas, para serem admiradas pelos visitantes", declarou.

Segundo Marcos Osório, está a ser criado um plano de intervenção técnica "adequada e segundo metodologia apropriada para reconstruir parcialmente as ruínas, que prevê a conservação de alguns rebocos primitivos das paredes, o alteamento dos muros, o restauro dos troços destruídos e a colocação de gravilhas para criar espaços de circulação e de percursos pelas ruínas".

A intervenção prevista dará aos visitantes "uma leitura fácil da planta e do aspeto que os edifícios tinham naquele tempo", assegurou.

"O visitante do castelo de Vilar Maior poderá não só ver o monumento, mas poderá também observar os restos das primitivas casas existentes no interior, algumas delas que já aparecem desenhadas numa gravura de 1509 feita pelo guarda-mor do rei D. Manuel I, o Duarte d`Armas", segundo o arqueólogo.

Marcos Osório disse à Lusa que os arqueólogos têm em seu poder "um interessante achado" - um prato de faiança do século XVII/XVIII com um brasão de armas pintado -, que após cuidado estudo lhes "irá dar pistas sobre quem residia naquela casa, situada no interior do castelo, na qualidade de Capitão-Mor ou Governador da Praça Militar de Vilar Maior".

"Terá sido no tempo desse homem que os edifícios foram ampliados e passaram a ter um andar superior", vaticinou.

Os edifícios situados no interior do castelo de Vilar Maior "foram posteriormente abandonados e a pedra terá sido levada e reutilizada na aldeia, ficando as ruínas tapadas até aos dias de hoje", concluiu o responsável.

Fonte: (09.09.2013). LUSA/RTP: http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=679285&tm=4&layout=121&visual=49

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por noticiasdearqueologia às 19:45

Quinta-feira, 12.09.13

Arqueólogos desentierran enigmas de una cultura antigua en la Amazonía

Arqueólogos desentierran enigmas de una cultura antigua en la Amazoníadescubreamerica.com

El hallazgo de vestigios de la cultura Mayo-Chinchipe-Marañón, de unos 5.500 años de antigüedad, empezó a desbaratar la idea de que la agreste selva amazónica impidió el desarrollo de cualquier tipo de civilización en esa región.Este trabajo arqueológico también ha desvelado la existencia de un pueblo precolombino en la selva, organizado de forma sofisticada y que mantenía conexiones de intercambio con otros de los Andes y de la costa del océano Pacífico.
Así lo explicó a Efe el investigador Francisco Valdez, que dirige una misión científica en la provincia amazónica de Zamora Chinchipe (sureste), donde se encontró el yacimiento arqueológico.
El proyecto es auspiciado por los institutos de Patrimonio Cultural (INPC) de Ecuador y de Investigación para el Desarrollo (IRD) de Francia.
El estudio comenzó en 2001 y ha contado con la colaboración de investigadores de Perú, señaló el arqueólogo ecuatoriano al precisar que después de los exámenes de carbono 14, entre otros, se ha logrado establecer que esta cultura tiene entre 2.500 y 5.500 años de antigüedad.
En 2002, contó Valdez, ya se pudo establecer la existencia de este pueblo en la zona de Santa Ana-La Florida, en el cantón Palanda de Zamora Chinchipe.
No obstante, y gracias a la colaboración de arqueólogos peruanos, se estima que este pueblo se extendió también por la selva de lo que hoy es Perú hasta llegar al Marañón, uno de los principales afluentes de la parte alta del río Amazonas.
La cultura Mayo-Chinchipe-Marañón corresponde en antigüedad a la cultura Valdivia, situada en la costa ecuatoriana y que es considerada como una de las más antiguas de Suramérica.
Para Valdez, el pueblo amazónico tenía relación con Valdivia (6.000 años de antigüedad) y, seguramente, a eso se deben los hallazgos en la selva de conchas marinas de las especies "strombus" y "espondilus".
Las conchas "strombus" son usadas hasta la actualidad como grandes ocarinas, mientras que las "espondilus" eran consideradas como una especie de moneda o de objetos de alto valor religioso.
Además, añadió el arqueólogo, la Mayo-Chinchipe-Marañón y la Valdivia eran "culturas contemporáneas" y "tenían relaciones, había intercambio de productos y de ideas, sobre todo".
Este descubrimiento, añadió el científico, rompe con el conocimiento de la historia antigua como se la enseña en la actualidad, sobre todo la visión de que "la Amazonía era salvaje y que la selva impedía que nada se desarrollara".
La Mayo-Chinchipe-Marañón es "la más antigua de la Amazonía occidental" y "presenta rasgos de una sofisticación social" compleja donde se podrían advertir formas de "jefaturas" sociales establecidas, añadió Valdez.
El estudio arqueológico, que ya lleva más de diez años, será presentado en varias exposiciones en Quito y también en el libro "Primeras sociedades de la Alta Amazonía", que se lanzará en estos días.
La arqueología ha cobrado interés esta semana en la capital ecuatoriana, ya que es la sede del III Encuentro Internacional de Arqueología Amazónica.

Fonte: EFE (11.09.2013). Última Hora.com: http://www.ultimahora.com/arqueologos-desentierran-enigmas-una-cultura-antigua-la-amazonia-n721570.html

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por noticiasdearqueologia às 19:36

Quinta-feira, 12.09.13

Arqueólogos descobrem no Peru peças do período pré-inca

Uma equipe de pesquisadores descobriu um complexo arqueológico em Chavín de Huántar, no Norte do Peru. No local, foram encontradas peças esculpidas em forma de cabeças, feitas em pedra, do período-pré-inca. A estimativa é que as obras de arte tenham mais de 2 mil anos.

O chefe do grupo de pesquisadores, o arqueólogo norte-americano, John Rick, destacou que as peças têm formato humano, mas são semelhantes também a alguns animais.

As peças em pedra foram localizadas quando os pesquisadores faziam escavações na região. As cabeças esculpidas têm 39 centímetros de largura e 43 de altura e pesam, em média, 250 quilos. Rick disse que pela expressão nas esculturas, as faces parecem estar soprando ou assobiando.

Segundo o arqueólogo, as cabeças em pedra eram colocadas em cima das fachadas, em locais elevados. De acordo com ele, havia centenas dessas peças. Pelos estudos do período pré-inca, havia crenças na evolução do animal para o homem, daí a avaliação do pesquisador de que há traços de animais mesclados com humanos.

Desde 2004, a organização norte-americana Global Heritage Fund, a Universidade de Stanford e a companhia mineradora Antamina financiam projetos de investigações arqueológicas e de conservação em Chavín de Huántar.

Fonte: (28.08.2013). Agência Brasil: http://www.ribeiraopretoonline.com.br/internacional/arqueologos-descobrem-no-peru-pecas-do-periodo-pre-inca/70867

 

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por noticiasdearqueologia às 19:32


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