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NOTÍCIAS DE ARQUEOLOGIA

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Segunda-feira, 20.05.13

Estudo do DNA demonstrou que houve migrações importantes tanto do Oeste Europeu como da Eurásia

Muitas vezes, os dentes de restos humanos pré-históricos são usados para obter uma amostra de DNA. Imagem da arcada dentária de uma mulher utilizada na investigação (ACAD)

 

Pesquisadores analisaram o DNA de esqueletos de mais de sete mil anos encontrados na Alemanha e descobriram que pelo menos parte dos europeus sofreu uma alteração genética radical e inexplicável entre quatro a cinco mil anos atrás, segundo a Universidade de Adelaide.

O estudo de DNA publicado em 24 de abril mostrou que houve importantes migrações tanto do Oeste Europeu como da Eurásia.

A equipe usou o DNA de ossos e dentes pré-históricos dos esqueletos que provêm de 7.500 anos atrás. Acredita-se que o DNA matriz que existia naquela época esteja em cerca de 45% dos europeus.

O material genético revelou que os agricultores da Europa Central receberam uma contribuição genética significativa há 7.500 anos de uma migração da Turquia e do Leste próximo, diz o autor do estudo, Dr. Paul Brotherton, da Universidade de Huddersfield no Reino Unido.

“O que é interessante é que os marcadores genéticos da primeira cultura pan-europeia, que tiveram claramente um grande sucesso, foram logo substituídos cerca de 4.500 anos atrás, e não sabemos pelo quê. Algo importante ocorreu”, disse Brotherton, observando que é necessário investigar isso agora.

Concluiu-se que a Europa moderna estabeleceu sua base genética no período Neolítico Médio, no entanto, essas mesmas bases genéticas foram modificadas por uma “mudança drástica” há 4.000 anos, disse o Dr. Wolfgang Haak do Centro Australiano para DNA Antigo (ACAD) de Adelaide, quando receberam migrações da Ibéria e do Leste Europeu.

Desde 2.800 a.C., a região da Ibéria recebeu uma nova e importante migração, que centenas de anos mais tarde chegou à Alemanha, explicou Brotherton. “Esse é um grupo muito interessante, pois se relaciona com a expansão das línguas celtas ao longo da costa do Atlântico e na Europa Central.”

Esse foi o primeiro estudo da população antiga da Europa que usou um grande número de genomas mitocondriais, destacou a Universidade. “O primeiro registro de alta definição genética para essa linhagem.” Os arqueólogos de DNA acreditam agora que podem determinar a dimensão da população e sua evolução num escala de tempo mais precisa.

“O presente trabalho mostra o poder da arqueologia e do DNA antigo para reconstruir a história evolutiva humana através do tempo. Atualmente estamos ampliando essa abordagem em toda a Europa”, disse o Prof. Kurt Alt da Universidade de Mainz, Alemanha, integrante do estudo recém-publicado.

Fonte: (19.05.2013). Epoch Times publica http://www.epochtimes.com.br/dna-dos-europeus-mudou-drasticamente-ha-4-500-anos/

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por noticiasdearqueologia às 23:12

Segunda-feira, 20.05.13

Museu da Batalha recebe prémio europeu

O Museu da Comunidade da Concelhia da Batalha foi distinguido com o Prémio Kenneth Hudson do Fórum Europeu dos Museus (European Museum Forum – EMF). O prémio foi atribuído este sábado, em Tongeren, na Bélgica.

O Museu Riverside de Glasgow foi distinguido com o Prémio Museu Europeu do Ano.

O prémio atribuído ao Museu da Batalha foi batizado com o nome de Kenneth Hudson (1916-1999) jornalista, escritor e museólogo que inventou, nos anos 60 do século passado, a expressão “arqueologia industrial”.

Os museus da Comunidade da Concelhia da Batalha e o Machado de Castro, de Coimbra, eram dois dos finalistas, num grupo que contemplava ainda museus de França, Finlândia, Itália, Suíça, Eslovénia, Espanha, e Turquia.

O Museu de Arte de Riga, o de San Telmo em San Sebastian, Espanha, e o Gobustan, no Azerbaijão, foram distinguidos com menções honrosas.

No ano passado tinha ganho o prémio europeu, o Museu Madinat al-Zahra, da cidade espanhola de Córdova.

Em 2012, o Museu da Comunidade Concelhia da Batalha foi considerado o melhor museu português pela APOM.

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por noticiasdearqueologia às 23:07

Segunda-feira, 20.05.13

Namíbia e Portugal cooperam na conservação de destroços do navio naufragado no século XVI

Os governos de Portugal e da Namíbia assinaram, esta quarta-feira, um memorando de entendimento para a conservação e gestão do património cultural do navio português do século XVI naufragado ao largo de Oranjemund.
O protocolo foi assinado pelo secretário de Estado da Cultura de Portugal, Jorge Barreto Xavier, e a ministra da Juventude da Namíbia, Juliet Kavetuna, e estabelece a relevância do sítio arqueológico, os objetos materiais e o «conhecimento local».
O documento prevê, assim, a «investigação, documentação e publicação de informação, [a] partilha de informação, formação e educação, bem como a organização de exposições e de outras formas de promoção e valorização».
O memorando estabelece, ainda, a possibilidade de «acordos adequados com potenciais doadores» para a conservação do navio naufragado, bem como a «formação de três namibianos em Portugal, em áreas acordadas» pelas partes e a «criação e gestão de um museu para o navio naufragado».
O navio português foi descoberto em abril de 2008, ao largo da Namíbia, por geólogos que procuravam diamantes, e ter-se-á afundado quando regressava a Portugal.
As investigações permitiram encontrar moedas de ouro e prata, colocadas à guarda do Banco da Namíbia, peças de canhão, presas de marfim, ouro, prata, cobre e estanho, bolas de chumbo da marca da Coroa Portuguesa fugger e um terço.
A embarcação tinha 300 toneladas e, segundo o arqueólogo Bruno Werz, teria três mastros e cerca de 30 metros de comprimento. O naufrágio terá ocorrido após a colisão com uma rocha.
Segundo o relatório de duas missões arqueológicas portuguesas, assinado por Francisco Alves, do então Instituto de Gestão do Património Arqueológico e Arquitetónico (IGESPAR), entre os achados estaria uma moeda de dez cruzados, «de ouro, de inexcedível pureza, prestígio e raridade».

Fonte: (15-05-2013). A Bola: http://www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=402145

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por noticiasdearqueologia às 22:54

Segunda-feira, 20.05.13

Robot “arqueólogo” explora inframundo de Teotihuacán

Expertos dicen que se podría dar a conocer, por fin, a los gobernantes de esta ciudad mesoamericana que -antes de despoblarse- albergó a más de 200.000 habitantes
Las cavidades bajo el Templo de la Serpiente Emplumada permanecen tapiadas
 

Las cavidades bajo el Templo de la Serpiente Emplumada permanecen tapiadasFoto: Cortesía/EFE

 

Pesa 25 kilos, sus piernas son orugas metálicas y sus ojos una cámara y un escáner, que ayudan a los arqueólogos a explorar lugares de difícil acceso en un túnel que los teotihuacanos construyeron bajo el Templo de la Serpiente Emplumada, en el que se espera hacer un descubrimiento importante.

“La tecnología es una ayuda al trabajo que realizamos, lo usamos (el robot) como una herramienta más. Ha proporcionado información muy importante y nos sirve para planear mejor cómo llevar a cabo la investigación”, dijo el arqueólogo Sergio Gómez, director de este proyecto en la zona arqueológica de Teotihuacán, a unos 50 kilómetros de la capital mexicana.

Es la segunda vez que se utiliza un robot en esta exploración arqueológica y la tercera en la historia, aseguró, pues se usó también en Egipto para explorar una oquedad de la gran pirámide.

En las incursiones que ha hecho el robot, que lleva encima otro de menor tamaño llamado “insecto” para llegar a sitios más pequeños, se ha descubierto la existencia de tres cámaras al final del túnel a las que los arqueólogos todavía no han podido llegar.

Según explicó uno de los ingenieros creadores de esta máquina, Hugo Armando Guerra, “Tlaloc II” consigue gracias a su cámara y su escáner hacer un dibujo casi exacto de las condiciones y la forma del túnel. Así, el robot ayuda a evitar riesgos a los humanos.

El proyecto de excavación de este túnel, que acaba bajo el Templo de la Serpiente Emplumada, se inició en 2010 y en él participan además arqueólogos, físicos, biólogos, geólogos, grafólogos, químicos e ingenieros, entre otros.
Se sabe que mide un total de 103 metros de longitud, de los que han sido vaciados 75 a mano, un total de 800 toneladas de piedra, ya que los teotihuacanos lo clausuraron entre el año 250 y 300 llenándolo de tierra y rompiendo las paredes.

“Nuestro trabajo ha sido ir retirando paulatinamente todos los materiales que introdujeron para bloquear este lugar y que nadie más entrara”, explicó Gómez, quien contó además que se han recuperado miles de objetos que se depositaron como ofrenda.

La hipótesis de los arqueólogos es que “el túnel es una representación simbólica del inframundo” y que al final, donde confluyen estas tres cámaras, pueden encontrarse los restos de los gobernantes de esta ciudad que se construyó en el primer siglo después de Cristo y se abandonó hacia el año 650.

 

Inexplorado

Ni en esta excavación ni en todas las que se han llevado a cabo en esta zona arqueológica han sido encontrados restos de ningún gobernante, sólo esqueletos de individuos sacrificados para alimentar a los dioses con su sangre, pero no de los que dirigieran la que fue una de las mayores ciudades de Mesoamérica durante la época prehispánica, con más de 200.000 habitantes.

Por esta razón, y por los objetos que se están encontrando, es posible que en esas cavidades que hasta ahora sólo han sido vistas por el robot se encuentren los restos de los gobernantes o, si no, algún otro descubrimiento importante.

“Tenemos todos los materiales encontrados asociados a un contexto muy importante de la elite gobernante, nada más nos faltan los individuos”, dijo la doctora Julie Gazzola, miembro de la dirección de estudios arqueológicos del Instituto Nacional de Antropología e Historia (Inah), quien aseguró que esperan llegar al final del túnel antes de fin de año.

Fonte: (20.05.2013). El Tiempo.com: http://eltiempo.com.ve/tiempo-libre/ciencia/robot-arqueologo-explora-inframundo-de-teotihuacan/91134

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por noticiasdearqueologia às 22:48


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