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NOTÍCIAS DE ARQUEOLOGIA

O Património é um bem comum... Preservá-lo só depende de cada um de nós...



Segunda-feira, 30.07.12

Arqueólogos acreditam ter encontrado o esqueleto de Mona Lisa


Ossadas encontradas em Florença podem ter pertencido à musa de Leonardo Da Vinci



Encontrado o esqueleto de «Mona Lisa»?




Arqueólogos encontraram um esqueleto no Convento de Santa Úrsula, em Florença, na Itália, que acreditam ser Lisa Gherardini, a musa que inspirou o pintor Leonardo Da Vinci. As ossadas podem assim pertencer à mulher que inspirou um dos quadros mais famosos do mundo, a Mona Lisa.
Lisa Gherardini, de acordo com o jornal «Daily Mail», era a esposa de um rico comerciante de seda, chamado Francesco del Giocondo. Após a morte do marido, ter-se-á tornado freira, tendo morrido no convento no dia 15 de julho de 1542, aos 63 anos.
No ano passado, uma equipa de arqueólogos começou a cavar no convento abandonado de Santa Úrsula e, durante a escavações, encontraram uma cripta, que acreditam ter sido de Lisa Gherardini e, logo de seguida, encontraram um crânio feminino.
As escavações ficaram suspensas, uma vez que a equipa ficou sem fundos, porém, conseguiram regressar no último mês.
Durante a última semana, a equipa encontrou o esqueleto, cujo os ossos serão submetidos a testes, para determinar se correspondem ou não ao crânio encontrado no ano passado.
O arqueólogo Silvano Vinceti, que é responsável pela escavação, explicou: «Nós não sabemos se os ossos pertencem a um único esqueleto ou mais do que um. Esta descoberta confirma a hipótese de existir, no convento St.Ursula, ossos humanos, e não podemos excluir que entre eles há ossos pertencentes a Lisa Gherardini».
Os cientistas vão agora comparar o DNA dos ossos com os restos de duas crianças que foram enterradas nas proximidades.
Depois verificarem o esqueleto e crânio, os arqueólogos pretendem reconstruir o rosto da italiana Lisa Gherardini e comparar com o rosto da Mona Lisa, e talvez resolver o mistério do sorriso enigmático da pintura com mais de 500 anos.


Fonte: CBA (18 Jul 2012). CBA. TVI 24: http://www.tvi24.iol.pt/internacional/mona-lisa--esqueleto-arqueologia-internacional-ultimas-noticias-tvi24/1362182-4073.html



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por noticiasdearqueologia às 12:52

Segunda-feira, 30.07.12

Arqueólogos encontram barca funerária da 1ª dinastia de faraós do Egito

Objeto era enterrado ao lado dos mortos para que eles pudessem usar na outra vida


Esqueleto de um barco de madeira recém-descoberto no complexo arqueológico Abu Rawash, a oeste do Cairo

                         Resquícios de um barco funerário feito de madeira, recém-descoberto no complexo arqueológico Abu Rawash, a oeste do Cairo (AFP).




Uma equipe de arqueólogos encontrou no Egito uma barca funerária de madeira que pode ter ido usada durante a era do Faraó Den (também chamado de Udimu), na primeira dinastia, em torno do ano 3.000 a.C.


O ministro egípcio de Antiguidades, Mohammed Ibrahim, disse em comunicado que a barca está em bom estado e foi encontrada no sítio arqueológico de Abu Rawash, na província de Guiza, a oeste de Cairo.


Uma equipe de pesquisadores do Instituto Francês de Arqueologia Oriental escavava o local quando encontrou vestígios da barca. São 11 tábuas de madeira, cada uma com seis metros de comprimento e 1,5 m de largura. As peças eram colocadas ao lado dos túmulos para que os mortos pudessem utilizá-la em outra vida, disse Hussein Abdel Basir, do Museu Nacional da Civilização Egípcia.


As peças arqueológicas foram levadas para a restauração e, depois, serão expostas no Museu Nacional da Civilização Egípcia, na sala dedicada ao Rio Nilo.


Em fevereiro, arqueólogos iniciaram os trabalhos para extrair centenas de peças de madeira da segunda barca solar do mais poderoso dos faraós egípcios, Keops (2609-2584 a.C.), pertencente à IV dinastia faraônica.


Fonte: (26 Jul 2012). EFE/Veja: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/arqueologos-encontram-barca-funeraria-da-1a-dinastia-faraonica-no-egito

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por noticiasdearqueologia às 12:48

Segunda-feira, 30.07.12

Diretor do Museu Nacional de Arqueologia substituído


<input ... >O diretor do Museu Nacional de Arqueologia (MNA), Luís Raposo, foi substituído no cargo por António Carvalho, que integra atualmente a câmara municipal de Cascais, confirmou à agência Lusa o diretor geral do Património Cultural, Elísio Summavielle.








O jornal Público deu ontem conta do afastamento de Luís Raposo da direção do MNA, em Lisboa, e cita uma carta que este escreveu aos Amigos do Museu Nacional de Arqueologia dando conta da não continuidade do cargo.


Luís Raposo estava há 16 anos à frente do Museu Nacional de Arqueologia, mas considera-se "arqueólogo de base" daquele museu há três décadas, sendo agora substituído por António Carvalho, de 47 anos, licenciado em História e atual diretor do departamento de Cultura da câmara municipal de Cascais.


Elísio Summavielle disse à agência Lusa que "a substituição de Luís Raposo insere-se no contexto da criação" da Direção Geral do Património Cultural (DGPC), que resulta da fusão do Instituto de Gestão do Património Arquitetónico e Arqueológico com o Instituto dos Museus e da Conservação e com a Direção Regional de Cultura de Lisboa e Vale do Tejo.


Além de Luís Raposo, "todos os dirigentes das estruturas centrais dos organismos que agora se fundem, dos museus e monumentos (e serviços dependentes) cessaram funções com a saída da portaria que regulamenta a DGPC", que data do passado dia 25.


Os dirigentes substituídos, como foi agora o caso de Luís Raposo, mantêm-se até ao termo do mandato ou em regime de substituição, uma vez que é obrigatória a abertura de concurso público para os cargos de direção dos vários museus e equipamentos tutelados pela DGPC, esclareceu Elísio Summavielle.


Fonte: Ricardo Simões Ferreira (29 Jul 2012). Lusa/Diário Notícias: http://www.dn.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=2692466






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por noticiasdearqueologia às 12:42

Segunda-feira, 30.07.12

Coliseu está a ficar inclinado como a Torre de Pisa


O Coliseu de Roma sofreu um desnivelamento de 40 centímetros. Foi a esta conclusão que chegou a comunidade científica quando, há um ano, realizou um estudo à estrutura do monumento.







Este inclinação, que segundo o site do ABC, é conhecida há um ano por arqueólogos e historiadores, verifica-se na parte sul do Coliseu. Para estudar este fenómeno que poderá deixar o Coliseu com a mesma aparência da Torre de Piza (inclinado), o Núcleo de Arqueologia fez um protocolo com a Universidade La Sapienza e o Instituto de Geologia Ambiental.


Face a este problema (mantido em segredo até agora), deu-se início a alguns trabalhos para controlar o comportamento dinâmico do Anfiteatro Flavio, que deverão estar concluídos dentro de um ano.


As investigações feitas em torno de todo o monumento deverão ajudar a desvendar este enigma. Entretanto, e enquanto os resultados não são conhecidos, Fumagali, o arquiteto supervisor dos estudos, lembra um detalhe que contribui certamente para a inclinação do monumento: a passagem de carros e do metro nas imediações.


Este responsável lembra que "os carros provocam mais danos do que o metro". E questiona: "Para quê submeter o monumento a esta vibração contínua?" Para Fumagali, carros, motos, autocarro turísticos e transportes públicos são o principal atentado contra a saúde do Coliseu. É que a trepidação é responsável pela formação de fissuras, a queda de estuque e gesso.


Fonte: Isaltina Padrão (30 Jul 2012). Diário Notícias: http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=2694168&seccao=Europa






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por noticiasdearqueologia às 12:39

Quinta-feira, 05.07.12

MAIS ANTIGO ACHADO ARQUEOLÓGICO JUDAICO DA PENINSULA IBÉRICA FOI ENCONTRADO EM SB MESSINES


Equipa de Arqueólogos Alemães dá a conhecer a descoberta

Arqueólogos da Universidade de Friedrich-Schiller, Jena (Alemanha), encontraram perto de São Bartolomeu de Messines (Silves) a mais antiga evidência arqueológica da Cultura Judaica na Península Ibérica, no decurso da última campanha de escavações realizadas.

Numa placa de mármore, com 40cm x 60cm podemos ler o nome “Yehiel“,  seguido de outras letras ainda não decifradas. Os arqueólogos pensam que  se poderá tratar de lápide funerária. Através de análises de  radiocarbono efetuadas a hastes de veado encontradas junto da lápide foi  possível obter uma datação não posterior a 390 AD. De acordo com o  responsável pelas escavações, Dr. Dennis Graen, da Universidade de Jena,  a mais antiga evidência arqueológica associada à cultura judaica no  atual território português é também uma lápide com inscrição em latim e  uma gravura de um menorah (candelabro com sete braços) datado de 482 AD.  A mais antiga inscrição hebraica que se conhece data do século VI ou  VII AD.
Nos últimos três anos, uma equipa da Universidade de Jena, tem escavado  uma villa romana, descoberta por Jorge Correia, Técnico da Câmara  Municipal de Silves (durante trabalhos de prospeção arqueológicas),  perto da Vila de SB Messines. O projeto tem como objetivo estudar a  economia dos habitantes da Lusitânia que habitavam no barrocal algarvio.  Na realidade a zona costeira beneficia já de bastantes estudos, o que  não sucede com o barrocal e interior do algarve que carecem de estudos  mais aprofundados.
A recente descoberta soma mais um enigma aos muitos que surgiram durante  as investigações. “Estávamos realmente na espectativa de encontrar uma  inscrição em latim quando viramos a laje”, diz Henning Wabersich,  elemento da equipa. Contudo, não foram encontradas inscrições até à data  e nada se conhecia sobre a identidade dos habitantes que aqui  residiram. Após trabalho profundo de análise da lápide por diversos  especialistas, foi possível reconhecer a escrita que se encontrava na  laje, visto que a gravação dos caracteres não apresenta um trabalho  cuidado. “Enquanto procurávamos especialistas, entre Jena e Jerusalém,  para decifrar a escrita, obtivemos de Espanha uma pista” diz Dennis  Graen. “Jordi Casanovas Miro, do Museu Nacional d’Art de Catalunya,  Barcelona (especialista na área das inscrições hebraicas da Penísula  Ibérica) – não tem dúvidas que se lê o nome “Yehiel” – nome que surge na  Bíblia.”  
Neste caso, não se trata apenas de uma data excecional, mas também de um  contexto invulgar. Nunca antes se detetaram evidências judaicas numa  villa romana, explica o arqueólogo de Jena. Durante o império romano,  por volta da data da inscrição, os judeus escreviam habitualmente em  latim, com receio de represálias. O hebraico, tal como se encontra na  referida laje, só passa a ser utilizado após o declínio da supremacia  romana, respetivamente durante o período de migrações populacionais  ocorridas durante o século VI ou VII AD. Ficamos surpreendidos com a  descoberta de reminiscências de romanos – neste caso, Lusitanos  romanizados e judeus habitando juntos num contexto rural,” diz Dennis  Graen. “Julgávamos que situações destas apenas ocorriam em contexto  urbano”.
Geralmente a informação relativa às comunidades judaicas na região  provem na sua maioria de escrituras. “Durante o Concílio de Elvira,  cerca de 300 AD, foram emitidas regras de conduta entre judeus e  cristãos. Isto leva-nos a crer que, na Península Ibérica, a população  judaica seria já bastante numerosa”, explica Dennis Graen – mas as  evidências arqueológicas continuam omissas. “Temos conhecimento da  presença de uma comunidade judaica na cidade de Silves durante a Idade  Média. Essa comunidade esteve presente até à expulsão dos judeus no ano  de 1496.” 
No próximo verão os arqueólogos de Jena retomarão os trabalhos. Até à  data foram escavadas cerca de 160m² da villa romana, apesar de grande  parte das estruturas ainda se encontrarem cobertas. “O nosso desejo é  saber mais acerca das pessoas que aqui viveram,” explica Graen. “E claro  que queremos responder às questões inerentes à inscrição hebraica.” 
Salientamos, ainda, que o Município de Silves apoiou esta equipa de  arqueólogos, ao longo das suas campanhas. Alojamento do pessoal  envolvido nas escavações, apoio técnico nas áreas da topografia,  tratamento de materiais, consultadoria, limpeza e conservação preventiva  de materiais mais frágeis foram algumas das ações nas quais a autarquia  colaborou.

Fonte: (28 Mai 2012). Algarve Digital. http://www.algarvedigital.pt/algarve/index.php?name=News&file=article&sid=5846

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por noticiasdearqueologia às 21:02

Quinta-feira, 05.07.12

A vida do Povo feita História

Poucos são os locais em que a História, tem o rosto do povo. O Alto da Vigia, na Praia das Maçãs, é um desses casos raros. Neste local podemos “viajar” de uma forma sedutora, ao encontro do que foram as populações antanhas de Sintra, em sentido lato, e de Colares, em particular.


Na Rádio e no Jornal OCIDENTE sempre tivemos grande paixão pelo lugar. Amor antigo, nutrido pelo fascínio da beleza, ostentativa, do recorte da costa oceânica sintrense. A realidade é que, a percepção do finis terrae, a Ocidente, propicia viagens ao profundo do imaginário colectivo das populações, antigas e actuais, da simpática Freguesia de Colares, que já foi concelho Senhorial.


O local é referenciado desde há muito. Alcançamos as primeiras notícias com Valentim Fernandes, conhecido como o Morávio, corria o Ano da Graça de 1505; um pouco mais tarde em 1541, outro grande vulto da cultura portuguesa, Francisco d’Olanda, deixa um registo em desenho desse mesmo local; na esteira de Francisco d’Olanda, André de Resende, em 1593, referencia e estuda inscrições latinas provenientes do local.
A atenção destes três grandes vultos da cultura, estava centrada na presença de um templo romano consagrado a Soli et Lunae. Templo grandioso, sempre referido nostalgicamente, mas com origem e sustentação nos altos dignatários locais, representantes de Roma, e dos senhores da terra e dos povos. Era, assim, um santuário oficial dos poderosos.
A Arqueologia, outra das nossas paixões, acabaria por revelar outra História para o mesmo local; sobreposto ao templo romano, no Tempo e no Modo, um Ribat, pequeno cenóbio islâmico - marca um espaço de reflexão contemplativa, de vida frugal e ascética. Foi construído com materiais provenientes dos despojos do antigo templo romano. A simples descoberta deste Ribat, dá-nos a dimensão de outros homens, de uma outra cultura, que também é a nossa e nos transporta ao tempo do grande Mestre Sufista Ibn QasÎ.
A verdade do ponto de vista antropológico, tanto cultural como físico, é que um dos “elos” principais da génese saloia foram os escravos mouros, ou os mouros forros (livres), isentos da jurisdição do município de Lisboa por carta fidelitatis et firmitudinis, do nosso primeiro Rei, mas servidores, protegidos e tributários da Coroa, confinados aos reguengos, sujeitos ao alcaide dos mouros ou alcaide do arrabalde, ou dependentes de instituições eclesiásticas.
Laços de sangue, laços culturais, que explicam não só a presença do Ribat, como das lendas de mouras e mouros que povoam o nosso imaginário colectivo. E, que dizer da Lenda da Nossa Senhora de Melides: ”… ide que mil ides”! Milagre que possibilitou que vinte Cavaleiros Cristãos levassem de vencida uma multidão de mouros. Seguramente a mesma população moura que, mais tarde, trabalhavam nas vinhas do Rei, no Reguengo de Colares.
Desta simbiose histórica, quase milenar, nos fala o Folclore, a Toponímia e também a Arqueologia. Contudo o Alto da Vigia, não impressiona só pela paisagem soberba do mar oceânico. Impressiona, sobretudo, pela persistência milenar da presença Humana. Sempre em torno de algo que é “sagrado”, seja no espaço físico, na vista deslumbrante ou na mera função de segurança.
Fonte: Rui Oliveira (4 Jul 2012). Rádio Ocidente: http://www.radioocidente.pt/noticia.asp?idEdicao=158&id=28692&idSeccao=1490&Action=noticia

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por noticiasdearqueologia às 20:54

Segunda-feira, 02.07.12

Mosteiro de Castro de Avelãs...mais antigo que Portugal...




Castro de Avelãs, em Bragança, é local de umas ruínas arquitectónicas de enorme valor, exemplo único de um património moçárabe que durante anos confundiu os especialistas.  


 




O mosteiro beneditino do Castro de Avelãs é monumento nacional e exemplar único do estilo arquitectónico românico-moçárabe em Portugal, em que sobressai a traça com tijolo maciço herdada da vizinha região espanhola de Castela e Leão.
“É único em Portugal. Não há outro de tijolo maciço, este tipo de construção vem directamente de Castela e Leão, onde há muitos exemplos. A construção data de 1145, é natural que existisse anteriormente, mas há documentos com referências a essas datas. Funcionou durante 400 anos e depois foi fechado”, explica Paula Silva, directora regional de Cultura do Norte.
As edificações existentes eram um enigma para os especialistas pois não condiziam com o que devia ser o monumento, até que escavações arqueológicas recentes revelaram as ruínas do mosteiro original.
“Sabia-se que devia haver um mosteiro, mas não se sabia onde era. Esta escavação arqueológica pôs à vista as ruínas. Temos o claustro, temos a sala do capítulo e começámos a perceber que era uma estrutura grande. Foi uma descoberta importante”, explica.
A Direcção Regional de Cultura do Norte (DRCN) promete agora fazer uma conservação das ruínas e avançar com um programa, em articulação com a Diocese de Bragança-Miranda, a proprietária, e com a Câmara de Bragança, que proteja estas ruínas, as musealize e lhes dê alguma visibilidade.
D. José Cordeiro mostra-se satisfeito com o património descoberto e manifesta o desejo de o ver valorizado: “É motivo de grande alegria e orgulho para estas terras ver conservado o seu património, mas mais que isso dar-lhe uma articulação maior com o turismo religioso e de natureza e com esta investigação feita a nível arqueológico e histórico”.
O mosteiro de Castro de Avelãs, em Bragança, é um monumento único em Portugal que se acredita ser anterior à nacionalidade.

Fonte: Olímpia Mairos (04 Jun 2012). Rádio Renascença.

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por noticiasdearqueologia às 21:59

Segunda-feira, 02.07.12

Escavações arqueológicas arrancam em Castro de Avelãs

O cultivo das terras foi suspenso para dar início a escavações arqueológicas. É o que está a acontecer na aldeia de Castro de Avelãs, em Bragança. O lugar da Torre Velha está a ser alvo de escavações ao abrigo de um protocolo, firmado ontem, entre a Câmara de Bragança e a Universidade de Coimbra. O arqueólogo da Universidade de Coimbra, Pedro Carvalho, explica a missão da equipa no terreno.“Castro de Avelãs e em particular a Torre Velha é identificada como a capital desse povo, os Zoelas, que terá vivido na região de Bragança há dois mil anos. O nosso objectivo é tentar clarificar essa questão”, salienta o responsável.Os proprietários das terras há muito que conhecem a história dos vestígios arqueológicos. António Pinto diz que o seu terreno era fértil na produção de melões, mas não se incomoda com as escavações.“Há muitos anos que se fala que existe aqui coisas importantes ao nível da arqueologia que agora vão descobrir. Nesta altura esta terra seria lavrada, era o sítio preferido para plantar melões. Deixar de plantar durante uns tempos não tem problema nenhum”, afirma o popular.Depois dos dois anos de investigações arqueológicas, o presidente da Câmara de Bragança, Jorge Nunes, sonha com a construção de um espaço de memória na freguesia de Castro de Avelãs.“Quem sabe se depois dos resultados não nos permitem continuar e criar aqui um campo de escavações internacional, classificar este sítio e criar na freguesia um espaço de memória mais amplo sobre a história de Bragança. Já temos muitos objectos que estão dispersos”, realça o autarca. No primeiro dia de escavações já foram encontrados vestígios de uma figura humana. A Câmara de Bragança vai gastar cerca de 75 mil euros mais despesas de logística com estas escavações.


O secretário de Estado da Cultura, José Viegas, também visitou o local e enalteceu a importância destes projectos para o desenvolvimento regional.


Fonte: (29 Jun 2012). Rádio Brigantia: http://www.brigantia.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=7319&Itemid=43

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por noticiasdearqueologia às 21:42


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