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NOTÍCIAS DE ARQUEOLOGIA

O Património é um bem comum... Preservá-lo só depende de cada um de nós...



Terça-feira, 06.09.11

Lagos alarga cooperação científica para estudo do Monte Molião


 


O estudo da estação arqueológica de Monte Molião é o objeto de um protocolo de cooperação científica a ser assinado entre a câmara de Lagos, a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e o UNIARQ – Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa.


O Monte Molião é um dos sítios míticos da arqueologia algarvia, sendo sobre a época romana que existem dados mais significativos. O sítio foi alvo, recentemente, de investigações arqueológicas, cujos resultados aumentaram o conhecimento da ocupação continuada deste sítio, desde o fim do séc. IV a.C. até à primeira metade do século II d.C.


De acordo com o novo documento, o Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa passa a ser um dos outorgantes deste protocolo de cooperação. Recorde-se que anteriormente o documento esteve apenas para ser assinado entre a autarquia e a Faculdade de Letras.


Assim, e no âmbito deste protocolo, o município de Lagos compromete-se a fornecer apoio e a executar trabalhos arqueológicos de terreno, entre outras tarefas, enquanto a Faculdade de Letras vai participar na qualidade de consultor na avaliação curricular da eventual equipa técnica a contratar pelo município para a execução das escavações.


No que diz respeito ao Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa, ficará encarregue pela coordenação técnica e científica de cada intervenção arqueológica, do processamento dos dados e da preparação de conteúdos para publicações diversas de caráter científico.


Fonte: (27 Ago 2011). Jornal do Algarve: http://www.jornaldoalgarve.pt/2011/08/lagos-alarga-cooperacao-cientifica-para-estudo-do-monte-moliao/monte-moliao-lagos/


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por noticiasdearqueologia às 13:06

Terça-feira, 06.09.11

Aljezur aposta no estudo e musealização da presença islâmica




Diversos locais do concelho de Aljezur apresentam marcas da presença islâmica, que a autarquia e a Associação de Defesa do Património Histórico e Arqueológico de Aljezur querem estudar e valorizar, para melhor conhecer este período da sua história.


Atualmente, existem vários trabalhos arqueológicos a decorrer no município de Aljezur: Silos Islâmicos da Barrada, Ribat da Arrifana e Fortaleza da Arrifana são os mais importantes, mas existem outros, como as Necrópoles da Idade do Bronze de Corte Cabreira, de Vale da Telha e de Monte Clérigo.


José Marreiros, presidente da Associação de Defesa do Património Histórico e Arqueológico de Aljezur (ADPHA), tem sido um dos principais impulsionadores dos trabalhos, mas a falta de verbas tem condicionado a sua missão.


Porém, este ano, a associação e a câmara de Aljezur contam com o apoio do Polis Litoral Sudoeste, que pretende ajudar o município a integrar o espólio recolhido nos vários sítios arqueológicos em centros de interpretação.


Segundo apurámos, estes centros serão criados pelo Polis na Ponta da Atalaia, Vale da Telha e Portinho do Forno/Pontal da Carrapateira.


“O património de Aljezur está a mexer”, realça José Marreiros, frisando que as últimas descobertas, nomeadamente no Ribat da Arrifana, “são muito importantes e já estão a ultrapassar as fronteiras nacionais”.


“Todos os anos são achados novos vestígios que contam mais um pouco da nossa história e que constituem uma pedrada no charco da arqueologia”, refere, frisando que diversos investigadores, historiadores, professores, alunos e jornalistas internacionais, assim como delegações de diversas embaixadas (árabes e não só), já se deslocaram até ao concelho por causa dos achados em curso.


 


Primeiro centro de interpretação em 2013


De acordo com o presidente da ADPHA, o Ribat da Arrifana deverá ser o primeiro sítio arqueológico a ser musealizado, em 2013. E o próprio Ministério da Cultura está em vias de classificar o ribat como monumento nacional.


“A criação de um centro de interpretação no local vai contribuir para a dinamização cultural e turística do município, assim como vai ser um ponto de partida para o surgimento de um novo turismo no Algarve”, salienta.


Para o historiador Mário Varela Gomes, “a musealização vai encerrar uma etapa, mas ainda há muito para estudar e investigar sobre o espólio já recolhido”, que inclui milhares de peças de cerâmica, pedra, osso, metal e vidro do período islâmico.


Segundo apurou o JA, a musealização do Ribat da Arrifana vai implicar o restauro das mesquitas e dos passadiços à semelhança da época, além da construção de um centro interpretativo que vai contar ao público a verdadeira história do que se terá passado aqui há cerca de nove séculos!


Fonte: Nuno Couto (29 Ago 2011). Jornal do Algarve: http://www.jornaldoalgarve.pt/2011/08/aljezur-aposta-no-estudo-e-musealizacao-da-presenca-islamica/



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por noticiasdearqueologia às 13:02

Terça-feira, 06.09.11

Cerro do Castelinho dos Mouros

 



A quarta campanha arqueológica terminou recentemente, mas os trabalhos vão continuar no próximo ano

CMA/JA


A quarta campanha arqueológica terminou recentemente, mas os trabalhos vão continuar no próximo ano


 


O IGESPAR (Instituto de Gestão do Património Arquitetónico e Arqueológico) já sugeriu à Câmara Municipal de Alcoutim para avançar com o processo de classificação do chamado Cerro do Castelinho dos Mouros, localizado junto à margem do rio Guadiana e considerado o monumento mais antigo do país.


A quarta campanha arqueológica internacional levada a cabo naquela fortificação terminou recentemente e


veio confirmar que a origem do edifício remete ao século I antes de Cristo. Trata-se de um monumento único e o mais antigo localizado no território português, tendo sido ocupado durante cerca de 100 anos, por cerca de cinco gerações de indivíduos.


As novas escavações permitiram observar a dimensão total do edifício, rodeado por uma muralha e com uma torre central. A imponência e monumentalidade da fortificação mantêm-se nas ruínas agora a descoberto. Estes últimos trabalhos vieram atestar a monumentalidade e excepcionalidade do sítio, sendo considerado pelos especialistas como surpreendente a área e a altura ainda conservadas.


Apesar da enorme quantidade de área a descoberto, o edifício demonstrou ser mais extenso do que o que se pensava. Por esta razão, a autarquia alcouteneja já garantiu que será realizada mais uma campanha arqueológica no próximo ano.


Recorde-se que estes trabalhos arqueológicos foram desenvolvidos no âmbito da primeira cooperação científica luso-austríaca, no campo da arqueologia portuguesa.


Fonte: (26 Ago 2011). Expresso: http://aeiou.expresso.pt/alcoutim-quer-classificar-o-monumento-mais-antigo-do-pais=f670160 / www.jornaldoalgarve.pt )

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por noticiasdearqueologia às 12:55

Terça-feira, 06.09.11

Luís Coelho vai ser o novo director do Igespar




Arqueólogos esperam que Francisco José Viegas anuncie em breve uma nova estrutura de funcionamento

Arqueólogos esperam que Francisco José Viegas anuncie em breve uma nova estrutura de funcionamento (Nuno Ferreira Santos)



Luís Filipe Coelho, até agora subdirector do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (Igespar) e responsável pela área financeira, será o novo director daquele organismo, substituindo no cargo Gonçalo Couceiro, que pediu a reforma e cessou funções no final de Agosto.





A substituição acontece numa altura em que os arqueólogos aguardam com expectativa a definição do novo modelo de organização a apresentar pela Secretaria de Estado da Cultura (SEC) de Francisco José Viegas.
O PÚBLICO ouviu vários arqueólogos que se mostram convencidos de que a nova direcção deverá assegurar apenas a actual fase de transição e que em breve serão anunciadas mudanças mais profundas.
"A minha preocupação não tem a ver com quem irá transitoriamente dirigir os organismos [Igespar e Instituto dos Museus e da Conservação], mas sim com a arquitectura da relação futura entre os serviços centrais da SEC e os organismos que dão a cara perante o público, as bibliotecas, os arquivos, os museus", diz Luís Raposo, presidente do ICOM Portugal (Conselho Internacional dos Museus) e director do Museu Nacional de Arqueologia.
"Em períodos de crise, as gorduras que podem ser cortadas são as que estão nas estruturas intermédias", considera Raposo, defendendo que os cortes, a acontecerem, devem ser ao nível das Direcções Regionais de Cultura, dando às estruturas que têm o contacto directo com os cidadãos no terreno "maior capacidade e autonomia".
Para João Tiago Tavares, presidente da Associação Profissional de Arqueólogos (APA), o importante é que, na estrutura de funcionamento que venha a ser definida pela SEC, "a arqueologia não seja menorizada". Isso pode ser feito mantendo a estrutura actual, com as Direcções Regionais, ou com um modelo centralizado, desde que "haja uma articulação dos serviços para que possam funcionar eficazmente".
Uma das críticas frequentes ao actual modelo, explica, tem a ver precisamente com a "sobreposição de competências entre o Igespar e as Direcções Regionais". A APA já pediu uma audiência ao novo secretário de Estado da Cultura, mas ainda não foi recebida.


Fonte: Alexandra Prado Coelho (6 Set 2011). Público: http://www.publico.pt/Cultura/luis-coelho-vai-ser-o-novo-director-do-igespar_1510663



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por noticiasdearqueologia às 12:46

Terça-feira, 06.09.11

Visitas guiadas em Abrantes

Nos dias 8 e 15 de Setembro, vão realizar-se visitas guiadas nocturnas (às 21h30) à exposição de antevisão do futuro Museu Ibérico de Arqueologia e Arte, em Abrantes.


Visitas guiadas em Abrantes<br>Exposição de Antevisão do Museu Ibérico de Arqueologia e Arte


A exposição representa mais um acto promocional do futuro Museu Ibérico de Arqueologia e Arte (MIAA) e está patente ao público no Museu D. Lopo de Almeida (Castelo) até 31 de Outubro.


Os interessados deverão fazer uma inscrição prévia para o e-mail: miaa@cm-abrantes.pt
Recorde-se que a exposição mostra materiais em bronze da valiosa colecção Ernesto Estrada que documentam a evolução na representação da figura humana, a par de diversos adereços de vestuário, militar e civil. Da mesma colecção, podem ser apreciadas peças de joalharia neoclássica.
Do escultor Charters de Almeida, destacam-se três peças em bronze da fase inicial da sua obra.
A exposição mostra igualmente peças que integram o acervo arqueológico do Município, nomeadamente materiais provenientes de escavações no concelho, estruturadas em vários momentos.
No espaço do Coro-Alto da igreja, encontram-se quadros da pintora contemporânea, Maria Lucília Moita.


Fonte: (5 Set 2011). Rostos.pt: http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=201895&mostra=2&seccao=artes&titulo=Visitas-guiadas-em-Abrantes-Exposica

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por noticiasdearqueologia às 12:43


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