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NOTÍCIAS DE ARQUEOLOGIA

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Quarta-feira, 17.02.10

Sarcófago pode esclarecer fim da civilização maia


Um sarcófago de pedra com mais de mil anos, que foi descoberto no Sul do México, poderá ter a chave para resolver o mistério do desaparecimento da civilização maia.





É essa a opinião do arqueólogo responsável pela escavação do local, Juan Yadeum, que descobriu que o sarcófago foi aberto em 1490. O estudo dos vestígios deixados por esses intrusos poderá ajudar a identificar que grupo dominava a região nessa época, marcada pelo estertor da cultura maia.


Sarcófago pode esclarecer fim da civilização maia

O túmulo milenar foi descoberto em Novembro por especialistas do instituto mexicano de antropologia e de história (INAH), na antiga vila maia de Tonina, no estado de Chiapas, junto à fronteira com a Guatemala. De acordo com o INAH, este tipo de sarcófago é "único no México antigo".


O sarcófago e a pedra tumular foram construídos entre os anos 840 e 900. De acordo com Juan Yadeum, os restos mortais no interior do sarcófago serão de uma mulher ou de um adolescente.


Quanto às pistas sobre o fim da civilização maia, Juan Yadeum explicou que o sarcófago poderá conter novos elementos "sobre os seus responsáveis", uma vez que ele foi aberto entre 1490 e 1495. O estudo dos vestígios ali deixados poderá ajudar a perceber se "esses responsáveis" eram gente local influenciada por um grupo do altiplano andino ou se vinham da América Central ou de regiões limítrofes do actual México.


A civilização maia nasceu há quatro mil anos e prolongou-se até 1546, sobrevivendo meio século à chegada dos conquistadores espanhóis.


Fonte: (30 Jan 2010). Diário de Notícias: http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/Interior.aspx?content_id=1482566



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por noticiasdearqueologia às 22:56

Quarta-feira, 17.02.10

Piso romano musealizado na Prebenda


Um piso de ladrilhos romanos vai ser musealizado num imóvel que a Câmara Municipal está a requalificação, na Prebenda, no âmbito das acções que foram atribuídas à SRU – Sociedade de Reabilitação Urbana de Viseu. Os trabalhos foram visitados pelos presidentes desta sociedade, Américo Nunes, e da autarquia viseense, Fernando Ruas, numa fase em que se ultimam os toscos para dar início aos trabalhos mais ‘finos’.


Tudo deverá ficar concluído no início de 2010. O achado obrigou a reanalisar todo o processo do imóvel. O arqueólogo Pedro Sobral, disse que faria parte de um piso pertencente à sala de uma casa da época romana. As obras, orçadas em 430 mil euros, tiveram uma ‘derrapagem assumida’ de 89 mil euros, elevando os custos finais para mais de meio milhão de euros. ‘É mais um contributo para a regeneração do Centro Histórico’, frisou Américo Nunes, também vice-presidente da Câmara Municipal de Viseu. Para o arqueólogo Pedro Sobral, que não tem dúvidas em afirmar que a cidade romana se localizava nesta zona da cidade, estamos perante ‘um casamento feliz entre o passado e o futuro. Um investimento na memória’.


O piso em questão ‘é composto por um ladrilho em cerâmica que é pouco comum encontrar-se’. Esta ‘pequena amostra permita que seja feita a reconstituição de todo o ladrilho’, o que vai acontecer. ‘As peças que faltam para que o pavimento fique completo, vão ser feitas numa olaria típica’, adiantou. Sem dúvida que estamos perante ‘mais uma peça do puzzle que nos permite conhecer a cidade de Viseu na época romana’, defendeu o arqueólogo. O imóvel vai ter duas componentes distintas: habitacional e serviços. A primeira, com três apartamentos; a outra, destinada a serviços. Quando as obras o permitirem será ali instalada a sede da AHRESP - Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal.


Fonte: (28 Jan 2010). Notícias de Viseu: http://www.noticiasdeviseu.com/index.php?option=com_content&view=article&id=1064:piso-romano-musealizado-na-prebenda&catid=52:local&Itemid=53

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por noticiasdearqueologia às 22:45

Quarta-feira, 17.02.10

Tutankamon



Os pés de Tutankamon


 


A fotografia mostra os pés do jovem faraó Tutankamon, cujo corpo está exposto num túmulo no Vale dos Reis, Egipto. De acordo com um estudo genético realizado em 16 múmias daquela época, entre as quais a do próprio Tutankamon, o rapaz-faraó terá morrido de malária. O estudo revela ainda que Tutankamon sofria de uma doença óssea, a doença de Köhler, tinha lábio leporino e pé boto.


Fonte: Mike Nelson (17 Fev 2010). Foto@EPA.


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por noticiasdearqueologia às 22:38


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