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NOTÍCIAS DE ARQUEOLOGIA

O Património é um bem comum... Preservá-lo só depende de cada um de nós...



Quarta-feira, 30.12.09

La arqueología ya es millonaria

 


Los parques arqueológicos de la Región han sido visitados por un millón de personas.


El Centro de Interpretación del Tolmo, en Hellín, podría estar listo para mediados del próximo año 2010. 

Los parques arqueológicos se han convertido en un recurso cultural y turístico de primer orden en Castilla-La Mancha, tierra que, sin duda, guarda muchos tesoros del pasado. De momento, y no está nada mal, desde que en 2002 abriera sus puertas el primer parque arqueológico de Castilla-La Mancha, el del Segóbriga en 2002, más de un millón de personas han conocido la Red de Parques Arqueológicos de la Comunidad Autónoma.

Carranque y Alarcos, en Toledo y Ciudad Real respectivamente, así como Recópolis, en Guadalajara, forman parte de esta red que crece con la construcción del Centro de Interpretación del Tolmo de Minateda, en Hellín (Albacete).

«El patrimonio histórico de Castilla-La Mancha es uno de los grandes atractivos turísticos de nuestra región», como lo demuestra el más de un millón de visitantes que ha recibido la Red de Parques Arqueológicos desde que ésta abrió sus puertas, tal y como apuntó la consejera de Cultura, Turismo y Artesanía, Soledad Herrero.

Hace ya siete años desde que la ciudad romana de Segóbriga abrió al público como el primero de los Parques Arqueológicos de Castilla-La Mancha, que desde entonces y hasta el pasado mes de noviembre ha recibido más de 540.000 visitas, acaparando así la mitad del millón de visitantes recibidos.

Estas cifras revelan la importancia del patrimonio como foco de atracción turística y de aprendizaje, ya que los parques arqueológicos «nos permiten conocer un periodo muy amplio de la historia de nuestra región y de España», tal y como ha señalado la consejera.

Pero además, los parques son elementos generadores de empleo y riqueza en zonas desfavorecidas de nuestra región, indica Herrero, quien recuerda el compromiso del Gobierno de Castilla-La Mancha con la conservación de nuestro pasado.

Tras Segóbriga, se unieron a esta red de parques la villa romana de Carranque, en la provincia de Toledo, y el yacimiento de Alarcos, en Ciudad Real, abriendo ambas al público en 2003.

Desde entonces, Carranque ha recibido más de 270.000 visitantes y Alarcos más de 135.000. El último yacimiento en incorporarse a esta red fue en el año 2005 la ciudad visigoda de Recópolis, ubicada en la localidad de Zorita de los Canes, en Guadalajara, que desde entonces ha sido recorrida por más de 55.000 personas.

 

El quinto parque 

Respecto al que será el quinto parque arqueológico, el del Tolmo de Minateda, en Hellín (Albacete), actualmente se están llevando a cabo las obras del Centro de Interpretación, que podría estar listo a mediados de 2010. Con su apertura al público los visitantes podrán conocer una zona donde el periodo de ocupación abarca desde el quinto milenio a.C. hasta la época islámica, y cuenta con uno de los conjuntos eclesiales visigodos más importantes de la España antigua.

Además de su destacada importancia como foco de investigación, los parques arqueológicos destacan también por su labor didáctica y por las actividades de difusión que llevan a cabo a lo largo del año entre todos los sectores de la población, con especial atención al público en edad escolar y a las visitas familiares de fin de semana.

La celebración del Día Internacional de los Museos, en mayo, o las Jornadas Europeas de Patrimonio, en octubre, con jornadas de puertas abiertas o visitas guiadas gratuitas, son algunas de las actividades que a lo largo del año celebran estos espacios.


A este calendario lúdico y didáctico también se suman el Festival Juvenil Europeo de Teatro Grecolatino, en Segóbriga; las Jornadas Romanas de Carranque; la recreación de la batalla de Alarcos o la posibilidad de descubrir en Recópolis la única ciudad de nueva planta de la época visigoda en toda Europa.

Fonte: (29 Dez 2009). La verdad.

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por noticiasdearqueologia às 23:05

Quarta-feira, 30.12.09

Pela primeira vez, um caso de destruição de arte rupestre pode chegar a tribunal

Instituto do Património apresentou queixa contra desconhecidos por destruição de gravura com cinco mil anos no Parque Arqueológico do Côa. Ministério Público já está em campo

A destruição de uma pintura rupestre com cinco mil anos, encontrada na aldeia de Malhada Sorda, concelho de Almeida, em 2002, pode vir a ser o primeiro caso de destruição de arte rupestre a chegar a tribunal. O Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (Igespar) já avançou com uma queixa contra desconhecidos no Ministério Público. E o processo está na fase de inquérito, que poderá ou não ser arquivado.

Isabel Magalhães nem queria acreditar quando chegou à ribeira das casas, numa tarde de passeio com a filha e uma amiga, e viu que a pintura rupestre com mais de cinco mil anos, que tinha descoberto sem querer há sete anos, estava destruída. "Deu-me vontade de chorar", lembra.

A professora de História, que também já foi arqueóloga, não mora longe dali. Vive no centro da aldeia de Malhada Sorda, concelho de Almeida. Um breve carreiro separa a casa daquele lugar da ribeira das casas, onde, passadas as poldras, uma espécie de ponte ancestral, as enormes lajes graníticas alinhadas em anfiteatro abrigam um tesouro raro: um conjunto de pinturas rupestres.

"É um sítio muito bonito", diz sobre o cenário no local, rodeado de granito, cuja extracção é uma das maiores actividades da pequena aldeia. "Quando aqui vim pela primeira vez, achei o lugar muito curioso, com esta forma de palco. Devem ter achado o mesmo que eu há cinco mil anos."



Intencional e cirúrgica


Não é fácil a olhos destreinados escrutinar as linhas milenares que ali pintaram na pedra representando um cervídeo. Os traços que compõem a figura, que poderão ser do período neolítico, foram todos picados, ninguém sabe com que instrumento. Nem porquê. E, acima de tudo, ninguém sabe por quem. Mais à direita permanecem mais pinturas, formas antropomórficas que permanecem intactas.

Há sete anos, quando Isabel Magalhães deu com as pinturas pela primeira vez, alertou o Parque Arqueológico do Vale do Côa. Os técnicos vieram. Não tinham dúvidas de que ali estava um tesouro. Mas, como é normal com os conjuntos de arte rupestre do Vale do Côa, este ali ficou.

Nuno Neto, arqueólogo e natural de Malhada Sorda, diz que a descoberta desta gravura na ribeira das casas, junto a um leito de ribeira, não surpreende: "É um fenómeno mágico, simbólico, o curso da água, para além de ser uma fonte de vida. Os animais matavam ali a sede, daí aparecerem gravuras e pinturas nestes sítios. São uma espécie de altares". Para o arqueólogo, desperdiçou-se, em 2002, a oportunidade de estudar esta pintura por falta de recursos: "Os técnicos que existem não conseguem dar conta do recado".

Este ano, quando deu conta da destruição das gravuras, Isabel Magalhães avisou o Parque Arqueológico do Côa e a junta de freguesia. "Até falaram disto na missa. Este é um assunto da comunidade", lembra a professora, que não tem dúvidas: "Foi uma coisa cirúrgica. Quem o fez sabia o que estava a fazer".

Nuno Neto acrescenta: "Nunca vi um caso de destruição de arte rupestre com esta minúcia. Alguém que não percebesse do assunto não identificaria a pintura tão bem. Não faço ideia do que passou na cabeça da pessoa que destruiu aquilo".

António Martinho Baptista, paleo-historiador, também pensa da mesma maneira: "É uma destruição intencional. Quem lá foi, sabia bem o que estava a destruir". E fala de uma perda irreparável: "É algo irrecuperável. O que se perdeu é o testemunho de uma pintura com mais de cinco mil anos, provavelmente neolítica. É um património antigo que desapareceu", diz o especialista, que afirma: "Se chegar a tribunal, será o primeiro caso. Ainda bem. Pode ser que faça jurisprudência".

Para João Pedro Cunha Ribeiro, subdirector de Arqueologia do Igespar, a melhor maneira de proteger este património é tentar que passe despercebido: "Os patrimónios arqueológicos fora das cidades são todos vulneráveis. Parte da sensibilidade e civismo das pessoas protegê-lo". O responsável lembra alguns casos em que foi usada vedação dos locais arqueológicos, como no lugar do Lapedo, em Leiria, onde em 1998 foi encontrado o esqueleto de uma criança de Neanderthal. "Mas muitas vezes o melhor é mesmo passar despercebido, não chamar a atenção."

João Pedro Cunha Ribeiro conhece outros casos de destruição de arte rupestre mas nenhum chegou a tribunal. Não sabe se os culpados serão revelados ou punidos. "Mas só o facto de avançarmos com o processo, creio que é pedagógico e dissuasor da ocorrência de outros casos."

E, para Nuno Neto, é na sensibilização das populações para a importância deste património que as autoridades devem trabalhar: "É preciso sensibilizar a população para este tipo de património e para o impacto que pode ter na vida das pessoas".

Fonte: Ana Machado (26 Dez 2009). Público.

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por noticiasdearqueologia às 23:02

Quarta-feira, 30.12.09

Museu de Arqueologia vai mesmo para a Cordoaria

A nova ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, vai manter a polémica decisão do seu antecessor, José António Pinto Ribeiro, e transferir o Museu Nacional de Arqueologia da ala sul do Mosteiro dos Jerónimos para a Cordoaria Nacional, em Lisboa, onde se prevê que venha a ocupar o Torreão Norte e o corpo central do edifício.

Canavilhas, que ontem esteve reunida ao longo de mais de duas horas com cinco representantes da Associação de Arqueólogos Portugueses (AAP), fez saber que a decisão é "inquestionável" mas, mesmo assim, conseguiu encerrar o encontro com um voto de confiança da associação que, devido a esta mesma decisão, prometeu a Pinto Ribeiro "uma guerra até ao final do mandato".

"Continuo a achar uma má escolha e a defender que a melhor opção seria a construção de um edifício de raiz", explicou ontem ao PÚBLICO José Morais Arnaud, presidente da AAP, mas ressalvando que, apesar disso e de não ter encontrado disponibilidade para devolver à arqueologia a autonomia que teve antes da extinção do seu próprio instituto (o IPA, Instituto Português de Arqueologia), a "grande receptividade" da ministra criou "expectativas".

"Notámos vontade de resolver algumas questões que se vêm arrastando. Em relação a contactos com ministros anteriores, que nos pareceram meras formalidades, neste caso houve um diálogo bastante aberto, olhos nos olhos, em que muitas vezes a senhora ministra questionou os nossos motivos e contrapôs. Creio que este tipo de diálogo não existia desde o tempo do ministro Carrilho. Ficámos com a impressão de que as nossas razões serão, pelo menos, pensadas", disse ainda ao PÚBLICO Morais Arnaud.

Entre outros pontos, Canavilhas e os representantes da AAP discutiram também a criação de uma Ordem dos Arqueólogos (deverá transformar-se numa proposta da AAP a aprovar pelo Ministério da Cultura) e o futuro modelo de gestão do Museu de Arte Rupestre do Vale do Côa. Ainda em fase de estudo embrionário, segundo Morais Arnaud, poderá passar tanto pela criação de uma fundação como por um modelo de gestão regional, com envolvimento das câmaras locais.


Fonte: Vanessa Rato (29 Dez 2009). Público.

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por noticiasdearqueologia às 22:54

Quinta-feira, 24.12.09

Fragmentos de túmulo egípcio regressam ao Cairo



Fragmentos de túmulo egípcio regressam ao Cairo






Os cinco fragmentos de decoração mural do túmulo do nobre egípcio Tetiky até há pouco no Museu do Louvre, e cuja devolução vinha sendo reclamada pelo Egipto, já se encontram no Museu do Cairo.


A "luz verde" para a devolução foi dada pelo presidente francês, Nicolas Sarkozy, durante a recente visita do seu homólogo egípcio, Hosni Mubarak, a Paris.


As autoridades egípcias estudam agora a possibilidade de transportar as peças, apesar dos danos que estas sofreram, para o seu lugar original, o túmulo TT 15 de Draa Abul-Naga (Luxor), de onde foram roubadas antes de as adquirir o museu francês.


Concretizada a devolução, o secretário-geral do Conselho Supremo de Antiguidades, Zahi Hawass, fez saber que a expedição do Louvre em Saqqara poderá agora retomar os trabalhos arqueológicos na zona.


A controvérsia gerada pelos cinco fragmentos remonta a 2008 quando, durante uma visita ao Museu do Louvre, peritos alemães lá viram as peças e chamaram a atenção para o facto.


Segundo o jornal egípcio Al Ahram, os fragmentos foram removidos do túmulo e subsequentemente comprados pelo Louvre entre 2000 e 2002. 


Fonte: (23 Dez 2009). DN Globo: http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/Interior.aspx?content_id=1454567



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por noticiasdearqueologia às 17:08

Quinta-feira, 24.12.09

Casa dos tempos de Cristo descoberta na cidade de Nazaré



Casa dos tempos de Cristo descoberta na cidade de Nazaré






Peritos estão convencidos de que Jesus conhecia a casa em questão. Esta tem dois quartos, um pátio interno e uma cisterna


Não é a casa onde Jesus Cristo viveu, mas podia ser. Pela primeira vez, arqueólogos encontraram uma residência da época romana em Nazaré, a cidade onde, segundo os Evangelhos, vivia a Virgem Maria. Modesta e pequena, a casa tem dois quartos, um pátio interior e uma cisterna onde guardavam a água da chuva. No local das escavações, foram ainda encontrados pedaços de cerâmica que datam do séc. I.


"Encontrámos fragmentos de giz típicos das casas judaicas", sublinhou a arqueóloga israelita Yardenna Alexandre. Bem junto à casa, a equipa envolvida nas buscas encontrou ainda um poço cuja entrada tinha sido dissimulada. Os arqueólogos estão convencidos que o poço foi aberto pelos judeus durante os preparativos para a Grande Revolta contra os Romanos, no ano de 67. Esta terminou com uma derrota e com a destruição do Templo de Jerusalém.


Segundo os especialistas, esta descoberta vem lançar alguma luz sobre a forma como as pessoas viviam há mais de dois mil anos. Um porta-voz da Autoridade das Antiguidades de Israel foi mesmo mais longe e afirmou à BBC ser provável que Jesus e os amigos conhecessem a casa agora encontrada. Terá sido no local onde agora foi descoberta a casa que a Virgem Maria recebeu a anunciação do arcanjo Gabriel. E terá sido em Nazaré que Jesus cresceu.


No século I, Nazaré não passaria de uma pequena aldeia, apesar de hoje a "capital árabe de Israel" ter 65 mil habitantes.


A casa foi descoberta quando os funcionários de uma empresa de construção civil estavam a escavar as fundações para um novo edifício. Este, um centro cristão, devia situar-se no local de um antigo convento. As escavações vão agora ser integradas num novo centro do grupo católico francês Chemin Neuf.


Fonte: H. T. (23 Dez 2009). DN Globo: http://dn.sapo.pt/inicio/globo/Interior.aspx?content_id=1454093&seccao=M%E9dio%20Oriente




 

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por noticiasdearqueologia às 17:03

Quinta-feira, 24.12.09

Governo disponível para valorizar sítio arqueológico da Santa Marta


 








O Ministério da Cultura está disponível para participar numa solução que valorize a estação arqueológica de Santa Marta das Cortiças, em Braga. A revelação foi feita pelo gabinete da ministra Maria Gabriela Canavilhas, que condicionou a sua intervenção a uma solicitação formal da Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho e da Câmara Municipal de Braga.


Fonte: Texto, Joaquim Martins Fernandes (23 Dez 200). Diário do Minho: http://www.diariodominho.pt/noticia.php?codigo=36336


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por noticiasdearqueologia às 16:57

Domingo, 20.12.09

Há vestígios do fenómeno dos fortes “vitrificados” no Sabugal Velho







foto
 

A Câmara do Sabugal vai realizar, no Verão do próximo ano, novas escavações arqueológicas no conjunto de ruínas do cabeço da Senhora dos Prazeres, em Aldeia Velha. Cerca de oito anos depois da última intervenção, os trabalhos regressam ao Sabugal Velho para o estudo de novos dados, que colocam o local na rota de um fenómeno muito estudado na Grã-Bretanha, o dos fortes “vitrificados”.


 


Nas escavações realizadas na estação arqueológica até 2002 foi detectado que as muralhas tinha sido queimadas, bem como várias outras pedras, com os investigadores a associarem tais vestígios à intensa actividade metalúrgica medieval. Porém, tudo indica agora que os vestígios resultam de um incêndio provocado, o que significa que se encaixam no fenómeno. «É praticamente seguro que temos no Sabugal Velho o fenómeno dos fortes “vitrificados” e daí a necessidade de aproveitar este novo dado», afirma Marcos Osório. «Estamos a falar do primeiro povoado a Norte do rio Tejo com esta característica», constata o arqueólogo da autarquia. Na sua opinião, haverá três possíveis explicações para o fogo intencional: proporcionar mais solidez à estrutura defensiva, ritual de condenação do povoado pelos próprios habitantes antes de o abandonar ou testemunho de destruição deixado por um exército inimigo.


Marcos Osório refere que, em Portugal, foi descoberto recentemente este fenómeno no Baixo Alentejo e que «também se pode encontrar em Salamanca e Cáceres». Os casos mais conhecidos estão na Escócia, Suécia e Alemanha. As escavações a realizar no próximo ano no Sabugal Velho, cuja primeira ocupação remonta à Idade do Ferro (I milénio a.C.), deverão envolver o Centro de Estudos Arqueológicos das Universidades de Coimbra e Porto (CEAUCP). Esta é, pelo menos, a aspiração da Câmara, que vai apresentar uma candidatura nesse sentido, adianta o arqueólogo. O envolvimento do CEAUPC permitirá «outros meios e outro tipo de projecção», antevê Marcos Osório, adiantando que vai ser colocado à vista mais um troço da muralha ocidental da estação arqueológica. Relativamente ao processo de classificação do sítio como Monumento Nacional, remetido em 2003 ao então Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR), ainda não há novidades. O processo «nunca foi dado como incompleto», explica Marcos Osório, para quem esta demora «é normal». «A partir do momento em que está em vias de classificação, já está protegido e pela mesma legislação, pelo que não há motivos para preocupações», acrescenta.


Fonte: (17 Dez 2009). O Interior: http://www.ointerior.pt/noticia.asp?idEdicao=527&id=25667&idSeccao=6300&Action=noticia



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por noticiasdearqueologia às 00:09

Domingo, 20.12.09

Vestígios de canibalismo em massa

Peritos analisaram esqueletos de 500 pessoas na cidade de Herxheim, na Alemanha. A tese está a gerar controvérsia entre cientistas.



Uma equipa de arqueólogos descobriu na Alemanha vestígios que provam a existência de canibalismo em massa num local de rituais fúnebres com mais de sete mil anos. Segundo a BBC, os autores defendem que a rara descoberta na cidade de Herxheim prova a existência desta prática no início do período Neolítico na Europa. A tese já está a gerar controvérsia.



Vestígios de canibalismo em massa


Segundo os autores do estudo, publicado no Journal of Atinquity, os esqueletos de mais de 500 pessoas - incluindo crianças e até fetos - foram "intencionalmente cortados e mutilados".


"A hipótese de sacrifícios humanos em Herxheim não é certa, mas temos várias provas de que centenas de pessoas foram comidas por um breve período de tempo", afirmou o líder da equipa, Bruno Boulestin, da Universidade francesa de Bordéus, citado pela Science News.


O investigador diz que foram encontrados nestes ossos outras características que apontam para práticas canibais. "Há padrões nos ossos de animais que foram cozinhados no espeto. Encontramos esses mesmos padrões nestes ossos humanos", explicou à BBC. Admite, contudo, ser difícil comprovar que ossos humanos foram deliberadamente cozinhados.


O local dos achados, na cidade de Herxheim, no Sudoeste da Alemanha, começou a ser escavado em 1996 e continuou a ser explorado entre 2005 e 2008.


As maiores críticas ao novo estudo surgem precisamente de dois arqueólogos que analisaram os mesmos ossos nos anos 90. Jörg Orschiedt da Universidade de Leipzig e Miriam Haidle do Museus de História Natural de Frankfurt, Alemanha, negam peremptoriamente a tese de canibalismo.


O mais provável é que os esqueletos tenham voltado a ser enterrados em Herxheim depois de terem sido desmembrados num ritual fúnebre característico de muitas sociedades antigas, defendem num comunicado citado pela Science News.


Mas a equipa de Boulestin insiste na tese, alegando que alguns dos ossos humanos estudados tinham sido mastigados.




Fonte: JOANA FERREIRA DA COSTA (07 Dez 2009): Diário de Notícias: http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/Interior.aspx?content_id=1440829

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por noticiasdearqueologia às 00:05

Quinta-feira, 17.12.09

El tesoro íbero del Mediterráneo

Moncada fue un enclave estratégico hace 2.500 años y comerció con Grecia. Las últimas excavaciones en Tos Pelat desvelan que sus habitantes vivían en casas de 150 metros y practicaban el trueque


 El yacimiento íbero del Tos Pelat, en Moncada, continúa desvelando innumerables secretos, hasta ahora ocultos. Pasaron 82 años desde su descubrimiento, en 1920, hasta la llegada de los arqueólogos a uno de los «grandes referentes íberos en la Comunitat Valenciana». Desde entonces, Josep Burriel, arqueólogo municipal, ha ido desgranando cada centímetro del yacimiento para conocer al detalle los entresijos de la organización urbanística de los íberos afincados en el Tos Pelat.

 Quizás sea esta la mayor novedad con respecto a tantas otras poblaciones íberas descubiertas en el entorno mediterráneo. «Rompe un poco con el manido esquema de la forma de vivir de los íberos. La primera de las dos casas tiene 150 metros de superficie y es bastante compleja teniendo en cuenta que hablamos de hace 2.500 años», señaló Burriel. En el punto más alto del poblado (con sólo 92 metros de altitud), se divisa el mar y la Sierra Calderona. Un apunte revelador sobre la importancia que los íberos otorgaban a la situación estratégica. Un extremo que el propio Josep Burriel confirma: «Desde el poblado avistaban las rutas marítimas y también las terrestres. De esta forma controlaban todo aquello que acontecía cerca del poblado».

También la llegada de todo tipo de productos o enseres, procedentes de las Islas Baleares o Grecia. «Es precipitado hablar de comercialización, aunque sí podemos hacerlo de trueque», señala Burriel. Y gracias al intercambio, se han descubierto, entre otros, objetos de bronce en perfecto estado, ponderales, utilizados como sistema métrico, o ánforas procedentes de Ibiza.

Por todo ello, el ayuntamiento de Moncada ha logrado atraer subvenciones europeas por medio del proyecto Aristhot Sciences en Mediterranée, cuyo objetivo es promover la gestión y difusión de la herencia cultural. El alcalde de la localidad, Juan José Medina, que estuvo acompañado por el secretario autonómico de Relaciones con el Estado y con la Unión Europea, Rafael Ripoll, agradeció a las instituciones su apoyo por situar a Moncada «en un lugar de auténtico privilegio dentro del mundo íbero». Medina sigue negociando la cesión de los terrenos, de título privado, para que pasen a manos del ayuntamiento. «Siempre ha habido buena sintonía con el dueño y es un objetivo importante para el año 2010», dijo Medina.

 Las próximas excavaciones tan sólo pueden mejorar lo descubierto hasta la fecha. «Nos quedan apróximadamente dos hectáreas por excavar y pensamos que todavía pueden haber hasta dos casas más. Estaríamos hablando de una ciudad íbera totalmente consolidada», explicó Burriel.


Fonte: Toni Calero ( 11 Dez 2009). Las Provincias.

 

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por noticiasdearqueologia às 22:48

Quinta-feira, 17.12.09

Egipto reclama a Reino Unido la Piedra de Rosetta




 Egipto reclama a Reino Unido la Piedra de Rosetta








 

Foto de la Piedra de Rosetta facilitada por el Museo Británico en Londres /EFE

 





"Nuestro patrimonio cultural nos fue arrebatado a lo largo de toda nuestra historia. Es importante para los egipcios que nos sea devuelto", insistió Hawass en declaraciones al periódico «The Times» tras calificar la Piedra de Rosetta de "icono de la identidad egipcia".

La piedra es una de las piezas más importantes de las que se exponen en el Museo Británico ya que es considerada como el elemento clave que permitió desvelar la escritura jeroglífica.

Un grupo de soldados franceses la descubrieron en 1799 tras demoler una tapia del pueblo egipcio de Rashid, una localidad que llamaban "Rosetta", durante la ocupación del país por parte de las tropas francesas de Napoleón.

La piedra, que pasó en 1801 a manos británicas, lleva en su superficie grabado un texto, la primera parte en griego y la segunda en jeroglífico, que fue estudiado e interpretado por el francés Jean-François Champollion.


Hawass aprovechará su visita a la capital británica para reunirse con otros egiptólogos -él también lo es-, y llega al Reino Unido con la satisfacción de haber logrado el regreso de cinco fragmentos de frescos pertenecientes a una tumba egipcia que conservaba el parisino Museo del Louvre. Egipto decidió suspender la cooperación arqueológica con el museo francés hasta que no le fueran devueltas estas piezas, amenaza que consiguió que el actual ministro de Cultura, Frédéric Mitterrand, aceptara el regreso de los frescos sólo dos días después.


 


Mutis por el foroHawass reclamó por primera vez la devolución de la Piedra de Rosetta en julio de 2003, aunque sólo consiguió que el Museo Británico enviara una réplica a Egipto en 2005. Este museo reiteró ayer mismo a «The Times» que no se plantea devolver la pieza original a su país de origen.



Algunos expertos han alertado de que los objetos de valor no son conservados de forma adecuada en los museos egipcios, a lo que las autoridades del país africano responden que ha invertido más de 110 millones de libras -unos 120 millones de euros o 180.000 dólares- en los lugares donde descansa su patrimonio cultural. El secretario general del Consejo Supremo de Antigüedades de Egipto se jactó de ser el responsable del regreso de más de 5.000 objetos al país desde que llegó a este puesto.



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por noticiasdearqueologia às 22:44

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