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NOTÍCIAS DE ARQUEOLOGIA

O Património é um bem comum... Preservá-lo só depende de cada um de nós...



Sábado, 19.09.09

Azores: Colmillos de elefante en el fondo

Los buzos de Argos estuvieron en Azores en verano en una prospección por unas obras portuarias.


 Los buzos de la empresa Argos han permanecido los meses de junio y julio en Azores trabajando en la prospección arqueológica de los fondos marinos en Faial, dentro de unos trabajos previos para la ampliación de unas instalaciones portuarias. Los buzos fueron contratados por el arqueólogo de Azores, José Antonio Bettencourt, que trabaja en el servicio de arqueología de estas islas portuguesas.

David Santos asegura que en estos dos meses localizaron el pecio de Europa con más colmillos de elefante y recuperaron al menos una treintena: "Para la obra de este puerto hubo que realizar un sondeo de los fondos y empezaron a salir colmillos de elefante, pipas de fumar, cerámica y hasta monedas de plata. Lo que no apareció fue la estructura del barco", asegura David Santos.


Los arqueólogos subacuáticos de Argos estuvieron recientemente trabajando también en una prospección en Xove (Lugo) de un pecio que quedó al descubierto con unas obras de dragado para una planta pesquera. David Santos asegura que se trata de una embarcación del siglo XVI de gran valor científico y una de las más importantes de España. Las palas que trabajaban en la zona sacaron una jarra de peltre y ocho platos, la cureña de una ballesta decorada con apliques de bronce con el dibujo de la flor de lis y un falconete de hierro que fueron trasladados al Museo do Mar de Galicia en Vigo.


Fonte: Faro de Vigo (18 Set 2009). Faro de Vigo.

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por noticiasdearqueologia às 23:58

Sábado, 19.09.09

Tesouros submersos à espera de verbas para serem resgatados


A costa algarvia tem escondidos nas profundezas dos seus mares alguns dos maiores tesouros, em termos de património cultural. Segundo relatórios do CNANS (Centro Nacional de Arqueologia Náutica e Subaquática) - entretanto extinto e substituído pelo DANS (Divisão Nacional de Arqueologia Subaquática) -, existem nos mares algarvios cerca de 400 registos de embarcações submersas.


O estuário do rio Arade é rico em achados arqueológicos que, ao longo dos anos, têm vindo a ser recolhidos por arqueólogos credenciados, que têm reunido um espólio muito valioso. Para muitos especialistas, o Algarve é mesmo considerado actualmente “um dos campos mais interessantes e privilegiados da arqueologia subaquática”.


De acordo com estes dados, foi criado em 2001 o projecto ProArade (programa para o Rio Arade), cujas campanhas arqueológicas eram realizadas todos os verões, com base em descrições bibliográficas elaboradas a partir de conhecimentos transmitidos por anteriores mergulhadores.


Durante os anos de realização do ProArade, que durou entre 2001 e 2004, o GEO (Grupo de Estudos Oceânicos) trouxe à tona da água centenas de artefactos deixados por outros povos, uma verdadeira relíquia cultural. Mas arqueólogos e mergulhadores viram-se forçados a abandonar as suas buscas, quando foram cortados os apoios financeiros.


Fonte (10 Set 2009). Jornal do Algarve: http://jornaldoalgarve.pt/artigos.aspx?id=11410

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por noticiasdearqueologia às 23:57

Sábado, 19.09.09

Universidade e Igreja tentam convencer o Estado a recuperar castro em Braga


Projecto custaria entre 400 e 500 mil euros. Ideia é escavar e tornar visitáveis os achados, criando ainda um parque de lazer.


A Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho (UAUM) e a paróquia de Esporões querem que o Estado se envolva no projecto de recuperação da Estação Arqueológica de Santa Marta das Cortiças, em Braga. A ideia é reabilitar uma extensa área classificada desde os anos 50 onde existem vestígios que remontam à Idade do Bronze.

Os arqueólogos da UM desenvolveram, ao longo do último ano, um plano de recuperação do sítio arqueológico que pretende tornar o local visitável. "O objectivo é valorizar a importância histórica e cultural do sítio", explica Luís Fontes, coordenador do estudo. Aquele responsável antecipa, no entanto, um longo caminho até à concretização do projecto. "É necessário um esforço de mobilização de diversas entidades, a começar pelo Estado", alerta. "Sem esse apoio, torna-se impossível concretizar um projecto que não é apenas interessante para a paróquia, mas para a cidade e o país", acrescenta o pároco de Esporões, João Torres.

Segundo as estimativas orçamentais feitas pela UAUM, o projecto global para recuperação do monte de Santa Marta custaria entre 400 e 500 mil euros. O estudo já foi apresentado ao Ministério da Cultura, através da Direcção Regional de Cultura do Norte, que o classificou como "interessante" e "adequado" ao sítio. No entanto, os primeiros contactos permitiram antecipar dificuldades para encontrar o financiamento necessário junto da tutela.

Igreja e universidade estão, por isso, concentradas na tentativa de sensibilização do Ministério da Cultura para a importância do local onde estão identificados, entre outros achados, os alicerces de uma basílica paleocristã e de um palácio que alguns investigadores acreditam ter sido uma residência dos reis suevos.

Outro dos parceiros necessários à recuperação do monte de Santa Marta é a Câmara de Braga, que já demonstrou interesse em associar-se à iniciativa, admitindo vir a apresentar uma candidatura a fundos comunitários que permitam financiar a obra. A paróquia de Esporões já entrou também em conversações com os proprietários de alguns dos terrenos, encontrando receptividade para cedências de algumas parcelas.

O eixo fundamental do projecto passa pela valorização do património existente. Uma vasta área, desde o Hotel da Falperra à Capela de Santa Marta, tem classificação de interesse público desde os anos 50, mas o espólio arqueológico identificado permanece debaixo de terra. A UAUM propõe que se realizem escavações em diversos pontos do monte de Santa Marta. Estes locais devem depois tornar-se visitáveis. No local, a universidade entende que deve ser criado um centro interpretativo que dê a conhecer aos visitantes as várias ocupações que o monte teve ao longo de vários séculos.

As escavações realizadas ao longo das últimas décadas permitiram descobrir vestígios de muralhas suevas e de um castro da proto-história. As últimas sondagens feitas no local demonstram, aliás, que a ocupação do monte remonta à Idade do Bronze final, entre os séculos XI e VIII a.C. Segundo alguns autores, terá sido no monte de Santa Marta que o povo bracari viveu, antes da chegada dos romanos à região.

O plano desenhado pela universidade inclui também a criação de um parque de lazer, que aproveite a envolvente natural e a localização privilegiada do monte sobre a cidade de Braga, com uma vista que se estende até à foz do Cávado e à vizinha cidade de Guimarães.


Fonte: Samuel Silva (17 Set 2009). Público.


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por noticiasdearqueologia às 23:57

Sábado, 19.09.09

Las obras de la línea ferroviaria de Linares descubren una industria metalúrgica de la época romana




Las obras de construcción de la línea ferroviaria que unirá el Parque Empresarial de Santana con Vadollano en Linares (Jaén) han sacado a la luz un edificio de tratamiento de metales de época romana del siglo I d.de C. Desde que comenzaron las obras se han detectado varias zonas con restos, como la cocina de una casa romana que ya se ha estudiado, aunque no con tanta trascendencia como la industria metalúrgica en la que los arqueólogos trabajan ahora, según ha explicado a Efe el delegado de Obras Públicas en Jaén, Rafael Valdivielso.


Lo que la diferencia del resto de industrias encontradas de esa época es que no se encuentra al lado de la mina sino en plena "vía Augusta". Los restos hallados muestran una "industria muy compleja, de tratamiento de plata y plomo", con una casa en la que se aprecia el tejado en muy buen estado, almacenes, varias piletas de decantación y una zona de hornos y control de transporte. Cuando los arqueólogos finalicen el trabajo se verá si se conserva en el lugar tapándolo o si se traslada a un museo para que pueda ser visitada.

Estos trabajos no retrasarán las obras, cuyo plazo de finalización está previsto para 2010, ya que se preveía que pudieran aparecer restos arqueológicos al ser una zona sensible a ello, según Valdivielso. La provincia de Jaén cuenta con cientos de yacimientos arqueológicos por lo que es normal encontrar restos al realizar obras y las del tren no son una excepción como ya ha ocurrido este año con la Línea de Alta Velocidad Madrid-Jaén a su paso por Mengíbar (Jaén), donde Fomento se vio obligado a mejorar el trazado para evitar que resultasen afectados los yacimientos arqueológicos de Cerro Maquiz, de gran valor cultural e histórico.


Fonte: (14 Set 2009). Diário Jaen.es:  http://www.diariojaen.es/index.php/menuprovincia/58-notprovinciales/10978-las-obras-de-la-linea-ferroviaria-de-linares-descubren-una-industria-metalurgica-de-la-epoca-romana




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por noticiasdearqueologia às 23:57


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