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NOTÍCIAS DE ARQUEOLOGIA

O Património é um bem comum... Preservá-lo só depende de cada um de nós...



Domingo, 15.02.09

China vive Idade de Ouro da Arqueologia









No Anhui (leste), centenas de objetos em jade também foram encontrados nas escavações, entre eles um que seria o primeiro porco esculpido do país, de 88 kg, que remonta ao Período Neolítico.


Em 2007, mais de 10.000 peças de porcelana e outras antiguidades foram recuperadas, 700 anos depois de terem desaparecido no Mar da China do Sul, perto das ilhas Xisha.


No cemitério de Yangzhou, um dos sítios mais extraordinários contém 48 carroças e os restos de 105 cavalos, enterrados com um antigo dirigente da Dinastia Jin, que alcançou glória por suas campanhas militares durante a Dinastia dos Zhou do Oeste (1.120-781 a.C.).


"Acreditamos que se trata de carroças e cavalos que a cavalaria usava nas campanhas militares", explicou Ji Kunzhang, acrescentando que "contamos pelo menos 105 cavalos. Achamos que eles foram drogados e enterrados vivos, porque alguns tinham a cabeça erguida, e outros, os joelhos amarrados".


O Estado dos Jin existia sob a Dinastia dos Zhou, essa mesma dividida em dois períodos, Zhou do Oeste e do Leste.


O cemitério foi descoberto, pela primeira vez, em 1992, mas os meios financeiros para escavações de grande envergadura foram obtidos apenas em 1996. Desde então, 19 tumbas foram reveladas.

Os financiamentos vêm sendo milagrosamente desbloqueados, à medida que grandes descobertas são feitas e, em março, será dada a partida para construir um museu do Estado dos Jin, no local do cemitério.

"O museu deve abrir até 2010", comentou o arqueólogo.

Com um investimento de cerca de 100 milhões de iuanes (11 milhões de euros), o museu acolherá os bronzes e jades retirados dos 19 túmulos dos dignitários Jin e de suas mulheres.

"Temos cada vez mais financiamentos públicos e, em todo lugar no país, escavações importantes acontecem", comemorou Kunzhang.

Fonte:(4 Fev 2009). G1 - O Portal de Notícias da Globo: http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,MUL986992-7084,00-CHINA+VIVE+IDADE+DE+OURO+DA+ARQUEOLOGIA.html






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por noticiasdearqueologia às 00:42

Domingo, 15.02.09

Hallan en el Teatro Romano de Cádiz una placa con grafito del siglo I a.C.

Los trabajos que se están realizando en el 

Teatro Romano de Cádiz para la construcción de un centro de 

interpretación han sacado a la luz una placa romana fechada en el 

siglo I antes de nuestra Era, en la que hay un grafito con la 

inscripción "Eh, Balbo, ladrón".

La delegada provincial de Cultura, Yolanda Peinado, ha visitado hoy el 

Teatro para comprobar in situ el hallazgo, donde ha estado acompañada 

del arqueólogo Francisco Alarcón -que ha realizado las primeras 

investigaciones sobre esta placa- y del director del Museo de Cádiz, 

Juan Alonso de la Sierra.

La piedra mide ochenta centímetros -por el lado en el que está la 

inscripción-, y quince centímetros de alto.

La documentación elaborada por Alarcón y los arqueólogos Juan de Dios 

Borrego y Angel Ventura, de la Universidad de Córdoba, desvela que 

dicha inscripción se ha hecho con puntero y mazo, y no con cincel.

Así que no se trata de una inscripción hecha en un taller, sino más 

bien un "grafito ocasional" realizado por un artesano con acceso a las 

obras de realización del Teatro.

"La inscripción se colocó boca abajo, para no ser vista, a modo de 

defixio o maldición", ha explicado Alarcón.

El grafito consta de tres palabras. La primera es latro, que significa 

´ladrón´.

A continuación, parece ser que el artesano comenzó a grabar un 

monograma, pero no convencido del resultado, lo borró con varios 

golpes de mazo.

Finalmente escribió con letras grandes y profundas el testimonio 

definitivo, un monograma compuesto por las letras BE cruzadas por una 

raya horizontal a modo de A y también de L.

En ellas se esconde el protagonista a quien se dirige la maldición o 

insulto: Balbe, vocativo de Balbus. El resultado es pues: "Latro, 

Balbe".

"El hecho de realizarse de forma críptica", añaden los arqueólogos, 

"se explica por el temor del artesano a ser descubierto y castigado.

Los expertos creen que en el monograma se esconde el nombre Balbus en 

vocativo, Balbe.

Posiblemente la maldición se grabó en el lugar que ocuparía un tal 

Balbo en la prohedria del Teatro durante las representaciones, por lo 

que se trataría, pues, de un miembro "de la elite social gaditana" de 

la época.

La delegada provincial de Cultura, Yolanda Peinado, ha anunciado que 

la placa se trasladará al Museo de Cádiz la semana que viene para que 

sea custodiado y no sufra ningún daño durante las obras que se están 

llevando a cabo en el Teatro Romano.

Fonte: (30 Jan 2009). EFE.

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por noticiasdearqueologia às 00:20

Domingo, 08.02.09

Descoberto navio de guerra britânico do século XVIII

A empresa Odyssey descobriu os restos do "HMS 

Victory", navio de guerra britânico que se afundou no Canal da Mancha 

em 1744, quando voltava de Espanha, tendo morrido os 1150 tripulantes, 

noticiou a imprensa inglesa.

O navio que substituiu o "HMS Victory", de modelo semelhante e que 

recebeu o mesmo nome, foi utilizado pelo almirante britânico Nelson 

para vencer as forças franco-espanholas na batalha de Trafalgar, em 

1805.

"Os investigadores acreditam ter encontrado os restos de um dos mais 

prestigiados veleiros britânicos de todos os tempos", escreveu o 

Sunday Times. O primeiro "HMS Victory" tinha 100 canhões de bronze que 

actualmente podem valer cerca de 22.709 euros cada um, referiu The 

Observer.

"Sabemos que a Odyssey localizou os restos de um navio de guerra 

inglês que acreditam serem do 'HMS Victory'", afirmou um porta-voz do 

Ministério de Defesa britânico. Se for realmente uma embarcação 

britânica, estará protegido pela soberania da nação e nenhuma acção 

com fins comerciais poderá ser feita sem o consentimento oficial do 

Reino Unido, acrescentou.

O diário espanhol El Pais informou que a empresa americana tomou a 

precaução de celebrar um acordo com o governo britânico para explorar 

o Canal da Mancha e partilhar os achados arqueológicos.

Fonte: António Correia (02 Fev 2009). Lusa/Fim:

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por noticiasdearqueologia às 00:35

Domingo, 01.02.09

Santarém: vestígios da alcáçova vão ser musealizados

As ruínas romanas e os vestígios da Idade do Ferro, junto ao Jardim das Portas do Sol, em Santarém, preparam-se para ser musealizadas, permitindo aos escalabitanos, e a quem a visita, ”espreitaram” uma ”nesga” do passado da cidade. A alcáçova de Santarém tem-se revelado ”riquíssima” para os arqueólogos, tendo as escavações actualmente em curso, no decorrer das obras de requalificação do Jardim das Portas do Sol, confirmado a presença de vestígios desde a Idade do Bronze até à época Contemporânea. Laurent Caron, do Departamento de Território, Arqueologia e Património, do Instituto Politécnico de Tomar (IPT), responsável pela escavação, disse que os trabalhos iniciados em Setembro trouxeram à superfície uma cisterna romana ”inteira”, do século I, e um tanque que pode estar associado a esta estrutura, na zona exterior ao jardim. Para surpresa do grupo de arqueólogos do IPT, no interior do jardim foram encontrados enterramentos (13 corpos) do século XIII e alguns mais recentes, que podem estar associados à Igreja de Santa Maria de Alcáçova ou a uma Ermida de S. Miguel, o que não havia ainda sucedido nas escavações anteriores. ”Também na primeira vala apanhámos uma parede e um piso de cerâmica e uma fossa com material islâmico. Se se confirmar, seria a primeira vez que teríamos umas estruturas habitacionais desta época na Alcáçova”, disse Laurent Caron.


 Nas escavações realizadas nas valas abertas no interior do jardim, os arqueólogos encontraram ainda, entre muitos outros vestígios, material, da Idade do Ferro, associado à tecelagem e à metalurgia (atribuída à função militar), num ”sinal da importância que Santarém teria, ao ter fábricas de material militar no próprio sítio”, disse Laurent Caron. ”Encontrámos níveis da Idade do Ferro cortados na época medieval para fazer um grande aterro. Em quase toda a vala encontrámos esse aterro medieval, o que indica uma fase de planeamento do terreno nessa época”, afirmou.As obras em curso no Jardim das Portas do Sol, a concluir em Junho, prevêem a musealização dos vestígios romanos e da Idade do Ferro encontrados em escavações anteriores, agora alargadas para permitir a construção da estrutura. Esta fase de trabalhos permitiu não só descobrir a cisterna romana e meia dúzia de silos islâmicos que ”cortaram” muros e paredes da época romana, mas também vários níveis de uma rua romana, já detectada na escavação anterior. ”Tratar-se-ia de uma zona habitada, constantemente remodelada desde a Idade do Ferro”, época que se identifica num nível estratigráfico inferior e pela técnica de construção das paredes, adiantou.


Fonte:(23 Jan 2009).Jornal Torrejano: http://www.jornaltorrejano.pt/edicao/noticia/?id=2092&ed=655

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por noticiasdearqueologia às 00:33

Domingo, 01.02.09

Encontrado cemitério romano em Biblos







 



Um cemitério, provavelmente romano, foi descoberto durante os trabalhos de construção de um complexo turístico na cidade de Biblos, no Líbano, informou este fim de semana o jornal libanês l`Orient-Le Jour.

 


 


Segundos especialistas, este cemitério deverá ser a continuação de uma outra descoberta feita há cinco anos na mesma cidade e do mesmo modo. Entre os restos encontrados estão um sarcófago e ornamentos.




A arqueóloga Alia Fares, que supervisiona os trabalhos, disse que o cemitério foi utilizado em várias épocas, segundo comprovam várias marcas deixadas em terracota.


Biblos, chamada Gebal no Antigo Testamento, é uma cidade construída pelos fenícios na costa do Mediterrâneo e está situada a cerca de 37 quilómetros a norte de Beirute.


A cidade, que é considerada uma das mais antigas do mundo, é conhecida, sobretudo, pelo seu antigo porto de pesca, pelas suas ruínas romanas e pelo seu castelo construído no tempo das Cruzadas.


O nome Biblos, que terá originado Bíblia (Livro), faz crer que se trataria desde tempos imemoriais, de um importante centro difusor de cultura.


Fonte: CMJ (26 Jan 2009). Lusa/Fim: http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=384458&visual=26&tema=5





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por noticiasdearqueologia às 00:15

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