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NOTÍCIAS DE ARQUEOLOGIA

O Património é um bem comum... Preservá-lo só depende de cada um de nós...



Quarta-feira, 10.12.08

Município de Alcácer do Sal lança livro sobre a história e arqueologia local


Arqueologia e História de uma Madina do Garb al-Andalus é o título da obra que a autarquia apresenta esta sexta-feira, pelas 17 horas no auditório da biblioteca municipal.


Reeditada quatro anos depois da 1ªedição - rapidamente esgotada - o livro aborda o período islâmico da história de Alcácer do Sal e dá a conhecer um pouco mais sobre o que terá sido Alcácer do Sal.


Sem tabus ou fases obscuras, o trabalho do gabinete de arqueologia da autarquia desde os anos 90 tem tornado visível a grandeza de Alcácer do Sal durante o período islâmico.

Da autoria de António Rafael Carvalho, João Carlos Faria (entretanto falecido) e Marisol Aires Ferreira, esta 2ª edição, revista e actualizada, é reflexo de novos dados e novas perspectivas de análise e surge em resposta a novas solicitações de investigação que entretanto surgiram.

A obra é dedicada a população do concelho de Alcácer do Sal que fica também assim a conhecer melhor as suas origens.

O relançamento desta obra tem entrada livre e está aberto a todos os interessados. A cerimónia vai contar com a presença do executivo permanente da câmara.


Fonte: (05 Dez 2008). http://www.radiosines.com/modules.php?op=modload&name=PagEd&file=index&topic_id=1&page_id=1487 

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por noticiasdearqueologia às 19:10

Quarta-feira, 10.12.08

Aldeias do Neolítico reconstruídas para promover o turismo na Macedónia




 



A Macedónia reconstruiu uma aldeia do Neolítico num lugar localizado no arredores da capital, Skopje, inserido num amplo projecto estatal de promoção do turismo.



 


 

As casas da cidade da Idade da Pedra foram reconstruídas com materiais que, segundo as investigações arqueológicas, se usavam no período do Neolítico, como madeira, cana e barro.



No interior foram colocadas imagens de pessoas trajadas com roupas da época, que faziam trabalhos domésticos como a tecelagem e a moagem de trigo.


A réplica foi construída numa colina da cidade, sobre as bases da aldeia "Tumba Madzari", que existiu há mais de seis mil anos.


Espera-se que a réplica de outra aldeia neolítica, construída sobre os alicerces do lago Ohrid, no sudoeste da Macedónia, abra este mês ao público.


Trata-te da única localidade neolítica construída sobre água no país.


Fonte: (5 Dez 2008). LUSA/RTP: http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=376466&visual=26&tema=5


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por noticiasdearqueologia às 18:55

Quarta-feira, 10.12.08

Foz Côa/10 anos: Parque sem modelo de gestão concretizado



 



Nos 10 anos da classificação do Vale do Côa como Património Mundial da UNESCO, é o modelo de gestão deste território que importa concretizar, afirma a directora do Parque Arqueológico do Vale do Côa (PAVC), Alexandra Cerveira Lima.


 


 


Com o Museu de Arte e Arqueologia do Vale do Côa prestes a abrir portas, já em 2009, dando assim corpo ao compromisso formal assumido pelo Estado Português com a UNESCO e a Região, Alexandra Cerveira Lima, aguarda por um modelo de gestão territorial, que vai muito mais além do futuro museu.




"O Parque Arqueológico terá de ser formalmente criado através da promulgação de um Decreto Regulamentar - como nos parques naturais -, definindo quais as suas competências no contexto do território que delimita, bem como nos objectivos específicos a que se propõe", afirma.


Apesar de concordar ser agora o "momento oportuno" para as decisões "que o Museu, como estrutura complementar do PAVC, vai obrigar a tomar", Alexandra Cerveira Lima diz que "é tempo de concluir o projecto do parque" e "consolidar a sua estrutura funcional".


"O museu cumpre a função de centro de acolhimento e de interpretação de toda uma região, mas o território do parque em si mesmo, que se define como um vasto museu ao ar livre, terá de se manter monitorizado, conservado, investigado, fruído e visitado, com as populações que o habitam", insiste.


Actualmente o PAVC, "sem capacidade de actuação no território e sem autonomia", tem uma despesa corrente de cerca 750 mil euros ano, "em que pesam até um terço do orçamento os serviços de guardaria", correspondendo aos 11 guardas que se revezam pelos três núcleos de visitação pública.


"O PAVC aguarda igualmente um novo modelo jurídico e administrativo que lhe permita autonomia e decisão nas parcerias públicas e privadas, que são essenciais para os cenários de desenvolvimento desta região", conclui Alexandra Cerveira Lima.


Em 1996 foi criado o PAVC e, um ano depois, entregue ao então governo de António Guterres um relatório científico, que viria a confirmar a importância dos achados paleolíticos no Vale do Côa, fixando assim, os 17 quilómetros do curso final do rio Côa e um território `tampão` de cerca de 20.000 hectares.


Já poucos se recordam, passados 14 anos, daquela "revelação" que transformou definitivamente os destinos da arqueologia portuguesa, num "processo revolucionário arqueológico em curso", recorda Alexandra Cerveira Lima.


"Na sequência do qual foi igualmente decidido autonomizar a arqueologia com a criação de um instituto, cujo primeiro director foi arqueólogo João Zilhão, bem como o projecto de candidatura do território do Vale do Côa à Lista do Património Mundial da UNESCO", salienta.


A elevação do vale a Património Mundial sonhava-se ainda sob a forma de relatório ao Comité do Património Mundial da UNESCO até que, em 1997, o seu director-geral, Federico Mayor, visita as gravuras da Penascosa, deixando desde logo antever a sua classificação.


Adquiridos em 1996, os guias e os jipes para "o começo de uma estrutura de visitação pública", o Parque Arqueológico foi-se "adaptando ele próprio à posterior criação de legislação", quando essa "figura legal não estava ainda contemplada", definição que chega apenas em 2001 e 2002.


Para a directora do PAVC, o Parque e o Museu do Côa são ainda realidades pouco claras na sua natureza, para a opinião pública geral, e cujo modelo de gestão e a definição de paternidade está ainda por registar.


Fonte: (5 Dez 2008)Lusa/Fim: http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=376447&visual=26&tema=5


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por noticiasdearqueologia às 18:48

Quarta-feira, 10.12.08

Esqueleto ajuda a conhecer civilização pré-Inca


 





Os arqueólogos descobriram no Peru um túmulto com o esqueleto de um homem que acreditam pertencer à cultura Sicán, uma civilização pré-Inca.


Pelo tipo de roupas e artefactos encontrados, os investigadores acreditam trata-se de um homem pertencente à nobreza, que terá sido enterrado há cerca de 1000 anos.

 


Fonte: (8 Dez 2008). Euronews: http://www.euronews.net/pt/article/08/12/2008/ancient-peruvian-burial-site-unearthed/




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por noticiasdearqueologia às 18:43

Quarta-feira, 10.12.08

Descubren en Rusia esculturas del Paleolítico fabricadas con colmillos de mamut

Si Dios creó a Eva de una costilla de Adán, los cazadores de la Rusia paleolítica creaban figuras femeninas a partir de colmillos de mamut. Hace 20.000 años Rusia occidental era un paraíso terrenal poblado por mamuts y bisontes que constituían la dieta principal de los cazadores de la llamada cultura Konstenki-Avdeevo del paleolítico superior.


En lo que va de década los arqueólogos rusos Hizri Amirjanov y Serguei Lev han encontrado en el yacimiento de Zaraysk, 155 kilómetros al sureste de Moscú, dos figuritas de mujer, un bisonte con las patas rotas y otros objetos cónicos tallados a partir de colmillos de mamut que conforman un raro y preciado tesoro para poder entender la dimensión artística y espiritual de nuestros antepasados.

La revista Antiquity acaba de publicar estos hallazgos realizados en los últimos años en el yacimiento de Zaraysk, una caja de sorpresas de la paleontología rusa destapada en 1980 donde se acumulan restos de una antigüedad de entre 22.000 y 16.000 años. El tallado de colmillos de mamut se halla en las encías mismas del arte prehistórico.

"El significado del hallazgo reside en su rareza. No se trata de herramientas, que los arqueólogos encuentran a menudo en yacimientos de este tipo, si no de la manifestación de una cultura espiritual. Se trata de una de las primeras manifestaciones de arte creativo en este territorio y de un ejemplo de la imagen estética de nuestros antepasados", explica Hizri Amirjanov, jefe del departamento de Edad de Piedra del Instituto de Arqueología de la Academia de las Ciencias de Rusia.

La mayor parte de los objetos están tallados en marfil de colmillo de mamut, materia prima que obtenían de sus trofeos de caza o bien de restos de ejemplares muertos. Los investigadores llaman la atención sobre el hallazgo de numerosos huesos de crías de mamut, prueba de que la caza se centraba en las presas más vulnerables.

Un hallazgo de las dos venus de Zaraysk (una de 17 centímetros y otra inacabada de mayor tamaño) reabre el debate sobre si estas figurillas rechonchas (que se hallan diseminadas desde Siberia hasta España) simbolizan el culto a la fertilidad o son objetos votivos, juguetes o adornos. En los años 30 fueron halladas varias venus muy expresivas en la región de Voronezh, que se unieron a la colección extendida desde Europa del sur hasta los Urales.

La omnipresencia de estas venus paleolíticas (que cuenta con raros ejemplares incluso en Siberia) es para Amirjanov una manifestación de la primigenia unidad europea. "Yo diría que estas figuritas son el marcador de la unidad cultural de Europa en tiempos remotos. De Gaulle marcaba las fronteras de Europa desde el Atlántico hasta los Urales, pero la vida ya marcó esta frontera mucho tiempo atrás, hace 20.000 años", asegura.

La joya del descubrimiento es un bisonte también de marfil de mamut cuyo uso como objeto religioso ha sido documentado por los arqueólogos. Amirjanov explica que la figura era utilizada como totem en rituales mágicos anticipatorios antes de la cacería: primero imitaban la caza de la estatuilla, le rompían las patas, le pintaban el pecho con alguna pintura y luego organizaban funerales.

"Excavaron una fosa de 60 centímetros de diámetro y 80 de profundidad, en cuyo fondo construyeron un pequeño podio en el cual colocaron la estatua y después la cubrieron con tierra", explica el arqueólogo.

En la feria para millonarios que se celebró el pasado fin de semana en Moscú había curiosos ajedreces con piezas de marfil de mamut. Salvando las distancias y los milenios, quizá sea el mismo instinto primitivo de la propiedad lo que mueve hoy al oligarca ruso a pagar hasta 150.000 euros por estas joyas únicas que sus antepasados fabricaban hace 20.000 años.

Fonte: Daniel Utrilla (3 Dez 2008). El Mundo Digital:  http://www.madrimasd.org/informacionIDI/noticias/noticia.asp?id=37301&sec=2

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por noticiasdearqueologia às 18:24


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