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NOTÍCIAS DE ARQUEOLOGIA

O Património é um bem comum... Preservá-lo só depende de cada um de nós...



Quarta-feira, 27.08.08

Cientistas israelitas digitalizam Manuscritos do Mar Morto para disponibilizar na Internet

Documentos com dois mil anos


Cientistas israelitas estão a tirar fotografias digitais aos Manuscritos do Mar Morto para disponibilizar estes documentos, com dois mil anos, na Internet. A Autoridade de Antiguidades de Israel, proprietária dos manuscritos sobre a vida de Jesus e dos primeiros cristãos, afirmaram hoje que vão demorar mais de dois anos a completar o projecto.



 Usando câmaras especiais e luzes que não emitem calor ou raios ultravioleta, os cientistas conseguiram decifrar secções dos manuscritos, invisíveis a olho nu.

Os documentos, as cópias mais antigas da Bíblia hebraica, foram encontrados em 1947 numa gruta perto do Mar Morto e desde então apenas um reduzido número de investigadores puderam ver os fragmentos. Só há sete anos é que foram publicados na sua totalidade.

Os Manuscritos do Mar Morto são mais de 800 documentos descobertos em grutas na zona de Wadi Qumran, junto do Mar Morto. São praticamente os únicos documentos bíblicos do primeiro século da era cristã (e alguns possivelmente do século III a.C.) que chegaram até hoje, além de serem também um dos mais antigos testemunhos do judaísmo.

Conta-se que em 1947 um pastor entrou numa gruta e encontrou uma série de ânforas cheias de rolos de papiro. Uma investigação arqueológica posterior descobriu mais onze cavernas onde estavam centenas de manuscritos. Acredita-se que foi a comunidade dos essénios, uma seita judaica esotérica e ascética, que escreveu os manuscritos, cujo valor histórico passa pelo facto de não terem sido revistos ou censurados.


Fonte: (27 Ago 2008). Público: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1340724

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por noticiasdearqueologia às 22:59

Quarta-feira, 27.08.08

Múmia da civilização Huari descoberta na capital do Peru

Lima, a capital do Peru, é um foco de história. Investigadores retiraram ontem de um local arqueológico na cidade uma múmia, bem preservada, de uma mulher que viveu há cerca de 1300 anos. A sepultura está dentro das ruínas de Huaca Pucllana, um complexo funerário da antiga civilização Huari, que existiu na região do Peru antes dos Incas.

“Já tínhamos descoberto outras sepulturas”, explicou Isabel Flores, directora das ruínas. “Mas tinham sempre buracos, ou estavam danificadas. Nunca descobrimos uma sepultura assim como esta – intacta”, disse a arqueóloga.



Os investigadores acreditam que a sepultura é de 700 DC. Juntamente com a múmia, os arqueólogos encontraram mais dois corpos de adultos e uma criança, que provavelmente foi usada para sacrifício, comum para os Huari.

Antes de ser transportada, a múmia feminina foi envolvida em papel para ficar protegida. Quando se trouxe para fora, a cara foi exposta, revelando duas órbitas azuis que estavam na vez dos olhos, e que os arqueólogos ainda não sabem de que são feitas.

Os Huari viveram na região que hoje faz parte do Peru entre 600 e 1100 DC. A cidade mais importante da civilização estava perto da actual Ayacucho, nos Andes, mas sabe-se através da grande rede de estradas que construíram, que os Wari viajavam muito.

Huaca Pucllana tem uma praça. A estrutura do complexo funerário é feita de tijolos. Já foram encontradas 30 sepulturas, quando estão em boas condições, as sepulturas têm ofertas de cerâmicas e tecidos à volta dos mortos. A descoberta de Huaca Pucllana permite aprofundar o conhecimento da tradição funerária dos Huari e “isto enriquece a história de Lima”, diz Flores.


Fonte: (27 Ago 2008). Público: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1340664

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por noticiasdearqueologia às 22:50

Quarta-feira, 27.08.08

Estátua gigante do imperador Marco Aurélio descoberta na Turquia

Banhos de Sagalassos com esculturas da Dinastia Antonina



Uma estátua gigante de Marco Aurélio foi desenterrada num local arqueológico na Turquia. Os arqueólogos têm vindo a descobrir várias estátuas numa sala de banhos da cidade antiga de Sagalassos, que foi parcialmente destruída durante um terramoto entre 540 e 620 d. C.

Sagalassos fica a 100 quilómetros a norte da cidade de Antália, no Sudoeste da Turquia. Os banhos têm uma forma de cruz e medem 1250 metros quadrados, estão cobertos por mosaicos e eram provavelmente utilizados como frigidarium, uma sala com uma piscina de água fria onde os cidadãos mergulhavam depois de tomarem um banho quente.



Há doze anos que os arqueólogos têm escavado o local, e foram sendo desenterradas várias estátuas dos imperadores e das suas mulheres da dinastia antonina. No ano passado uma equipa liderada pelo professor Marc Waelkans da Universidade Católica de Leuven, Bélgica, pôs à luz vários fragmentos do que seria uma estátua de mármore colossal do imperador Adriano, que viveu entre 117 e 138 d. C.

Depois de terem encontrado a cabeça e o braço de uma estátua de Faustina a Velha, a mulher do imperador Antonino Pio, a 20 de Agosto desenterraram as partes de baixo de duas pernas de uma estátua e um braço direito com um metro e meio. Quando se encontrou a cabeça, os arqueólogos perceberam que estavam diante da estátua do imperador Marco Aurélio quando era jovem.

A cabeça, com quase um metro de altura, mostrava o jovem a olhar para cima. As pupilas estão direccionadas para o céu “como se tivesse numa contemplação profunda, completamente ajustado a um imperador que era mais um filósofo do que um soldado”, explicou Waelkens.

Marco Aurélio foi o último imperador que fez parte da sucessão dos Cinco Bons Imperadores que trouxeram uma época de ouro a Roma. Governou de 161 a 180 DC, e foi considerado como um estóico. O investigador diz que esta estátua é uma das melhores representações do líder romano.

O torso da estátua deveria ter uma armadura de bronze, por dentro deveria estar preenchido por terracota ou madeira. Quando a sala desabou, o torso provavelmente ficou destruído. As botas esculpidas estavam decoradas com pele de leão e escudos amazónicos.

Os arqueólogos chegaram à conclusão que a sala estava preenchida com esculturas gigantes da Dinastia Antonina, que governou o Império romano durante o segundo século depois de Cristo. À medida que foram encontrando as estátuas de Adriano, a sua mulher Vibia Sabina, o imperador Antonino Pio, a sua mulher Faustina e Marco Aurélio dispersos em locais diferentes da sala concluíram que os imperadores estavam do lado Oeste da sala e as suas mulheres foram colocadas do lado Este.

No próximo ano, os arqueólogos esperam encontrar a escultura da mulher de Marco Aurélio, Faustina a Jovem, na parte noroeste da sala. Ao imperador sucedeu o filho Cómodo, que acabou por ser assassinado, e governou um reino cheio de conflitos políticos e conspirações.

Fonte: (26 Ago 2008). Público: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1340533

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por noticiasdearqueologia às 22:45

Quarta-feira, 27.08.08

El neandertal no era más tonto

Su desaparición no puede atribuirse a un déficit tecnológico - Un estudio de sus herramientas refuta la teoría de que el 'Homo sapiens' fuera más avanzado.




El misterio de por qué se extinguieron los neandertales no podía tener una solución tan fácil. Durante décadas los libros de arqueología han defendido que fue por las herramientas: su tecnología no era tan avanzada como la sapiens -nosotros-, y de ahí su decadencia. Pero arqueólogos británicos y estadounidenses han pasado tres años fabricando, golpe a golpe,instrumentos neandertales y sapiens, y han comparado el resultado. Su conclusión es que ambas tecnologías son igual de eficaces y prácticas. "Los neandertales no eran más tontos, eran distintos", dicen los autores.










 










Juan Luis Arsuaga: "Lo único que no hacían era pintar"





"Nuestro hallazgo derriba un pilar de la teoría, largamente aceptada, de que el Homo sapiens era más avanzado", asegura Metin Eres, primer autor del trabajo que se publica en Journal of Human Evolution. "Es hora de que los arqueólogos empiecen a buscar otras razones por las que los neandertales se extinguieron, mientras que nuestros antepasados sobrevivieron. Tecnológicamente, no hay ventajas claras de unas herramientas frente a otras".


Tras convivir con el Homo sapiens durante 10.000 años en Europa, los neandertales se extinguieron hace 28.000. Y no se sabe por qué. En los últimos años, los paleoantropólogos han encontrado muchas evidencias de que los neandertales no eran esos brutos que se vieron superados por una especie inteligente. Por eso Antonio Rosas, del Museo Nacional de Ciencias Naturales (CSIC), que investiga en neandertales, dice que estas conclusiones no le sorprenden. Marcus Bastir, su colega, añade: "Los neandertales estaban muy bien adaptados. Cuidaban a sus enfermos, y, por tanto, tenían una estructura social y un lenguaje. Practicaban enterramientos... Debió de haber varios motivos para su extinción".


Durante mucho tiempo, neandertales y sapiens fabricaron el mismo tipo de herramientas, generando lascas de piedra. La llegada del Paleolítico Superior supuso un cambio tecnológico para los sapiens, que empezaron a producir hojas, más estrechas. "Siempre se había creído que el cambio condujo a una mayor eficiencia tecnológica", explican los autores del trabajo. La fabricación de hojas se asociaba una producción más eficaz y a la obtención de más filo cortante por cantidad de materia prima. Sin embargo, estas afirmaciones "no habían sido sometidas a pruebas sistemáticas", escribe Eren.


Durante tres años, él se dedicó a generar lascas y hojas, analizando el resultado con programas informáticos. El equipo midió el número de herramientas producidas, su filo, la eficiencia en el uso de la piedra y la duración del proceso. Concluyeron que la fabricación de hojas aprovechaba peor la materia prima y no producía más filo. "En resumen, que nuestra producción de hojas no fue estadísticamente más eficaz".


¿Por qué, entonces, los sapiens optaron por las hojas? Tal vez por motivos culturales o simbólicos. "Colonizar un continente no es fácil. Y hacerlo durante la Edad del Hielo es aún más duro", señala Eren. "Así que para el sapiens


pudo servir de pegamento social, una forma de crear redes de apoyo. Así, en tiempos de sequías o carestías estas redes funcionarían como seguros de vida, favoreciendo los intercambios y el mercado entre miembros del mismo equipo".


La idea podría casar con lo que dice Juan Luis Arsuaga. "La mente no fosiliza, así que siempre se ha recurrido a evidencias indirectas, como las herramientas, para decir que los neandertales eran menos inteligentes. Pero lo único que veo distinto es la capacidad simbólica. No encontramos diferencias en lo desarrollado de la sociedad, en el uso del fuego, en la economía... Lo único que no hacían los neandertales era pintar". La solución al misterio de la extinción neandertal podría estar en el Museo del Prado.





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por noticiasdearqueologia às 22:24


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