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NOTÍCIAS DE ARQUEOLOGIA

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Domingo, 17.08.08

Grande necrópole romana descoberta na Transilvânia

Arqueólogos romenos descobriram na Transilvânia, perto de Alba Julia, uma grande necrópole com 350 túmulos dos séculos II e III, a época da ocupação romana da antiga Dácia (actual Roménia).


A zona estudada estende-se por 3000 metros quadrados e está situada perto da antiga Apullum, sobre Dealul Furcilor (Colina das Forcas), disse à imprensa Cristinel Fantanaru, que dirige estas escavações arqueológicas.

«Descobrimos cerca de 350 túmulos de incineração e inumação, a maioria delas saqueadas desde há já vários vários séculos», precisou Fantanaru, antes de apresentar o inventário dos objectos, com mais de 1800 anos, encontrados praticamente intactos.

Além de ossadas, os arqueólogos desenterraram peças de cerâmica, braceletes, anéis, moedas de bronze e cobre e jarros de vidro.

Prevalecem os túmulos de inumação com os corpos colocados directamente na terra, explicou o arqueólogo, mas foram também descobertos sarcófagos de azulejos que referenciam um posto mais importante da pessoa enterrada na comunidade.

Entre outros objectos encontrou-se, no túmulo de uma criança, o que se supõe ser um brinquedo - uma estatueta de argila, oca, contendo no interior contas de vidro.

Segundo Fantanaru, estes achados são importantes para o estudo dos ritos funerários durante a ocupação romana.

Alba Julia (na foto), antigo Municipium Septimius Apullense, ou, abreviadamente, Apullum, foi um dos mais importantes centros da administração romana na Dácia, conquistada no ano 106 pelo imperador Trajano, nascido em Itálica (Espanha).

Fonte: (15 Jul 2008). Lusa/Ciberia: http://ciberia.aeiou.pt/?st=9585 

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por noticiasdearqueologia às 09:58

Domingo, 17.08.08

Testes ao ADN vão confirmar se Tutankhamon teve filhas




 


 


 



 Fetos encontrados no túmulo do rei egípcio em estudo


Testes ao ADN de dois fetos encontrados no túmulo do faraó Tutankhamon deverão confirmar, brevemente a eventual paternidade do rei egípcio. Um arqueólogo local espera ainda ter a certeza de que a avó dos fetos seja a rainha Nefertiti.

O ADN dos dois fetos, que se julga terem sobrevivido entre cinco a sete meses durante a gravidez da mãe, vai ser comparado ao de Tutankhamon na Universidade do Cairo. Contudo, os resultados só deverão ser conhecidos em Dezembro.

O líder do Conselho Superior de Antiguidades do Egipto, Zahi Hawass, referiu que os testes podem ajudar a conhecer a árvore genealógica da família Tutankhamon, que sempre despertou a curiosidade dos egiptologistas e dos historiadores, em geral. "Pela primeira vez, vamos poder identificar a família do rei Tut", garantiu em declarações citadas pela BBC.

"Esta descoberta vai ajudar a identificar a múmia de Nefertiti", explicou ainda o especialista, lembrando que esta, até hoje, ainda não foi localizada com toda a certeza.

Ambos os fetos foram encontrados no Vale dos Reis, perto de Luxor, no ano de 1922, por Howard Carter. Desde então, foram mantidos na Escola de Medicina do Cairo, sem que pudessem ser vistos pelo público. Especialistas acreditam ainda que a mãe dos fetos é Ankhesenamon, a única mulher conhecida de Tutankhamon e filha de Nefertiti.

O ADN de Tutankhamon foi examinado e digitalizado em 2005, naquele que foi um dos primeiros governantes do seu tempo a ter a identidade confirmada. Tutankhamon foi rei do Egipto entre 1333 e 1324 a.C. e terá ascendido ao poder com nove anos. Alguns especialistas acreditam que se casou três anos depois com Ankhesenamon mas o casal não deixou descendência.

A curiosidade dos historiadores à volta da sua figura vem do facto de o seu túmulo ter sido encontrado quase intacto, em 1922, pelo explorador Howard Carter.

Fonte: Davide Pinheiro (08 Ag0 2008). Diário de Notícias: http://dn.sapo.pt/2008/08/08/artes/testes_adn_confirmar_tutankhamon_tev.html


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por noticiasdearqueologia às 09:52

Domingo, 17.08.08

Arqueólogos mexicanos descubren la 'puerta de entrada' al inframundo maya


Arqueólogos mexicanos creen haber descubierto en el estado de Yucatán (sureste) la red subterránea de cuevas que los antiguos mayas creían daba a Xibalbá, el inframundo, según informó el Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH).


Un equipo de especialistas ha dado con varios templos en estos espacios subterráneos de cuevas y cenotes (ríos sagrados) que, según el Popol Vuh -el libro de la mitología maya- conducía al mundo de los muertos, un espacio acuoso con casas.


Los arqueólogos creen que los espacios de culto hallados, construcciones muy elaboradas ubicadas en algunos casos en espacios de muy difícil acceso, como hoyos de hasta 40 metros, tenían como objeto reverenciar a Xibalbá.


Dentro de una de las cuevas se localizó una calzada de casi cien metros de largo, bien cimentada, similar a las del enclave maya de Chichén Itzá, considerado uno de los centros de esta cultura en la antigüedad.


La calzada gira intencionadamente hacia donde se halla un cuerpo de agua, donde se encuentra una columna de estalactitas y estalagmitas que se asemeja a una ceiba, el árbol de la vida para los mayas. El camino termina en tres plataformas que llegan al agua. El patrón es similar al de la Cueva de Balakanché, en Chichén Itzá.


Varias de las cuevas presentan una especie de portal natural tapiado con piedras labradas, con un pequeño acceso que no llega al metro de altura.


Se encontraron huesos y ajuar funerario


En estos espacios se hallaron restos óseos humanos y ofrendas funerarias, entre ellos una vasija de hace 1.900 años. Hasta el momento, se han encontrado catorce de estos sitios con elementos rituales.


El hallazgo, ubicado dentro del proyecto 'El culto al cenote en el centro de Yucatán', parece reproducir lo asentado sobre las creencias mayas en fuentes históricas como el Popol Vuh, de acuerdo al INAH. Las investigaciones se ampliarán próximamente para explorar los vestigios del culto subterráneo.


En crónicas de 1562 sobre la persecución de la idolatría tras la Conquista española, se mencionan 17 cuevas y cenotes donde se efectuaban ritos mayas, de los que nueve han sido localizados por los arqueólogos. Siete de ellos contenían restos óseos, dos en gran cantidad.


Yucatán alberga muchos vestigios de los mayas, como las ciudades de Uxmal y Chichén Itzá. Los arqueólogos creen que la tupida selva que cubre el Estado oculta muchos más restos de esta cultura prehispánica.





Imagen de una de la cueva hallada en México. (Foto: EFE)


Imagen de una de la cueva hallada en México.


 


Fonte: (14 Ago 2008). EFE.





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por noticiasdearqueologia às 09:34

Domingo, 17.08.08

BRAGA: Necrópole romana com urna funerária em pedra

 As escavações realizadas pela Universidade do Minho numa necrópole romana, no centro de Braga, levaram à descoberta de uma urna de pedra em forma de ovo, uma peça inédita em Portugal, revelou hoje fonte universitária.

Manuela Martins da Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho, adiantou que durante os trabalhos foram, ainda, encontradas 17 urnas funerárias, e seis esqueletos, alguns em grande estado de decomposição.



"É a primeira vez que aparecem esqueletos completos nas escavações da antiga cidade romana a Brácara Augusta", salientou.


A responsável falava em conferência de imprensa, no Museu Nogueira da Silva, para apresentar os resultados dos trabalhos arqueológicos que vêm sendo realizados no antigo edifício dos CTT na Avenida da Liberdade.


Na conferência participaram o arqueólogo Luís Fontes, responsável pela equipa de escavação, e o gestor Domingos Sousa Coutinho, da empresa Javer Imobiliária, do grupo Regoja, que vai construir um centro comercial e uma unidade hoteleira no edifício.


Manuela Martins adiantou que as urnas - contendo cinzas - e os esqueletos pertencem a dois períodos distintos, do século primeiro ao terceiro, e do quarto ao sexto, revelando a existência de dois rituais distintos, por inumação ou incineração.


A especialista revelou que no local foram, também, encontrados vestigios da chamada via 17 do Itinerário Antonino, que partia de Braga (Bracara Augusta), rumo a Astorga (Asturica Augusta), na Galiza e que atravessa a serra do Gerês.


Garantiu que todos os vestígios e objectos encontrados no local forma registados e enviados para o Museu Regional de Arqueologia D. Diogo de Sousa, em Braga, onde serão estudados nos próximos anos.


Manuela Martins frisou que o contrato existente entre a Unidade de Arqueologia e o grupo Regoja foi prolongado por seis meses, para prosseguir as escavações.


"Durarão o tempo necessário", acrescentou o arqueólogo Luís Fontes.


Sousa Coutinho assegurou que a obra de construção do centro comercial apenas avançará com a escavação concluída, adiantando que espera abrir a primeira fase do centro em Outubro de 2009 e a segunda, que inclui estacionamento subterrâneo, em 2010.



Fonte: (01 Ago 2008). LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.

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por noticiasdearqueologia às 09:32


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