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NOTÍCIAS DE ARQUEOLOGIA

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Sábado, 08.03.08

Brandomil acoge uno de los grandes asentamientos romanos de Galicia

Había sospechas, pero ahora son evidencias, o, al menos, indicios muy poderosos: Bajo la superficie de la parroquia de Brandomil, en Zas, esconde uno de los grandes asentamientos romanos de Galicia. Al margen de las grandes ciudades (Lugo, Braga), el núcleo de Brandomil podría equipararse, según el arqueólogo Juan Naveiro López, a los de Brigantium e Iria Flavia, ambos en el actual occidente coruñés. En concreto, en las conclusiones del informe de los trabajos se define como «el núcleo urbano más occidental del área lucense. Sin duda, desde aquí se conectaba con todos los asentamientos costeros del finisterre galaico».


Naveiro es el director de la intervención arqueológica (catas, sondeos, excavaciones) que, a lo largo de dos meses, ha sacado a la luz el pasado de la localidad. Esta intervención ha sido posible gracias al proyecto de cooperación Vías Atlánticas, que en la provincia ha coordinado y gestionado la Diputación de A Coruña, y gestado para sacar a la luz las antiguas vías que atravesaban el noroccidente hispánico.



Ese pasado de Brandomil que ahora sale a la luz revela huellas que datan del siglo I y también del siglo IV (el abanico podría ser incluso más amplio), lo que prueba que el asentamiento se prolongó en el tiempo. La investigación ha permitido delimitar en unas 25 hectáreas la superficie del antiguo núcleo. Ha aparecido una enorme cantidad de material: monedas, cerámicas africanas de diversas épocas; piezas rotas, aunque recuperables, joyas como un anillo de jaspe, vidrios decorados con hilos aplicados...


Pero hay mucho más que materiales. «La arquitectura también muestra estructuras constructivas relevantes, tanto domésticas (pavimentos, puertas, columnas) como públicas (columnata monumental, balneario), además de edificios de carácter religioso o funerario (templete con ara, placas y frontón de mausoleos)», según las consideraciones del informe. Gracias a estos y otros datos, los científicos consideran que, en la antigua Brandomil, pudieron estar establecidos miembros de la Administración imperial.


Además, los trabajos ponen de manifiesto la existencia de un antiguo camino, posible vía romana secundaria, que «fue sin duda fundamental para la conexión con la zona costera, la tierra de los Nerios. Como demuestra el puente medieval, después quedó integrada en el camino de Santiago a Fisterra como una de las principales alternativas.


Ese camino puede verse durante un buen trecho, en el que se han practicado desbroces. La vía pasa por el lugar que en Brandomil conocen como Pedra do Altar, lugar que la memoria histórica ha identificado como zona del «afundimento» del antiguo pueblo, y en el que el hallazgo de restos, incluso en superficie, a lo largo de los siglos, ha sido abrumadora, señala Naveiro en el trabajo que ha presentado en la Diputación.


La mayoría de los sondeos y excavaciones se han realizado en terrenos privados con la autorización de los titulares.


Fonte: (18 Fev 2008). La voz de Galicia: (http://www.lavozdegalicia.es/carballo/2008/02/17/0003_6574875.htm

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por noticiasdearqueologia às 11:52

Sábado, 08.03.08

Canal de História analisa múmias ao estilo 'CSI'



 






Pela primeira vez, o Canal de História realiza uma série documental que traz à televisão os trabalhos de uma equipa de investigadores que utilizam técnicas como o carbono 14, raios-x, scanners ou provas de cromatografia de gases e espectrometria de massas. O objectivo de Investigando Múmias, que se estreou ontem às 22.00 no canal de cabo, é aprofundar o conhecimento sobre restos mortais que poderiam datar, alguns deles, do ano 1200 D.C., afirma a estação em comunicado.
As investigações foram dirigidas por Stephen Buckley e Joann Fletcher, responsáveis do Centro de Arqueologia Biomolecular da Universidade de York, que durante os últimos anos têm centrado os seus estudos nos restos de seis pessoas para analisar quais poderiam ser as suas origens segundo a posição em que se encontram e as técnicas com que foram embalsamados, noticia o jornal El Mundo.
Nesta série, que se estreou em 27 países, o Canal de História recolheu em imagens os sucessivos passos que se aplicam aos restos mortais com o objectivo de se estabelecer a origem das múmias, a sua idade, altura e, sobretudo, as causas da sua morte.
Posteriormente, e a partir dos dados obtidos, os documentários incluem os testemunhos dos médicos forenses, que reconstroem como foi a época em que viveram estas pessoas e divulgam novas teorias sobre as civilizações e o contacto que pode existir entre elas há mais de oito séculos.
A série Investigando Múmias é composta por seis episódios que estão a ser emitidos diariamente às 22.00. O episódio de hoje, intitulado Caso Extraordinário, trata de uma múmia peruana que estava escondida num armazéns de Londres e, segundo parece, estaria naquele local há mais de cem anos, revela o Canal de História.

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por noticiasdearqueologia às 11:39

Sábado, 08.03.08

Encontrados restos fossilizados do primeiro primata da América do Norte

Um cientista norte-americano encontrou perto do Mississipi os restos fossilizados do primeiro primata a ter vivido na América do Norte. O Teilhardina magnoliana, que pesava apenas 28 gramas e se alimentava de insectos e bagas, viveu há 55,8 milhões de anos.
Com base nos dentes do pequeno primata, achados perto de Meridian – junto à antiga linha de costa do Golfo do México -, o paleontólogo Christopher Beard, do Museu de História Natural Carnegie, em Pittsburgh, disse que a espécie terá vindo da Sibéria e chegado ao Alasca depois de ter atravessado uma língua de terra, que já não existe.
“Na altura, ele deve ter sido o animal mais inteligente de todos”, comentou Beard sobre uma espécie que viveu dez milhões de anos antes dos primeiros macacos.
Tem havido algum debate científico sobre como os primatas primitivos chegaram à América do Norte. Alguns investigadores acreditam que terão vindo da Sibéria e outros da Europa, através da Gronelândia, numa altura em que os continentes estavam alinhados de forma diferente.
Estes fósseis de primatas são os mais antigos de todos os até agora encontrados na Europa, disse Beard, sugerindo que, em vez de ter migrado da Europa para a América do Norte, este primata terá feito o caminho inverso.
A descoberta foi publicada na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences”.
Fonte: (04 Mar 2008). Público / Reuters: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1321550&idCanal=13

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por noticiasdearqueologia às 11:25


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