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NOTÍCIAS DE ARQUEOLOGIA

O Património é um bem comum... Preservá-lo só depende de cada um de nós...



Segunda-feira, 18.02.08

Arbustos e ervas "moram" em troço das muralhas classificadas de Évora

As muralhas de Évora, classificadas como monumento nacional, apresentam sinais de degradação com o crescimento de ervas e arbustos, mas o município responsabiliza os serviços do Ministério da Cultura pelas obras de recuperação.






Os arbustos, ervas e até uma árvore, uma espécie de figueira, são visíveis num troço da muralha, localizado junto às Portas do Raimundo, uma das principais entradas da cidade, classificada há 21 anos como Património Mundial, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).



"As muralhas, classificadas como Património Nacional, estão submetidas à salvaguarda do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR)", disse hoje à agência Lusa o presidente da Câmara Municipal de Évora, José Ernesto Oliveira.


Responsabilizando o IGESPAR, tutelado pelo Ministério da Cultura, o autarca de Évora advertiu que "qualquer intervenção nas muralhas tem de ser tecnicamente bem conduzida".


Apesar de várias tentativas, a agência Lusa não obteve qualquer declaração por parte da Direcção Regional de Cultura do Alentejo, dirigida por José Nascimento, organismo que representa a tutela, a nível local.


Pela parte da Câmara de Évora, José Ernesto Oliveira garantiu "toda a colaboração" da autarquia para colaborar na limpeza e preservação das muralhas, mas esclareceu que a iniciativa tem de partir do IGESPAR.


O autarca afirmou-se preocupado com o estado das muralhas e lembrou que a questão já foi analisada pelos membros da comissão municipal de arte e arqueologia, de que fazem parte representantes das várias instituições regionais responsáveis pela área do património.


O troço das muralhas em que são visíveis sinais de falta de limpeza já foi alvo de uma intervenção ao abrigo do programa Polis, vocacionado para a recuperação urbana e ambiental, numa extensão de dois quilómetros.


O centro histórico de Évora, o maior do país distinguido pela UNESCO, com cerca de 100 hectares, celebrou a 25 de Novembro do ano passado 21 anos como Património Mundial.


O valor patrimonial do centro histórico de Évora foi reconhecido a 25 de Novembro de 1986, dia em o Comité do Património Cultural de Paris anunciou a decisão da UNESCO.


A proposta de classificação fora apresentada pela autarquia ao Ministério dos Negócios Estrangeiros cerca de um ano antes, depois de em 1984 ter manifestado essa intenção junto da Comissão Nacional da UNESCO.


Apontada como "o melhor exemplo de cidade da idade do ouro portuguesa", após a destruição de Lisboa pelo terramoto de 1755, Évora apresenta imóveis notáveis, como fontes e chafarizes, muralha, aqueduto, conventos, palácios, solares e igrejas, além do Templo Romano, o ex-libris da cidade.


Fonte: (14 Fev 2008). RTP: http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=326466&visual=26&tema=5

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por noticiasdearqueologia às 19:09

Segunda-feira, 18.02.08

“Balsa, Cidade Perdida”


No próximo dia 26 de Maio, vai ser apresentado em Tavira, no Hotel Vila Galé Albacora, o livro “Balsa, Cidade Perdida”, de Luís Fraga.


Trata-se de uma edição invulgar sobre a cidade de Balsa e a história do Algarve, que ajudará a revelar ao grande público o maior monumento do Algarve Romano.










Balsa situa-se numa zona do Parque Natural da Ria Formosa, entre a Luz de Tavira, a Ria e as Pedras d'El-Rei.

Na época, a cidade foi a maior do Algarve e uma das maiores da Lusitânia., superava Faro (Ossonoba), Lisboa (Olissipo), Conimbriga e Huelva (Onoba). Com 45 hectares de superfície era oito vezes maior que o centro histórico-medieval de Tavira.
A publicação deste livro só é possível devido a anos de investigação e discussão conjunta com o Campo Arqueológico de Tavira, através da articulação dos pontos de vista da geografia histórica, da arqueologia, história, museologia e divulgação cultural.
Tendo a forma de um álbum ilustrado, o livro é rico em texto e imagem. Apresenta-se em capa dura com 140 páginas e destina-se ao público interessado ou somente curiosos pelo tema.
“Balsa, Cidade Perdida”, será distribuído comercialmente a nível nacional, mas também internacional através de livrarias especializadas.
Espera-se atingir-se milhares de leitores diferenciados, com padrões elevados de consumo e sensibilidade a temas culturais.



Fonte: (10 Fev 2008). Rádio Horizonte: http://www.algarvenoticias.com/noticias/artigo.php?op=c4ca4238a0b923820dcc509a6f75849b&id=5be278a9e02bed9248a4674ff62fea2c

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por noticiasdearqueologia às 19:03

Sábado, 16.02.08

Vila Pouca de Aguiar: Complexo mineiro romano vai dispor de centro interpretativo






A Câmara de Vila Pouca de Aguiar anunciou hoje a construção do Centro Interpretativo de Tresminas, que vai servir de apoio a um dos maiores complexos mineiros do Império Romano, que a autarquia quer candidatar a património mundial.





As obras do Centro Interpretativo começam, segundo a autarquia, em Março e deverão estar concluídas em três meses.




Para o presidente da Câmara de Vila Pouca de Aguiar, Domingos Dias, o centro interpretativo do Complexo Mineiro Romano de Tresminas representa "um importante passo para a valorização do património arqueológico e religioso".


Através desta estrutura a autarquia vai disponibilizar apoio permanente e um guia para acompanhar os turistas pelo complexo mineiro.


Tresminas está a ser alvo de escavações arqueológicas, que se iniciaram no último Verão e se deverão prolongar por mais três anos, que representam mais um passo na candidatura a património mundial da UNESCO.


"As escavações vão demonstrar a importância do complexo mineiro a nível mundial", afirmou o autarca.


Estas minas, cujo auge terá ocorrido durante os séculos I e II d.C., seriam, segundo o arqueólogo Carlos Batata, uma das "mais importantes" do Império Romano.


A exploração mineira em Tresminas realizava-se essencialmente pelo desmonte a céu aberto, de que resultaram os desfiladeiros que são as cortas (ou lagos) de Covas e Ribeirinha.


O estacionamento de militares neste local, onde, além da presença de soldados da sétima legião, está também comprovada a estadia de secções da "cohors I Gallica equitata civium romanorum", reflecte a importância destas minas para o império.


O projecto de investigação "Complexo Mineiro de Tresminas", imóvel classificado como de Interesse Público em 1997 pelo Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR), conta com um apoio financeiro de 500 mil euros de fundos comunitários.


Inserido neste projecto, vai ser criado o centro interpretativo de Tresminas, que vai nascer nas antigas instalações paroquiais e vai dispor de um pátio para receber eventos culturais, salas para venda de produtos locais e para projecção temática áudio visual.


Num piso superior, vão ser criadas mais três salas que evidenciam a fauna e a flora locais e, perante o cenário de um forno tradicional, vai também ser aberto um bar de apoio às instalações culturais.


Paralelamente a autarquia vai avançar com a recuperação de monumentos (capela e pelourinho) e fachadas nas aldeias envolventes às minas romanas, designadamente Vales, Ribeirinha, Alfarela de Jales, Covas, Tresminas, Tinhela de Baixo e Tinhela de Cima.


Fonte: (13 Fev 2008). RTP / Lusa/Fim: http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=326156&visual=26&tema=5



 


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por noticiasdearqueologia às 00:34

Sábado, 16.02.08

Allianoi: Tesoro arquelógico en Turquía corre riesgo de inundación

La antigua ciudad termal de Allianoi, en el oeste de Turquía, a menudo comparada con Pompeya por su extraordinario estado de conservación, será pronto engullida por las aguas de una presa.
Una fuente de agua caliente, que alimenta un estanque todavía protegido por los muros de casi cinco metros de altura, una sala decorada con columnas monolitas intactas y mosaicos, pasillos cubiertos, vestigios de avenidas y de viviendas, fuentes y cerca de 11.000 objetos, componen este tesoro arqueológico.
Hicieron falta casi nueve años al doctor Ahmed Yaras y a su equipo de arqueólogos para catalogar estos vestigios conservados gracias a un providencial caudal de barro y que sólo representan una pequeña parte de las joyas de Allianoi.

Únicamente el 20% de la superficie de la antigua ciudad termal egea, que conoció su hora de gloria en el siglo II, ha sido explorado.
Sin embargo, los investigadores no tendrán tiempo de descubrir el resto: tras un controvertido debate, una comisión científica se decantó en octubre de 2007 por dejar que Allianoi fuera engullida.
El pleno de agua de la presa de Yortanli, destinada a la irrigación de unas 8.000 hectáreas de tierras agrícolas y cuya construcción fue finalizada el año pasado, ya es sólo cuestión de semanas.
"Lo que me duele en tanto que científico, es que estos vestigios nos sean arrebatados para siempre sin haber podido conocer antes todas sus riquezas", declara Yaras, quien visitó Allianoi hace unos días para rendir un último homenaje al lugar.
Lo que este 20% explorado "nos ha permitido comprender, es que Allianoi posee la mayor fuente termal antigua y la mejor conservada en el mundo. Sólo por esto debería protegerse este sitio", se indigna el investigador.
"Hemos hallado unos 400 instrumentos médicos de metal, más que en ninguna otra ciudad antigua del mundo", agrega.
Muchos científicos interrogados por la AFP comparten la desesperación de su colega y deploran la desaparición de un lugar "excepcional".
"La administración turca ha dado muestras de una muy mala voluntad", asegura Pierre Chuvin, especialista francés de la Grecia Antigua.
Para el arqueólogo Aksel Tibed, la desaparición programada de Allianoi es doblemente absurda porque la duración de vida de la presa será una de las más reducidas.
"Esta presa sólo podrá ser utilizada durante unos 50 años, a causa de los depósitos de aluviones", dice.
En cambio, si se hubiese conservado Allianoi, "podría haberse convertido en una segunda Pompeya. Sin fecha de caducidad", deplora Chuvin.
 

Fonte: (15 Fev 2008). Cadena Global.com / AFP: http://www.cadenaglobal.com/noticias/default.asp?Not=166561&Sec=1

 

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por noticiasdearqueologia às 00:21

Sábado, 16.02.08

Hallan un mosaico romano de gran calidad en el centro de Carmona


A menos de 50 centímetros del asfalto, en la calle Domínguez de Haza, junto a la plaza de abastos, ha saltado la noticia al aflorar un lustroso mosaico romano en el que luce el retrato, según se cree, del dios de las estaciones Vertumnus, en este caso representando al verano. Los curiosos, por decenas, no han querido que se lo cuenten, sino verlo.
Todo empezó como casi siempre: con la ejecución de obras, en este caso para introducir por parte de Sevillana Endesa un cableado de baja tensión con que mejorar el abastecimiento en pleno casco histórico de Carmona. Y claro, en una ciudad que puja por ser declarada Patrimonio de la Humanidad por la Unesco y que es en sí misma un yacimiento repleto de historia, no cabía otra que supervisar arqueológicamente la zanja en cuestión por si algún testimonio de nuestros antepasados hacía acto de presencia. Y así ha sido.
El Servicio de Arqueología de la Concejalía de Patrimonio del Ayuntamiento de Carmona, imprescindible en la localidad, cumplió su cometido y he aquí que el lunes, a última hora, veían de nuevo la luz del sol, después de más de 1.800 años, las primeras teselas, y con ellas un impresionante mosaico romano datado entre los siglos II y III de nuestra era.
De mosaico hay unos cinco metros de largo por 1,20 de ancho, y lo mejor de todo: conserva intacto su valor más genuino, el del emblema o figura central. Lo que no es fácil porque era lo más preciado y por tanto lo más expoliado. En este caso, el protagonista del retrato que decoraba el suelo de la acomodada casa romana de la que formaba parte parece ser el dios de origen etrusco Vertumnus, que según la mitología clásica personifica el cambio de las estaciones y también es el dios de los árboles frutales.
En este caso concreto, el Vertumnus que luce con todo su colorido responde a una alegoría del verano. Lo acreditan, según los arqueólogos, la bielda o herramienta de varias puntas que porta en la diestra –útil con el que los agricultores recogen la paja– y los manojos de espigas de trigo que aprieta con la izquierda.
El hallazgo ha sido notificado, como es preceptivo, a la Delegación Provincial de Cultura –que detenta la tutela del patrimonio–, y en cuanto ésta lo autorice –se espera que sea pronto por si acaso llueve–, será extraído de la vía pública para recalar, casi con toda probabilidad, en el Museo de la Ciudad de Carmona. Allí será limpiado y restaurado antes de su exposición pública. Sin embargo, la expectación vecinal ha sido tal que la gente no ha querido esperar a este momento final. Ha sido trascender la noticia y por el yacimiento han goteado decenas de personas interesadas, a las que los arqueólogos municipales han entregado una hoja con los detalles principales del mosaico.


Fonte: Felipe Villegas (13 Fev 2008). El Correo de Andalucía: http://www.correoandalucia.es/noticia.asp?idnoticia=4424170092091091097091424170

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por noticiasdearqueologia às 00:17

Sábado, 16.02.08

Um dente com 40.000 anos

http://noticias.sapo.pt/foto/807849



 Foto@EPA/Waltraud Grubitzsch

Michael Richards, do Instituto para a Antropologia da Evolução, apresenta um dente de um Neandertal com 40.000 anos. Com a mais moderna tecnologia laser, uma equipa de cientistas de Leipzig, na Alemanha, e da Universidade de Durham em Inglaterra, examinaram este "velho" dente descoberto na Grécia. Os cientistas afirmam que a análise ao dente revelou que o homem que tinha este dente passou grande parte da sua infância bem longe da Grécia.


Fonte: (13 Fev 2008). http://noticias.sapo.pt/foto/807849




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por noticiasdearqueologia às 00:09

Quinta-feira, 14.02.08

Halladas en Maragatería (León) piedras decoradas con petroglifos


Esta roca tiene forma de uve y en ella se aprecia con toda claridad una espiral o laberinto. Foto por gentileza de Juan Carlos Campos. Más información en su blog: La tierra de los Amacos


Petroglifos son grabados sobre roca al aire libre realizados a base de piqueteado o abrasión; los motivos tallados sobre la piedra pueden ser muy variados, desde cazoletas (que son hendiduras pequeñas y poco profundas de forma generalmente circular), hasta antropomorfos y zoomorfos, espirales o laberintos, y pueden ser naturalistas, esquemáticos o abstractos. No representan narración propiamente dicha, aunque la sucesión de figuras y símbolos podría tener ese carácter. Hay datados alrededor de 450 lugares con petroglifos en la península, la mayoría en Galicia y el norte de Portugal, aunque también son comunes en el Valle del Tajo.


Pero de ningún modo se tenía noticia de la aparición de petroglifos en la provincia de León. Por eso no dejan de sorprender las imágenes de unas rocas, halladas en Maragatería, que muestran una superficie tallada en la que se ven cazoletas y grabados, símbolos, laberintos y espirales, aunque es posible que un examen más detallado aporte otras representaciones. Una de las rocas está llena de cazoletas (y otros motivos), mientras que otra no tiene ni una...



Foto por gentileza de Juan Carlos Campos. Más información en su blog: La tierra de los Amacos.


Se trata de dos grandes piedras que un vecino de Astorga ha encontrado y cuya ubicación exacta se niega a facilitar con el fin de preservar el hallazgo hasta que sea examinado por expertos; de hecho, el improvisado arqueólogo ya ha dado aviso a las autoridades de la Junta de Castilla y León para que las estudien. Al parecer, en unos días estarán en dicha zona y se podrá conocer el alcance del hallazgo.



Foto por gentileza de Juan Carlos Campos. Más información en su blog: La tierra de los Amacos.


Cuenta Juan Carlos, el vecino de Astorga, que se trata de dos grandes piedras situadas en el campo, lejos de caminos o senderos, probablemente sedimentarias y cubiertas de líquenes. Las rocas podrían haber estado hincadas en el suelo, tal vez formando parte de un dolmen, y también podían ser de épocas distintas... Juan Carlos señala que primero se acercó al observar un afloramiento rocoso e incluso que algunas piedras parecían colocadas o amontonadas, hasta que dio con una enorme roca tumbada y en forma de mesa, al lado de la cual había otra en forma de uve, ambas talladas.


Según parece, no hay documentados petroglifos en la provincia de León, por lo que sería éste un hallazgo extraordinario. Y según se desprende observando los grabados, parecen estar relacionados con los petroglifos gallegos, en los que los motivos más abundantes son precisamente los laberintos, espirales, cazoletas y coviñas.



Foto por gentileza de Juan Carlos Campos. Más información en su blog: La tierra de los Amacos.


En cuanto a la datación, los petroglifos se sitúan entre el Eneolítico y la Edad del Hierro, por tanto, entre el tercer milenio y mediados del primer milenio antes de Cristo (aunque también existen petroglifos más tardíos, tardorromanos o altomedievales, con motivos diferentes). Su significado sería, probablemente, de tipo simbólico, religioso y ritual.


Sólo falta que todo se confirme para que se desvele otra página de la Historia de León.


Fonte: (13 Fev 2008). El Mundo.com / Terrae Antiquae: http://terraeantiqvae.blogia.com/2008/021301-halladas-en-maragateria-leon-piedras-decoradas-con-petroglifos.php


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por noticiasdearqueologia às 22:03

Quinta-feira, 14.02.08

Estudian los secretos de la era romana de Beirut (Líbano)


Foto: Imagen de vasos y jarrones romanos del siglo I, descubiertos en una tumba en el sector de Ras al Nabea, en Beirut. (Foto gentileza de: EFE/Terra.cl)


Los recientes descubrimientos arqueológicos realizados en Beirut han sacado a la luz una importante parte de la historia de esta ciudad mediterránea que aún permanecía enterrada y que muestra su esplendor en la era romana.


El Director de las excavaciones arqueológicas de la Dirección General de Antigüedades (DGA), Assad Seif, aseguró a Efe que desde 2005 las excavaciones que se realizan tanto en el centro como en la periferia de la capital libanesa han permitido conocer nuevos detalles sobre la necrópolis romana y su arquitectura.


Asimismo, han permitido acercarse a algunas de las técnicas artesanales de la época, desconocidas hasta ahora, e incluso hacer estimaciones sobre su demografía.


"Aparentemente, en la época romana la necrópolis de Beirut formaba una especie de cinturón alrededor de la polis, que se extendía hacia el este de la ciudad, como demuestran los hallazgos realizados en el barrio (oriental) de Bedawi", asegura Seif.


Este descubrimiento, no sólo ha permitido averiguar la disposición de la ciudad, sino que como explica el arqueólogo libanés "permite hacer investigaciones para identificar el número de habitantes de Beirut en cada época y conocer las prácticas y ritos funerarios, que algunas veces son una mezcla del culto local y romano".



Foto: Imagen de restos de tumbas romanas de los siglos I a III, descubiertos en el sector de Ras al Nabea, en Beirut. (Foto gentileza de: EFE/Terra.cl).



Muchos de los nichos esconden, además, pequeños utensilios, como frascos de vidrio que pueden ofrecer nuevos detalles sobre las prácticas artesanales de la época.


"Por primera vez en Oriente Medio se han descubierto frascos en las tumbas que contenían perfumes, aceites y otros ungüentos, hechos con un tipo de vidrio soplado que no se encontraba en esta región del mundo, sino en Grecia, Europa y otras regiones de la antigüedad", precisó Seif.


A través de estos hallazgos y particularmente gracias a las impurezas del vidrio, se podrá saber si estos pequeños utensilios domésticos fueron elaborados en la también libanesa ciudad de Sidón o si fueron importados desde otras orillas del Mare Nostrum.


También se descubrió un "taller de bronce, el primero en el Líbano y en el levante mediterráneo, que está casi intacto", dice Seif.



Foto: Imagen de un frasco con forma de diosa romana del siglo I, descubiertos en una tumba en el sector de Ras al Nabea, en Beirut. (Foto gentileza de: EFE/Terra.cl).


El experto en arqueología considera este hallazgo "muy importante porque se localizaron en él cilindros con los que se elaboraban las monedas" El estudio de los fragmentos de cobre encontrados en esta fábrica se centra en "saber a qué emperador pertenecían y en definir la producción y la tecnología que se empleaba para trabajar este material".


El plano que se conocía de la ciudad romana, levantada sobre la antigua ciudad fenicia, se ha visto enriquecido gracias a la localización de los restos del jardín romano o el hipódromo "que permitirán completar, mas o menos, la topografía histórica de la urbe".


Seif matiza que aún permanece en la penumbra la ubicación de ciertos edificios que pudieron ser emblemáticos durante el periodo romano, como la Escuela de Derecho, donde según los textos estudiaron los más importantes juristas de la época.


"Los textos explican que los estudiantes trabajaban bajo la tutela de profesores o maestros junto al ágora, situada en las proximidades de la basílica, y que una vez que terminaban sus estudios tomaban la calle que conducía al puerto", comenta.



Sin embargo, como asegura, hasta ahora no se sabe si las lecciones se impartían en la casa del profesor, en el ágora o en el edificio de la basílica que hasta época bizantina no adquirió una función religiosa.


Su sueño como arqueólogo, confiesa, es, además de desentrañar los secretos de la capital del país de los cedros, formar una escuela de expertos libaneses capaz de "hacerse cargo de nuestro patrimonio".


"Esto permitirá tomar conciencia para avanzar hacia la reconstrucción de la historia del Líbano, de modo objetivo y científico", subraya.



Los eslabones fenicio, romano, bizantino, árabe y otomano que han ido moldeando la estructura de la ciudad y la idiosincrasia de sus habitantes forman, para el arqueólogo "una parte de nuestra historia que debemos asumir y tomar como un elemento de solidez de nuestra identidad para seguir avanzando hacia un futuro mejor".


Fonte: (8 Fev 2008). EFE / El Diario Exterior.com / Terrae Antiquae


http://terraeantiqvae.blogia.com/2008/020803-estudian-los-secretos-de-la-era-romana-de-beirut-libano-.php 

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por noticiasdearqueologia às 21:43

Terça-feira, 05.02.08

Novos olhares sobre o Neanderthal

 








Imagem: Knut Finstermeier, Instituto Max Planck para a Antropologia Evolucionária. Original da reconstituição do Neanderthal: Reiss Engelhorn Museums, Mannheim.



Os neandertais pareciam relegados ao esquecimento depois de desapareceram dos seus últimos redutos ibéricos, há cerca de 30 mil anos. O Max Planck de Antropologia Evolucionária em Leipzig tem sido crucial em trazer para a ribalta da ciência este ramo extinto da árvore filogenética humana. Para além do trabalho desenvolvido no âmbito do projecto do genoma Neanderthal, o instituto tem dado outras contribuições inestimáveis para um melhor entendimento dos nossos parentes extintos.
O que se sabe a respeito da aparência dos neandertais deriva da análise e
reconstituição de fósseis. Mas, como cabelo e pele não foram preservados, essa aparência é muitas vezes fruto de conjecturas e extrapolações por parte dos paleontólogos. Um facto deveras curioso, que contraria a imagem que as reconstituições dos Neandertais cimentam, foi anunciado há uns meses nas páginas da Science: algumas populações deste parente do homem moderno terão sido ruivas e de pele clara.
A colaboração de uma equipa do Max Planck com os grupos de Carles Lalueza-Fox na Universidade de Barcelona e Holger Römpler em Harvard, analisou amostras de ADN de dois espécimes descobertos na Europa – um, com cerca de 43 mil anos, encontrado no norte de Espanha; e outro, de 50 mil anos, descoberto em Itália.
Os autores do trabalho identificaram uma
nova variação do gene receptor melanocortina 1(MC1R) nos dois exemplares e, depois de excluirem contaminação, estudaram a actividade da proteína produzida por essa variante em culturas de células humanas. O resultado sugere que a versão neandertal do gene, não encontrada nos humanos modernos, tinha o mesmo efeito na produção de melanina que a versão contemporânea tem.
O MC1R foi identificado por uma equipe de dermatologistas da Universidade de Edimburgo (Escócia) liderada pelo Prof. Jonathan Rees e controla a produção de melanina, ou antes de duas variantes deste polímero, a eumelanina, de cor castanha ou preta, e a feomelanina, com coloração amarela ou avermelhada. A melanina é responsável não só pela coloração da tez como do cabelo: pessoas brancas produzem menos melanina que pessoas morenas; no cabelo preto existe praticamente só eumelanina, enquanto o cabelo ruivo possui quase exclusivamente feomelanina.
Outro gene cuja evolução nos humanos nos permitiu desenvolver uma das nossas características mais únicas, a linguagem, foi igualmente identificado nos neandertais na mesma altura por uma equipa liderada por Svante Pääbo. Em colaboração com Johannes Krause, também do Max Planck em Leipzig, e com a mesma equipa espanhola ( que descobriu dois exemplares Neanderthal na caverna de El Sidron, no norte de Espanha) os cientistas
publicaram na edição de 6 de Novembro da revista Current Biology um artigo que indica que os neandertais partilhavam connosco duas mutações cruciais no gene FOXP2.
O gene está presente em mamíferos e aves, mas a variante humana apresenta duas diferenças cruciais em relação à correspondente em chimpanzés. Sabe-se que o FOXP2 permite, entre outras coisas, o controle neurológico delicado dos músculos da boca, mas muitos outros genes estão envolvidos na nossa capacidade de falar. A nova descoberta sugere, mas não comprova, que os neandertais poderiam falar como os humanos.
«Não existe, no que diz respeito ao FOXP2, razões para pensar que os neandertais não fossem capazes de falar como os humanos. Mas, obviamente, existem muitos outros genes envolvidos na linguagem e na fala», referiu Pääbo.
Embora não seja concludente sobre as capacidades de vocalização dos neandertais, este resultado indica que as mutações «humanas» do FOXP2 acontecerem antes de as linhagens Neanderthal e Sapiens se terem separado terem se separado, há cerca de 370 000 anos.


 









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por noticiasdearqueologia às 22:51

Terça-feira, 05.02.08

Descoberto primeiro forte colonial espanhol na Patagónia



O primeiro forte da Espanha colonial na Patagónia, presumivelmente do século XVIII, foi descoberto por arqueólogos da Universidade de Buenos Aires ao cabo de dois anos de escavações nos arredores da localidade Puerto Deseado, noticia o jornal El Mundo on line.


Segundo declarações dos investigadores do semanário argentino El Orden, a fortificação de pedra, a 1.800 quilómetros ao sul de Buenos Aires, foi construída por homens da Real Companhia Marítima de Espanha que navegaram pelo Atlântico austral, explorando os confins das Américas.


Naquela zona, situada ao sul do Golfo de São Jorge, já em Março de 1520 fizera incursões Fernando de Magalhães, que com a sua frota entrou na ria para escapar a um temporal.


O navegador chamou ao lugar «Baía dos trabalhos forçados» por causa das dificuldades enfrentadas sob o mau tempo.


Em 1586, em 17 de Dezembro, chegou ao local uma frota comandada pelo corsário inglês Thomas Cavendish, integrada pelas naus «Hugh Gallant», «Content» e «"Desiré».


Mais tarde, os navegadores da Real Companhia Marítima de Espanha fixaram-se em terra firme junto da ria e aí construíram o forte. No entanto, após a independência argentina de Espanha em 1810, abandonaram a zona e em 1884 Buenos Aires mandou para a zona um contingente de colonos, sob comando do capitão italiano Antonio Oneto.


Actualmente, Puerto Deseado é uma localidade de 13.000 habitantes, cuja principal atracção turística é a festa nacional da pesca de tubarão.


Fonte: (1 Fev 2008). SOL: http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=78462


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por noticiasdearqueologia às 22:48



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