Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]

NOTÍCIAS DE ARQUEOLOGIA

O Património é um bem comum... Preservá-lo só depende de cada um de nós...



Domingo, 24.02.08

Arqueólogos españoles descubren en Egipto antigüedades de más de 4.000 años

 


Un equipo de expertos del Museo Arqueológico Nacional de Madrid ha descubierto a unos 120 kilómetros al sur de El Cairo un conjunto de antigüedades faraónicas que datan de hace más de 4.000 años, según ha informado la prensa egipcia.


Los arqueólogos españoles encontraron tres puertas 'falsas' de tumbas y fabricadas de roca, y dos mesas de ofrendas en la localidad de Egnasia, provincia de Bani Suef, precisó el ministro egipcio de Cultura, Faruq Hosni, citado por la prensa.


El hallazgo se produjo durante excavaciones llevadas a cabo últimamente por el equipo de arqueólogos, encabezado por la reputada experta española Carmen Pérez Die, subrayó el ministro. Las piezas datan del Primer Periodo Intermedio de la Época faraónica (2040-2191 a.C.).


Asimismo, el secretario general del Consejo Supremo de Antigüedades (CSA), el egiptólogo Zahi Hawass, reveló que las tres puertas fueron descubiertas en una tumba que fue destruida e incendiada durante periodos consecutivos de la historia.





Las puertas ficticias, según la creencia faraónica, eran para que el alma del difunto se comunicara con la vida que continuaba en el exterior de las criptas.


También, los expertos encontraron en el lugar restos de muros de otros mausoleos que fueron construidos con adobes y bloques de piedra caliza, y fragmentos de vasijas de cerámica, que probablemente datan de a fines del Imperio Antiguo faraónico (2700- 2200 a.C.).


Por último, Pérez Die afirmó que han limpiado y restaurado las puertas, y concluyeron de hacer lo mismo con los artefactos encontrados en las anteriores temporadas de excavaciones que han realizado en la zona.


 



La arqueóloga española, que inició hace alrededor de 24 años las excavaciones en el área, ha logrado desenterrar importantes vestigios de Heracleópolis Magna, la capital de Egipto durante las dinastías IX y X.


Fonte: (24 Fev 2008). EFE, El Cairo / El Mundo.es / Terrae Antiquae: http://terraeantiqvae.blogia.com/2008/022401-arqueologos-espanoles-descubren-en-egipto-antiguedades-de-mas-de-4.000-anos.php

Autoria e outros dados (tags, etc)

por noticiasdearqueologia às 19:06

Domingo, 24.02.08

México faz descoberta surpreendente

 O corpo de uma mulher que viveu há três mil anos, perfeitamente conservado, com os braços cruzados sobre o peito e com as pernas dobradas, foi encontrado no México, revelaram hoje antropólogos locais, citados pela Lusa.


O achado teve lugar no Município da China, no Estado de Nova Leão.


A excepcionalidade do achado reside no facto de que geralmente, à época, na região, os cadáveres eram incinerados.


Os especialistas conseguiram recuperar cerca de 98 por cento do corpo da mulher, disse a antropóloga Araceli Rivera Estrada, do Instituto Nacional de Antropologia e História.


Fonte:(9 Fev 2008). Portugal Diário: http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=913595

Autoria e outros dados (tags, etc)

por noticiasdearqueologia às 18:54

Domingo, 24.02.08

Escavações põem a descoberto fundações de igreja do século IX






A Capela das Almas terá sido erguida sobre a primeira igreja paroquial de Viana do Castelo



 


 



Fonte: Luís Henrique Oliveira ( 24.02.2008). Jornal de Notícias: http://jn.sapo.pt/2008/02/24/norte/escavacoes_poem_a_descoberto_fundaco.html


Os trabalhos de arqueologia que decorrem na Capela das Almas e espaços envolventes, em pleno centro histórico de Viana do Castelo, puseram a descoberto as fundações da que terá sido a primeira igreja da cidade, erguida por volta do século IX. Para a equipa que desenvolveu o trabalho, as estruturas agora encontradas constituem, "de longe, o mais importante achado", uma vez que são o mais antigo vestígio arqueológico descoberto no centro da cidade.
Ao salientar que as fundações do primitivo templo foram descobertas durante as escavações realizadas no interior da capela - datada do século XIII e que foi, durante muito tempo, a primeira matriz de Viana -, o responsável oela Divisão de Acção Cultural da Câmara Municipal e coordenador dos trabalhos, Cunha Leal, assinalou que a Capela das Almas terá sido erguida sobre as edificações do antigo templo, "como era, então, costume". Considerando que a primitiva igreja terá, também, sido o primeiro templo paroquial do aglomerado urbano, deu conta que os alicerces postos a descoberto pela equipa de trabalho "apontam para estrutura relativamente pequena, de características pré-românicas".
Quanto à valorização dos achados, Cunha Leal adiantou que a intervenção em curso no Largo das Almas compreende a musealização das estruturas descobertas. Segundo disse, o espaço, situado no interior da capela, deverá, depois, ser coberto por placas de vidro, de modo a possibilitar a visualização dos milenares alicerces. No exterior do templo, espaço que funcionou, durante séculos, como cemitério, a equipa havia já descoberto uma sepultura em pedra do século XIV, em tudo semelhante às encontradas na localidade de Santa Maria de Geraz do Lima, na Margem Sul do concelho. Promovidos pelo programa Polis, os trabalhos visam, também, a consolidação do templo.

Autoria e outros dados (tags, etc)

por noticiasdearqueologia às 18:33

Domingo, 24.02.08

Ara romana terá sido roubada do acervo do Museu Regional de Arqueologia

Uma valiosa ara romana terá sido roubada do acervo do Museu Regional de Arqueologia de Arganil, depositado no edifício da autarquia, denunciou este sábado o seu responsável e proprietário, João Castro Nunes, noticia a Lusa.

O seu desaparecimento foi notado há cerca de um ano, dando origem a uma queixa que corre no Tribunal de Arganil, mas só esta quarta-feira se efectuou uma perícia ao acervo por dois peritos do Ministério da Cultura.


João Castro Nunes disse que «nessa perícia constatou-se que várias peças foram subtraídas, entre elas a pequena ara romana dedicada à divindade da indígena Ilurbeda e proveniente do concelho de Góis», que era «internacionalmente conhecida e objecto de várias publicações».


Para além dessa peça, considerada «bastante valiosa», a perícia constatou que um cofre foi arrombado e retirados os três volumes do inventário, «constituído única e exclusivamente pelo resultado das investigações, recolhas e aquisições».


Segundo o responsável, a pequena ara romana era «um documento de excepcional importância para o conhecimento dos locais de culto durante o processo de romanização do ocidente hispânico, designadamente na região de Góis, onde o culto àquela divindade está sobejamente comprovado».


João Castro Nunes, professor jubilado das Universidades Clássica Nova e Lusíada de Lisboa, adiantou que era sua intenção oferecer a ara ao Museu de Góis quando da sua concretização, que «parece estar para breve».


O acervo do Museu Regional de Arqueologia de Arganil, que oficialmente ainda não foi constituído, resultou das investigações, recolha e aquisições de João Castro Nunes, que o tinha confiado à guarda da Câmara Municipal.


Fonte: (23 Fev 2008). Portugal Diário: http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=919466

Autoria e outros dados (tags, etc)

por noticiasdearqueologia às 18:09


Mais sobre mim

foto do autor


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

Pesquisar no Blog  

calendário

Fevereiro 2008

D S T Q Q S S
12
3456789
10111213141516
17181920212223
242526272829