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NOTÍCIAS DE ARQUEOLOGIA

O Património é um bem comum... Preservá-lo só depende de cada um de nós...



Domingo, 23.09.07

HOBBIT, é uma nova espécie



A revista 'Science' publica estudo que confirma a tese original dos cientistas.
Descoberto há quatro anos na ilha indonésia de Flores, o Homo floriensis, como foi oficialmente baptizado, ficou rapidamente conhecido por hobbit e despertou de imediato uma discussão acalorada entre os antropólogos de todo o mundo.
A estatura diminuta (cerca de 90 centímetros) do "homem das Flores" levou os seus descobridores a classificá-lo na altura como uma nova espécie humana, mas as reacções não se fizeram esperar. A tese foi refutada por outros cientistas, que levantaram a hipótese de se tratar apenas de um exemplar isolado, que poderia inclusivamente ter algum problema genético.
Hoje, um equipa internacional de paleontólogos, liderada Matt Tocheri, do Instituto Smithsonian, nos EUA, publica na revista Science um estudo detalhado sobre os restos fossilizados do Homo floriensis e conclui pela tese original. O hobbit, que viveu há 18 mil anos naquela região do planeta, é afinal um representante de uma das mais antigas migrações humanas para a Ásia.
Decisiva para esta asserção foi o estudo dos ossos do pulso e do polegar do homem das Flores, que é idêntico ao dos primeiros hominídeos originários de África.


In: (21 Set 2007). Diário de Notícias: http://dn.sapo.pt/2007/09/21/ciencia/hobbit_e_mesmo_nova_especie.html


 

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por noticiasdearqueologia às 11:02

Domingo, 23.09.07

ALMODÔVAR: Abertura de novo museu no Alentejo

A abertura de um museu dedicado à mais antiga escrita da Península Ibérica, visitas guiadas a monumentos, concertos, conversas e exposições vão marcar o "diálogo" dos alentejanos com o património, entre 28 e 30 deste mês.

As iniciativas são os "contributos" de 14 municípios do Alentejo para as Jornadas Europeias do Património (JEP), que se realizam em todo o país, centradas no tema "Património em Diálogo", para sensibilizar os povos para a importância da salvaguarda dos monumentos.


O Museu da Escrita do Sudoeste abre dia 29, em Almodôvar (Beja), para desvendar achados epigrafados com a mais antiga escrita da Península Ibérica, como uma estela funerária com uma das maiores inscrições da também conhecida como escrita tartéssica.


(cont.) In: (21 Set 2007). RTP: http://www.rtp.pt/index.php?article=299096&visual=16 

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por noticiasdearqueologia às 00:06

Domingo, 23.09.07

FÓSSEIS DE HOMINÍDEOS mais antigos na Europa



 



 





Um crânio e esqueletos parciais de três adultos e um adolescente que viveram há 1,77 milhões de anos foram descobertos em Dmanissi, na Geórgia, o que faz deles os fósseis de hominídeos mais antigos encontrados até hoje fora de África.
Como se não bastasse o recorde, os restos fossilizados, que estão bem preservados, de acordo com os cientistas, mostram ainda uma série de características a um tempo primitivas e modernas, que é "surpreendente", e que traz novas peças ao puzzle da evolução humana.
Isso é, pelo menos, o que garante na edição de hoje da Nature o grupo de investigadores liderado por David Lordkipanidze, do museu nacional da Geórgia, que estudou o achado.
Os fósseis encontrados em Dmanissi, a 85 km a sudoeste de Tbilissi, a capital daquele república do Cáucaso, apresentam uma curiosa mistura de características primitivas e modernas. Entre as primeiras contam-se a altura dos indivíduos, entre 1,45 e 1,66 metros, um cérebro pequeno, entre 560 e 632 gramas, idêntica à massa cerebral de um australopiteco (anterior a estes, já que viveu entre há quatro e dois milhões de anos) e a ausência de torção do úmero (osso do braço), o que fazia com que tivesse as palmas das mão voltadas para a frente. As suas características modernas são, por exemplo, as proporções corporais quase idênticas, justamente, às do homem moderno.
Estes aspectos juntos fazem pensar, dizem os cientistas, em características de Homo habilis e Homo erectus (o segundo tendo sucedido ao primeiro no tempo) e na possibilidade de a história desta evolução ser afinal mais complexa, como o estudo de outro achado recente ocorrido no Quénia, e publicado também na Nature, já havia avançado. Num comentário ao artigo de Lordkipanidze e sua equipa, publicado nesta mesma edição da Nature, Daniel Lieberman, antropólogo de Harvard, coloca justamente esta questão, ao afirmar que os fósseis descobertos em Dmanissi "parecem pertencer ao Homo erectus em muitos aspectos", mas a sua variabilidade, que indica "uma estatura mais próxima do habilis do que do erectus", reflectem, assim, "a natureza transitória e variável dos primeiros Homo".


In: Filomena Naves (20 Set 2007). Diário de Notícias: http://dn.sapo.pt/2007/09/20/ciencia/fosseis_hominideos_mais_antigos_euro.html


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por noticiasdearqueologia às 00:03

Domingo, 23.09.07

VELOCIRAPTOR TINHA PENAS penas e seria parente da avestruz

Paleontologistas norte-americanos resolveram uma suspeita de anos ao demonstrar que o Velociraptor, o dinossauro com 'mau feitio' do filme Jurassic Park, afinal tinha penas, sugerindo que, se estivesse vivo, hoje seria uma espécie de avestruz estranha.


As conclusões dos investigadores de dois museus norte-americanos de História Natural, o American Museum of Natural History e o Field Museum of Natural History, estão descritas num artigo publicado hoje na revista Science.


Os cientistas sabem desde há vários anos que muitos dinossauros tinham penas e suspeitavam de que o Velociraptor seria um deles, provavelmente semelhante às actuais aves que não voam, como a avestruz.



O que os cientistas fizeram agora foi documentar a presença de penas num antebraço fóssil de um velociraptor desenterrado na Mongólia em 1998. Descobriram no espécime claras indicações de protuberâncias de penas grandes e outras saliências de penas pequenas, ancoradas no osso através de ligamentos. As saliências das penas também podem ser vistas em muitas das espécies dos actuais pássaros e são mais evidentes em pássaros com grande capacidade de voo.


"A falta de protuberâncias de penas não significa necessariamente que o dinossauro não tinha penas, mas encontrar protuberâncias de penas num velociraptor significa que ele definitivamente tinha penas", disse Alan Turner, o autor principal do estudo e paleontólogo no American Museum of Natural History e na Columbia University, em Nova Iorque.


"Isso é algo que já suspeitávamos, mas ninguém tinha sido ainda capaz de provar", sublinhou.


Até agora, os cientistas tinham descoberto apenas sinais de penas em fósseis de dinossauros descobertos numa determinada espécie de sedimentos de lagos, que favoreciam a preservação de pequenos animais.


O velociraptor ("Velociraptor mongoliensis", que significa "ladrão veloz") era um dinossauro carnívoro e bípede que caçava em bando.


Os investigadores salientam que "o tamanho deste dinossauro foi muito exagerado no filme 'Jurassic Park'" e que o espécime deste estudo, considerado normal, tinha cerca de 91 centímetros de altura, aproximadamente 1,5 metros de comprimento e pesava 13,5 quilos.


Dado que tinha asas anteriores relativamente pequenas quando comparadas com as de um pássaro actual, os autores sugerem que talvez um seu antepassado tenha perdido a capacidade de voar, mas tenha mantido as penas para proteger os ovos no ninho, controlar a temperatura ou ajudar em manobras como mudar de direcção enquanto corria.


"Quanto mais aprendemos acerca destes animais mais descobrimos que basicamente não há diferença entre os pássaros e os seus relativamente próximos antepassados dinossauros, como o velociraptor", disse Mark Norell, responsável pela secção de paleontologia do American Museum of Natural History e co-autor do estudo.


"Ambos tinham fúrculas ('ossos da sorte'), chocavam os ovos, tinham ossos ocos e eram cobertos de penas", realçou, considerando que "se animais como o velociraptor estivessem vivos hoje, a nossa primeira impressão seria a de que eram uns pássaros com ar muito estranho". O primeiro espécime de velociraptor foi descoberto precisamente pelo Museu Norte-americano de História Natural durante uma expedição à Mongólia, em 1925.


In: (20 Set 2007). Lusa:  http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/RDSXJ8pQ54RUOaAKSzkqIA.html

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por noticiasdearqueologia às 00:02

Domingo, 23.09.07

Limpeza subaquática leva a descoberta arqueológica

O Clube Subaquático de Portimão e o centro de mergulho Divers Cove, recolheram 200kg de resíduos e dois potenciais achados arqueológicos na limpeza subaquática e em terra das praias dos Caneiros e do Pintadinho.


Os dois potenciais achados arqueológicos foram, entretanto, alvo de declaração de achado junto do Centro Nacional de Arqueologia Náutica e Subaquática (CNANS). Um desses achados tem as características de um cepo romano.


In: (17 Set 2007): http://observatoriodoalgarve.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=16318


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por noticiasdearqueologia às 00:01


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