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NOTÍCIAS DE ARQUEOLOGIA

O Património é um bem comum... Preservá-lo só depende de cada um de nós...



Domingo, 19.08.07

HOMO SAPIENS chegou mais cedo ao Mediterrâneo



O Homo Sapiens chegou à margem sul do Mediterrâneo cerca de 35.000 anos mais cedo do que a comunidade científica pensava, segundo um estudo publicado nos Estados Unidos


Os investigadores pensavam até agora que o Homo sapiens, que tem a morfologia do homem moderno, tinha chegado «apenas» há mais de 125.000 anos à margem sul do Mediterrâneo.


   


A equipa de investigadores, dirigida por Tanya Smith, do Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva de Leipzig (Alemanha), chegou a esta conclusão depois de examinar o desenvolvimento dentário do fóssil, conhecido na literatura científica como «Irhoud 3», correspondente a uma criança de cerca de três anos.


Este fóssil, descoberto em Djebel Irhoud, é constituído por uma mandíbula bastante bem conservada.


Através da técnica da microtomografia de raios-X, que permite analisar em detalhe qualquer tipo de estrutura, os investigadores descobriram que a evolução dentária da criança tinha as mesmas características que uma criança moderna da mesma idade.


O estudo vem publicado na edição de hoje da revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).


Os fósseis mais antigos de Homo sapiens no mundo, descobertos em 1967 na Etiópia, têm cerca de 195.000 anos.


Todavia, os primeiros Homo sapiens arcaicos são provavelmente ainda mais antigos, tendo talvez 400.000 anos, segundo os especialistas.


Os primeiros Homo sapiens terão chegado à Europa há cerca de 45.000 anos.


(13 MAR 07). Lusa, Sol: http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=25445 


 


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por noticiasdearqueologia às 22:03

Domingo, 19.08.07

MONUMENTO MEGALÍTICO DESTRUÍDO em Tondela

Um vestígio sepulcral, pertencente ao conjunto de três monumentos megalíticos da necrópole de Tojal Mau, em Tondela, foi destruído, após movimentações das terras que sustinham o monumento. A Mamoa de Tojal Mau, assim se designa o vestígio histórico, era referente ao período cronológico entre 4500 A.C. e 2500 A.C.
O incidente foi denunciado por um professor de história, Jorge Humberto, a leccionar na cidade de Tondela, que, durante as suas visitas aos achados arqueológicos do concelho, se deparou com as terras removidas. As perturbações no solo ocorreram, em data incerta, quando o dono dos terrenos decidiu estabelecer um prado para ovinos. Jorge Humberto reconhece que o proprietário “terá destruído o monumento por desconhecimento ou ignorância” do significado do vestígio. O professor de História só lamenta a “inexistência de um inventário do concelho” que permita identificar e proteger o património.
A Mamoa do Tojal Mau é o quarto monumento do género a ser destruído desde o ano de 1990.
As mamoas são montículos megalíticos, em terra e pedra, implantados no topo de um pequeno relevo natural. O monumento do Tojal Mau apresentava, segundo um relatório do Centro de Estudos Pré-Históricos da Beira Alta, “contorno circular, com cerca de 15 metros de diâmetro e um metro de altura, mediana depressão central e três esteios em granito, provavelmente pertencentes a um dólmem simples”. Da mamoa, só restam os três esteios, que se encontram parcialmente soterrados.
“É uma perca em termos científicos, educacionais e turísticos”, refere Jorge Humberto, alertando para o facto de que “não foram feitas escavações arqueológicas” no local, para apurar o que o monumento poderia conter.
Segundo uma das responsáveis pela delegação do Instituto Português de Arqueologia, Gertrudes Branco, a salvaguarda do património arqueológico passa pela “actualização do inventário nacional”, pela criação de inventários concelhios e por acções de sensibilização dos proprietários dos terrenos. Gertrudes Branco adianta que os donos das terras que destruam monumentos arqueológicos, que são de interesse nacional, podem vir a ser sancionados.


(17 Ago 2007). Jornal do Centro: http://www.jornaldocentro.pt/index.php?lop=conteudo&op=d9fc5b73a8d78fad3d6dffe419384e70&id=235a4b01cca43ead1a2435ec19c04bab

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por noticiasdearqueologia às 21:40

Domingo, 19.08.07

MÚMIA DE RAINHA egípcia identificada por um dente

Cientistas realizaram testes de ADN e vários exames à múmia, acabaram por encontrar aquilo que procuravam num dente que provou que a múmia era uma das figuras-chave do antigo Egipto.

A rainha Hatshepsut descansava há três anos, sem que conhecessem a sua identidade, na terceira cave do Museu egípcio do Cairo.

A monarca egípcia foi uma das múmias encontradas em 1903 por Howard Carter, o mesmo arqueólogo que achou o túmulo de Tutankamon.


O sepulcro de 40 metros quadrados tinha duas múmias e desde então sempre se pensou que uma delas podia ser a rainha, mas só agora foram encontradas as provas para uma identificação conclusiva.


«Durante um ano, uma equipa de cientistas, dirigida pelo Doutor Zahi Hawass, secretário geral do Conselho Supremo de Antiguidades, trabalhou arduamente para identificar a múmia» afirmou o ministro da cultura egípcio na conferência de imprensa.


A identificação, feita pelos arqueólogos, foi conseguida através de um molar encontrado numa urna funerária com o nome da rainha gravado. O dente encaixava na perfeição com a dentadura da múmia, a que faltava precisamente esse molar, segundo Hawass.


Os cientistas classificam esta descoberta como «a mais importante de egiptologia desde 1922 quando o inglês, Howard Carter encontrou o famoso túmulo de Tutankamon».


(27 Jul 2007). Sol. http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=42032


Artigo relacionado: http://sergivs.blogs.sapo.pt/10215.html

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por noticiasdearqueologia às 21:38


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