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NOTÍCIAS DE ARQUEOLOGIA

O Património é um bem comum... Preservá-lo só depende de cada um de nós...



Quarta-feira, 27.06.07

Arqueólogos julgam ter descoberto túmulos de Cleópatra e António

A uns 50 quilómetros de Alexandria, existe um templo em cujo interior poderão situar-se os túmulos de Cleópatra, a mais famosa rainha do antigo Egipto, e do general romano Marco António, seu amante. Essa é, pelo menos, a intuição duma equipa de arqueólogos liderada por Zahi Hawass. O também director do Conselho Superior de Antiguidades do Egipto estará mesmo convicto de tal hipótese, segundo a correspondente do jornal espanhol ABC no Cairo.
A jornalista, que entrevistou Zahi Hawass - responsável pessoal por diversas escavações em curso no Egipto - e o descreve como uma espécie de homem dos sete instrumentos, atribui-lhe a afirmação de que "a abertura dos túmulos de Cleópatra e Marco António vai ser uma das maiores descobertas dos últimos tempos".




De resto, para o director do egípcio Centro Superior de Antiguidades - que também diz ter encontrado a múmia perdida da rainha Hatshepsut e promete divulgar, em Outubro, o segredo da construção da grande pirâmide de Keops -, este ano de 2007 será percorrido por uma febre de egiptologia idêntica à de 1922, ano em que foi descoberto o túmulo do faraó Tutankamon.
Quanto a Cleópatra e Marco António, até agora, segundo a correspondente do diário espanhol, a equipa arqueológica encontrou, no templo referenciado, duas portas, a uns dez metros de profundidade, e um busto de Cleópatra, que viria a desencadear o optimismo da equipa de pesquisadores.
No entanto, a exuberância e assertividade de Zahi Hawass suscitarão reacções desencontradas, não sendo raros os cientistas que, senão cépticos, pelo menos recomendam cautela relativamente à "descoberta" propalada.



In Diário de Notícias, 2007-05-16.      


http://dn.sapo.pt/2007/05/16/artes/arqueologos_julgam_descoberto_tumulo.html


 

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por noticiasdearqueologia às 19:42

Quarta-feira, 27.06.07

A múmia da rainha Hatshepsut


Com 3500 anos, a identidade da rainha Hatshepsut da 18ª Dinastia egípcia foi revelada no Cairo depois de intensivos e avançados estudos feitos aos restos mortais. A múmia tinha inicialmente sido descoberta em 1903 pelo arqueólogo britânico Howard Carter.



                                                                                                         Foto@EPA/Mike Nelson

 

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por noticiasdearqueologia às 19:33

Quarta-feira, 27.06.07

Notícia: TRIBUNAL DO FUNCHAL DÁ RAZÃO A ARQUEÓLOGOS...


 Na sequência de uma providência cautelar apresentada no Tribunal Administrativo e Fiscal do Funchal pelo CEAM – Centro de Estudos de Arqueologia Moderna e Contemporânea e pela ARCHAIS (adiante designadas por “associações”), contra a atitude inqualificável da DRAC de mandar suspender os trabalhos arqueológicos no Solar do Massapez, Campanário, as associações emitiram o seguinte comunicado:


1 – O Tribunal veio dar razão às associações em causa, percebendo-se a lógica de que uma instituição pública (DRAC) que deve pautar-se pela valorização e salvaguarda do património cultural, com a sua atitude comprometeu o registo para memória futura desse mesmo património.


2 - O Tribunal decidiu suspender a eficácia do acto administrativo de suspensão dos trabalhos arqueológicos, alegando para o efeito: “a aparência muito forte de ilegalidade”; a “evidente violação do disposto do CPA”, considerando que neste processo “há fundado receio da constituição de uma situação de facto consumado, pois é lógico que, feita a obra, já não será possível fazer mais ali a arqueologia pretendida e autorizada”.


3- Os pressupostos apresentados pelo DRAC foram considerados obscuros e falsos, uma vez que ficou provado que as associações agiram em conformidade com a legislação e com o compromisso de ética e competência técnica e científica.


4 – As associações regozijam-se pela decisão do tribunal, sendo este um momento importante para a justiça cultural associativa e para a História da Arqueologia em Portugal. O bom-nome e a competência das associações são repostos, prevalecendo o reconhecimento do trabalho em prol da comunidade regional.


5 – As associações demonstram que ultimamente a acção da DRAC no capítulo da arqueologia tem se pautado pela falta de diálogo e de concertação. As entidades públicas auferem de competências e de poderes que as associações privadas não dispõem. Todavia, neste capítulo da arqueologia e do património cultural, as entidades públicas – como a DRAC – têm deveres legislativos e de cidadania que não têm vindo a ser cumpridos, pelo que a acçãofutura das associações passará por essa exigência do cumprimento dos normativos legais, nomeadamente a existência de legislação de enquadramento e recursos financeiros.


Élvio Sousa - CEAM – Centro de Estudos de Arqueologia Moderna e Contemporânea


Paulo Cafôfo – ARCHAIS – Associação de Arqueologia e Defesa do Património da Madeira


In Archport, 2007-06-27


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por noticiasdearqueologia às 13:59


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