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NOTÍCIAS DE ARQUEOLOGIA

O Património é um bem comum... Preservá-lo só depende de cada um de nós...


Quarta-feira, 15.01.14

Arqueólogos descobrem tumba de faraó que reinou no Egito há 3.800 anos

Sarcófago do soberano Sobekhotep Ier,  faraó da 13ª dinastia do Antigo Egito, pesa mais de 600 toneladas Foto: AFP 

Sarcófago do soberano Sobekhotep Ier, faraó da 13ª dinastia do Antigo Egito, pesa mais de 600 toneladas Foto: AFP

 

Uma equipe de arqueólogos americanos identificou uma tumba de 3.800 anos como sendo a de Sobekhotep Ier, um faraó da 13ª dinastia do Antigo Egito, indicou nesta segunda-feira o ministério egípcio das Antiguidades. 

Esta descoberta, realizada na localidade de Sohag (sul), é importante, já que os especialistas pouco sabiam sobre este faraó que "governou o Egito durante quatro anos e meio, o reinado mais longo da época", declarou uma autoridade do ministério, Ayman El-Damarani.

A equipe americana da Universidade da Pensilvânia descobriu há um ano o imponente sarcófago do soberano, que pesa mais de 600 toneladas.

Contudo, os arqueólogos só o identificaram há uma semana, após a descoberta de uma inscrição com o seu nome e o representando sentado no trono.

Urnas funerárias e objetos pertencentes ao faraó também foram encontrados no local.

Fonte: 06.01.2014. Terra.com: http://noticias.terra.com.br/ciencia/arqueologos-descobrem-tumba-de-farao-que-reinou-no-egito-ha-3800-anos,1af5681c2c253410VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html

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por noticiasdearqueologia às 13:31

Quinta-feira, 13.06.13

Cidade egípcia é encontrada embaixo d'água; estava desaparecida há 1200 anos depois

Há 1200 anos atrás, a antiga cidade egípcia de Heracleion desapareceu sob o Mediterrâneo. Fundada por volta do século 8 aC, acredita-se que Heracleion serviu como porta de entrada obrigatória para o Egito, para todos os navios que vinham do mundo grego.

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Antes de sua descoberta em 2000, pelo arqueólogo Franck Goddio, nenhum traço de Thonis-Heracleion tinha sido encontrada (a cidade era conhecida pelos gregos como Thonis). Seu nome foi quase destruído pelos poucos registros, apenas preservada em textos clássicos antigos e inscrições raras encontradas em terra por arqueólogos.

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Franck Goddio e sua equipe localizaram, mapearam e escavaram partes da cidade de Thonis-Heracleion. Ela está localizada dentro de uma área de pesquisa em Aboukir Bay, uma baía localizada no norte do Egito.

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Até agora foram encontrados:

- Os restos de mais de 64 navios enterrados na argila grossa e areia que cobre o fundo do mar - As moedas de ouro e pesos feitos de bronze e pedra - Estátuas gigantes e mais centenas de estátuas menores de deuses menos importantes - Lajes de pedra inscritas em egípcio e grego antigos - Dezenas de pequenos sarcófagos de pedra calcária - Mais de 700 antigas âncoras para navios

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Fonte: (13.06.2013). Paraiba.com: http://www.paraiba.com.br/2013/06/13/98108-cidade-egipcia-e-encontrada-embaixo-dagua-estava-desaparecida-ha-1200-anos-depois

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por noticiasdearqueologia às 22:05

Quinta-feira, 09.05.13

Arqueólogos encontram porto com papiros mais antigos do Egito

Estrutura é da época do faraó Keops, que reinou há 4,5 mil anos.
Descoberta foi a 180 km de Suez, no leste do país.

Uma equipe de arqueólogos descobriu no Egito um porto histórico no litoral do Mar Vermelho com os papiros mais antigos já encontrados até hoje, informou nesta quinta-feira (11) em comunicado o Ministério de Estado para as Antiguidades.

O porto, que remonta à época do faraó Keops, o segundo rei da quarta dinastia que reinou há mais de 4,5 mil anos, fica na zona de Wadi al-Gurf, a 180 quilômetros ao sul da cidade de Suez, no leste do Egito.

Nele, estão 40 papiros com hieróglifos, que documentam a vida cotidiana dos egípcios, alguns datados do ano 27 do reinado de Keops.

Na nota, o ministro de Estado egípcio para as Antiguidades, Mohammed Ibrahim, explicou que esses textos incluem registros mensais com o número de trabalhadores no porto e oferecem detalhes sobre suas vidas.

O arqueólogo francês Pierre Tallet, diretor da equipe francesa que colaborou com arqueólogos egípcios nas escavações, acrescentou que nos papiros se reflete o estilo de vida dos cidadãos na antiguidade, seus direitos e obrigações.

Os documentos foram levados ao Museu de Suez para que sejam estudados.

O porto, aonde chegavam embarcações com bronze e metais procedentes da Península do Sinai, tem um píer, onde foram descobertas várias âncoras de pedra.

Além disso, há restos de quartos nas quais se alojavam os trabalhadores do porto e 30 cavernas escavadas na rocha, junto a blocos de pedra empregados para fechá-las com o nome de Keops escrito em tinta vermelha.

Também foram encontradas cordas de embarcações e ferramentas usadas para cortá-las.

Fonte: (11.04.2013). Globo.com: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/04/arqueologos-encontram-porto-com-papiros-mais-antigos-do-egito.html

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por noticiasdearqueologia às 22:08

Terça-feira, 05.02.13

Encontrado colar egípcio com mais de 2.000 anos

Encontrado colar egípcio com mais de 2.000 anos


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


Uma das contas do colar encontrado fotografada em pormenor Colar é indicador de "estatuto social especial" Fotos © Andrey Borodovsky/Siberian Times.




Dois arqueólogos russos descobriram, durante escavações na região da Sibéria, um colar que terá entre 2.300 a 2.400 anos. A peça de joalharia egípcia, feita com 17 contas de vidro coloridas e brilhantes, foi encontrada em redor do pescoço do esqueleto de uma mulher de 25 anos enterrada numa zona remota das montanhas Altai.

O achado é da responsabilidade de Yelena Borodovsky, mulher do arqueólogo Andrey Borodovsky, coordenador das escavações e, além de estar completamente intacto, o colar é considerado único entre todas as jóias que já foram descobertas na antiga União Soviética.

"A importância do que encontrámos é muito mais do que local", afirmou Andrey Borodovsky, do Instituto de Arqueologia e Etnografia do ramo da Sibéria da Academia de Ciências da Rússia, em declarações ao Siberian Times, acrescentando que a descoberta poderá dar aos especialistas luzes acerca da civilização dos citas, tribos nómadas que viviam no norte do Mar Negro famosas pelas suas jóias.

O colar foi encontrado junto do esqueleto de uma mulher nas montanhas Altai.


Esta peça de joalharia foi desenterrada em 2004 mas nunca foi, até hoje, exibida publicamente (embora tal deva acontecer dentro de alguns anos), porque Borodovsky e a sua equipa desejam obter a maior quantidade de informações possível acerca da sua história antes de a dar a conhecer.

"É provável que venhamos a pedir ajuda a alguns especialistas estrangeiros para nos apoiarem na compreensão da composição química do vidro, da origem do colar e da data exata em que foi elaborado", admitiu o arqueólogo.

O colar, que já foi batizado "Colar de Cleópatra" devido às suas caraterísticas exóticas, apesar de lhe ser anterior, tem "uma variedade de cores impressionantes e belas 'sombras' de amarelo escuro e claro e também de azul", explicou Borodovsky. "Trabalho com antiguidades de Altai há mais de 30 anos e esta peça é provavelmente a mais bela que já viu", confessou ainda.

Além desta peça, os arqueólogos encontraram também no túmulo da mulher um espelho e uma faca, artefactos mais comuns na zona da Sibéria e que, sabem os cientistas, pertencem à época dos citas.

A equipa vai continuar a aguardar a confirmação de que se trata de um tesouro do antigo Egito "que foi, certamente, feito por um artesão do Médio Oriente, o único local do planeta onde existia aquele tipo de técnica na época", mas tem já a certeza de que se trata de um objeto muito valioso.

"Este colar está, provavelmente, entre as coisas que qualquer museu do mundo gostaria de ter na sua coleção. Tentando ilustrar o que valia na altura, diria que era, provavelmente, algo como várias dezenas de cavalos", frisou Borodovsky.

Segundo o especialista, a mulher a quem pertencia a peça terá tido "um estatuto social especial". "Ainda hoje um colar como este capta imediatamente a atenção. Naquela altura seria, sem dúvida, um indicador de que a pessoa que o usava desempenhava um papel especial para a comunidade", possivelmente o de líder religiosa pagã, concluiu.


Fonte: (05-02-2013). Boas Notícias.Clix: http://boasnoticias.clix.pt/noticias_Encontrado-colar-eg%C3%ADpcio-com-mais-de-2.000-anos_14479.html

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por noticiasdearqueologia às 19:31

Segunda-feira, 30.07.12

Arqueólogos encontram barca funerária da 1ª dinastia de faraós do Egito

Objeto era enterrado ao lado dos mortos para que eles pudessem usar na outra vida


Esqueleto de um barco de madeira recém-descoberto no complexo arqueológico Abu Rawash, a oeste do Cairo

                         Resquícios de um barco funerário feito de madeira, recém-descoberto no complexo arqueológico Abu Rawash, a oeste do Cairo (AFP).




Uma equipe de arqueólogos encontrou no Egito uma barca funerária de madeira que pode ter ido usada durante a era do Faraó Den (também chamado de Udimu), na primeira dinastia, em torno do ano 3.000 a.C.


O ministro egípcio de Antiguidades, Mohammed Ibrahim, disse em comunicado que a barca está em bom estado e foi encontrada no sítio arqueológico de Abu Rawash, na província de Guiza, a oeste de Cairo.


Uma equipe de pesquisadores do Instituto Francês de Arqueologia Oriental escavava o local quando encontrou vestígios da barca. São 11 tábuas de madeira, cada uma com seis metros de comprimento e 1,5 m de largura. As peças eram colocadas ao lado dos túmulos para que os mortos pudessem utilizá-la em outra vida, disse Hussein Abdel Basir, do Museu Nacional da Civilização Egípcia.


As peças arqueológicas foram levadas para a restauração e, depois, serão expostas no Museu Nacional da Civilização Egípcia, na sala dedicada ao Rio Nilo.


Em fevereiro, arqueólogos iniciaram os trabalhos para extrair centenas de peças de madeira da segunda barca solar do mais poderoso dos faraós egípcios, Keops (2609-2584 a.C.), pertencente à IV dinastia faraônica.


Fonte: (26 Jul 2012). EFE/Veja: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/arqueologos-encontram-barca-funeraria-da-1a-dinastia-faraonica-no-egito

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por noticiasdearqueologia às 12:48

Sexta-feira, 25.11.11

Cancro na próstata diagnosticado

A múmia egípcia com 2300 anos, pertencente ao Museu Nacional de Arqueologia (MNA), é um caso único mundial. Após exames de tomografia que permitiram reconstituir, a três dimensões, todo o corpo mumificado, foi diagnosticado a esta múmia um cancro na próstata com extensões ósseas.


“É um caso único, sendo provavelmente o segundo mais antigo conhecido”. O mais antigo foi detectado “nuns ossos muito degradados encontrados na Sibéria, com 2700 anos”. Embora não havendo radiografia, nem imagens, “presume-se que a causa da morte tenha sido cancro na próstata”, disse à Lusa o médico radiologista Carlos Prates, coordenador da equipa clínica.



Este novo caso é o “primeiro de cancro na próstata achado numa múmia egípcia enfaixada, e na qual não foram usados métodos destrutivos”, salientou Carlos Prates. “Não há nenhum diagnóstico de cancro na próstata nem de patologia maligna numa múmia que não tenha sido aberta para análise, como era prática no século XIX, até à invenção do raio X”, disse o médico radiologista.


A múmia, do período ptolomaico (305-30 a. C.), é designada cientificamente como «M1» e integra o «Lisbon Mummy Project» que se iniciou em 2007 e terminou o ano passado. Os resultados científicos serão publicados numa revista da especialidade.


Só depois da publicação é que se revelarão os pormenores da investigação multidisciplinar que envolveu duas outras múmias e animais mumificados também pertencentes ao espólio do MNA. Uma dessas múmias é um sacerdote, chamado Pabasa. Nesta, descobriu-se uma lesão extensa com origem numa distensão, que lhe terá provocado frequentes “entorses dolorosas”, explica o investigador.


Este sacerdote era o responsável por vestir a estátua do deus da fertilidade Min, segundo se soube pelo texto escrito no sarcófago, em hieróglifos, explicou à Lusa o egiptólogo Luís Araújo que integra a equipa.


Múmia sem nome


Quanto à «M1» não há conhecimento do que faria, “pois acompanham-na apenas oferendas de protecção para a vida além-túmulo e não há qualquer referência a nome ou função”, que seria necessariamente importante para ter sido enfaixada, já que os corpos dos cidadãos mais comuns eram lançados em buracos no deserto.


  


Foto:http://sicnoticias.sapo.pt/cultura/2011/11/10/mumia-de-museu-de-lisboa-unica-no-mundo-com-diagnostico-de-cancro


Múmias foram estudadas no âmbito de uma parceria entre a empresa Imagens Médicas Integradas e o MNA


Esta múmia “está identificada em 1782 na colecção que pertenceu a D. Pedro de Noronha, terceiro marquês de Angeja” e esteve exposta no seu palácio, em Lisboa, onde hoje está instalada a Biblioteca Municipal de Belém. “O marquês decidiu construir um museu para esta múmia. Terá sido dos primeiros na Europa a projectar um espaço onde a sua múmia estaria num ponto especial”, conta Carlos Prates.

 


Esse museu, para qual houve dois projectos, começou a ser construído no Lumiar, tendo ficado apenas construída a parte inferior, pois os filhos não partilhavam da sua paixão pelo coleccionismo e não o terminaram.


“Hoje, essa parte construída é um restaurante. Se o marquês tivesse levado avante o projecto teria sido dos primeiros museus na Europa”. Mas face ao desinteresse dos herdeiros, “a múmia acabou por ir para o museu de arqueologia”.


A terceira múmia “terá origem nas colecções régias ou de qualquer família nobre”. Tem 2700 anos e chama-se Irtieru, o que significa “que os dois olhos se voltem contra eles”, numa referência aos olhos de Hórus e aos inimigos do defunto.


As múmias foram estudadas no âmbito de uma parceria entre a empresa Imagens Médicas Integradas (IMI) e o MNA, “sem ter custado um cêntimo ao Estado pois contou-se ainda com o mecenato da Siemens para o transporte das múmias e a colaboração da Fundação Gulbenkian, que patrocina a vinda a Portugal da arqueóloga egípcia Salima Sikran que acompanha o estudo”.


“Somos todos voluntários, o pessoal médico e técnico, e este pode ser o exemplo de outras parcerias que permitam ficar a conhecer melhor e valorizar o património português”, salientou Prates. A equipa é coordenada pelo director do MNA, Luís Raposo, e integra Luís de Araújo, da Universidade de Lisboa, os médicos radiologistas Sandra Sousa e Carlos Oliveira e ainda o arqueólogo Álvaro Figueiredo, do University College de Londres.


“Quando nós propusemos ao MNA o estudo das múmias por este método, em 2006, encontrei por acaso com um documento do arqueólogo Álvaro Figueiredo que sugeria o estudo através destes métodos e que ele próprio tinha já baptizado como «Lisbon Mummy Project». Houve assim uma confluência de vontades”, sublinhou Prates.

Fonte (10 Nov 2011). Ciência Hoje:http://www.cienciahoje.pt/

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por noticiasdearqueologia às 13:52

Sexta-feira, 26.08.11

Museu Metropolitan devolve 19 peças arqueológicas ao Egipto

Uma das peças recuperadas, uma miniatura em bronze de um cão 


Uma das peças recuperadas, uma miniatura em bronze de um cão (DR)







O Museu Metropolitan, em Nova Iorque, vai devolver ao Egipto 19 peças arqueológicas pertencentes ao túmulo do faraó Tutankhamon, anunciou este fim-de-semana o Conselho Supremo de Antiguidades Egípcias.


Entre as peças que vão ser devolvidas, e que estão há mais de 50 anos no museu nova-iorquino, está uma miniatura de um cão em bronze, com cerca de dois centímetros de altura e uma pulseira com a forma de uma esfinge.
O anúncio feito pelo secretário-geral do Conselho Supremo de Antiguidades Egípcias, Mohamed Abdel Maqsud, informou ainda que o subdirector do Departamento de Arqueologia Egípcia, Atef Abul Dahab, está nos Estados Unidos a acertar os últimos pormenores do acordo e chegará ao Egipto com os objectos na terça-feira.
O Metropolitan decidiu entregar os objectos depois de longos anos de negociações entre os responsáveis egípcios e norte-americanos. Os dois países chegaram a acordo no final do ano de 2010. Na altura, Zahi Hawass, o então ministro das Antiguidades, anunciou que os objectos juntar-se-ão à colecção permanente de King Tut no novo Grand Egyptian Museumm, ainda em construção perto das pirâmides Giza e que deverá abrir portas em 2012.
Zahi Hawass foi demitido no início de Julho depois de ter sido duramente criticado pela sua relação próxima com o ex-Presidente Hosni Mubarak, afastado do poder em Fevereiro depois de várias manifestações populares.
As 19 peças arqueológicas, de pequeno tamanho, foram encontradas no túmulo de Tutankhamon, descoberto pelo arqueólogo britânico Howard Carter em 1922 na margem oeste do rio Nilo, na localidade de Luxor, a cerca de 700 km da capital. Na época, era prática comum os arqueólogos ficarem com alguns dos seus achados. As peças passaram para uma sobrinha de Carter, que terá então deixado os objectos arqueológicos ao museu de Nova Iorque.
“Estes objectos nunca deviam ter deixado o Egipto, e por isso devem pertencer ao governo do Egipto”, escreveu em comunicado Thomas Campbell, director do Museu Metropolitan.
Por seu lado, Abdel Maqsud agradeceu o gesto do museu nova-iorquino, destacando a ajuda que a instituição tem prestado ao Egipto na recuperação de peças arqueológicas, ilegalmente tiradas do território egípcio.
Até o novo museu estar concluído, as 19 peças recuperadas vão estar em exposição junto das antiguidades pertencentes a Tutankhamon, no Museu Egípcio do Cairo.


Fonte: (01 Ago 2011). Público: http://www.publico.pt/Cultura/museu-metropolitan-devolve-19-pecas-arqueologicas-ao-egipto_1505628






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por noticiasdearqueologia às 12:54

Quarta-feira, 25.05.11

Imagens de satélite permitiram encontrar pirâmides no Egipto

A arqueologia espacial “substituiu” Indiana Jones. Imagens de satélite sobre o Egipto permitiram descobrir 17 pirâmides que estavam desaparecidas e três mil infra-estruturas escondidas debaixo do solo, num trabalho pioneiro de arqueologia espacial de um laboratório em Alabama, apoiado pela NASA.




As autoridades egípcias pretendem utilizar esta tecnologia para proteger o seu património As autoridades egípcias pretendem utilizar esta tecnologia para proteger o seu património (Foto: Asmaa Waguih/Reuters/arquivo)





"Indiana Jones é o método antigo. Ultrapassámos Indy, desculpa Harrison Ford”, disse à BBC Sarah Parcak, do laboratório de Birmingham, Alabama, especializada em arqueologia espacial.
A equipa de Parcak analisou as imagens obtidas por satélites a 700 quilómetros da Terra, equipados com câmaras de infra-vermelhos capazes de detectar objectos com menos de um metro de diâmetro na superfície terrestre. “Escavar uma pirâmide é o sonho de qualquer arqueólogo”, comentou Parcak, dizendo-se surpreendida com o que ela e a sua equipa encontraram.
“Trabalhámos intensamente durante mais de um ano. Mas o momento alto foi quando pude, finalmente, ver o conjunto de tudo o que encontrámos. Nem queria acreditar que localizámos tantos sítios em todo o Egipto”.
Depois de localizar os locais, a equipa começou as escavações. Já está confirmada a descoberta de duas pirâmides na região de Saqqara.
Segundo a BBC, as autoridades egípcias pretendem utilizar esta tecnologia para ajudar a proteger o seu património. Parcak acredita que este método pode encorajar os jovens cientistas e ajudar os arqueólogos em todo o mundo. “Permite-nos ser mais rigorosos no trabalho que fazemos. Perante um sítio enorme, muitas vezes não sabemos por onde começar”.
Fonte: (25.Mai.2011). Público: http://www.publico.pt/Cultura/imagens-de-satelite-permitiram-encontrar-piramides-no-egipto_1495833



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por noticiasdearqueologia às 13:43

Segunda-feira, 16.05.11

Nefertiti. Alemanha e Egipto continuam em guerra pela "mais bela mulher"


Um pequeno busto de calcário alimenta o conflito há 80 anos: ambos lutam pela mulher do faraó Aquenáton, Nefertiti.

Busto de Nefertiti 







O Ministério de Antiguidades do Egipto anunciou esta semana que vai fazer um pedido formal à Alemanha para que o país devolva o busto da rainha Nefertiti, encontrado pelo arqueólogo alemão Ludwig Borchardt a 6 de Dezembro de 1912 em Amarna, cidade que funcionou como capital do Antigo Egipto durante o reinado do faraó Aquenáton.
A contenda entre os dois países pela estátua, símbolo maior da arte antiga do Egipto, não é de agora. O primeiro pedido de "devolução" do busto recua a 1930. Desde então, os pedidos - e as recusas da Alemanha - têm-se multiplicado. O Egipto acusa a Alemanha de contrabandear a peça de arte para fora do país sem autorização. Os germânicos continuam a defender que não houve qualquer ilegalidade na aquisição, já que o busto foi comprado, à data das escavações, pelo governo da Prússia, havendo documentos que o comprovam. "A posição do governo alemão não mudou. Nefertiti permanecerá em Berlim", garantiu o assessor do ministro alemão da Cultura, assim que o ministério egípcio fez o anúncio do novo pedido.
O busto de Nefertiti não é a única peça da sua herança cultural que o Egipto tenta, há anos, reaver, mas é provavelmente a mais cobiçada. Apesar de feito em calcário, o busto vale por aquilo que representa: a posição especial que detinha a Grande Esposa Real do faraó Aquenaton (XVIII dinastia egípcia) na história do Antigo Egipto.
Além das teorias em redor do seu desaparecimento (alguns historiadores defendem que Nefertiti terá chegado a governar, ela própria, como soberana, até ter sido morta e substituída pelo mais famoso dos faraós, Tutancamon), é considerada um símbolo da beleza feminina. O seu nome significaria "A mais bela mulher chegou" e, por as suas feições serem pouco comuns no Egipto, levantam-se questões sobre as suas origens, das quais se sabe muito pouco.
Já do seu busto as coisas parecem claras desde 1912 - pelo menos para a Alemanha. Desde que foi trazida para o país por Borchardt, que a encontrou no ateliê do escultor Tutmoses, a peça já passou por vários locais, entre eles uma mina de sal em Merkers-Kieselbach, onde o Exército dos EUA encontrou ouro e peças de arte roubadas pelos nazis. Os sucessivos governos alemães sempre disseram que o busto de Nefertiti não foi roubado pelos nazis.
A obra está actualmente exposta no Neues Museum, em Berlim, onde já antes da Segunda Guerra Mundial estava em exibição, daí que a peça se tenha tornado também um símbolo cultural da capital alemã.
Em Janeiro deste ano - um dia antes de começarem os protestos que culminaram na demissão do presidente Hosni Mubarak -, Zahi Hawass, então ministro das Antiguidades (depois demitido e a seguir restituído no seu posto), havia pedido ao governo de Angela Merkel que devolvesse a Nefertiti ao Egipto, logo recusado pelas autoridades alemãs por não ter sido feito através dos canais próprios. Agora foram cumpridas as formalidades.

Fonte: Joana Azevedo Viana (07 Maio 2011). I on line: http://www.ionline.pt/conteudo/121623-nefertiti-alemanha-e-egipto-continuam-em-guerra-pela-mais-bela-mulher

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por noticiasdearqueologia às 13:07

Sexta-feira, 06.05.11

Descoberta gigantesca estátua de faraó no Egito

Amenhotep III, avô de Tutancâmon, comandou um império que ia do Sudão à Síria; seu templo foi destruído por enchente e terremoto.


 


 


Foto: AP: Estátua fragmentada do faraó era parte de um par. Cabeça está desaparecida.

 

 


Arqueólogos desenterraram uma das maiores estátuas já encontradas até hoje de um poderoso faraó, em seu templo mortuário na cidade de Luxor, informa a autoridade de antiguidades do Egito.


A estátua de 13 metros, de Amenhotep III, era uma de um par que flanqueava a entrada norte do grande templo funerário na margem oeste do Nilo, e que atualmente é o foco de uma grande escavação.


A estátua consiste de sete grandes blocos de pedra. Falta-lhe a cabeça. De acordo com nota divulgada por autoridades egípcias, ela teria sido descoberta originalmente em 1928, e então voltado a ser enterrada.


O supervisor da escavação, Abdel-Ghaffar Wagdi, disse que duas outras estátuas foram econtradas, uma do deus Thoth com cabeça de babuíno e uma da deusa de cabeça de leão, Sekhmet.


Os arqueólogos que têm trabalhado no templo nos últimos anos emitiram uma enxurrada de anúncios de descobertas. O templo, de 3.400 anos, é um dos maiores na margem oeste do Nilo em Luxor, onde os faraós do período da história egípcia conhecido como Novo Império construíam suas tumbas.


Amenhotep III, avô do faraó-menino Tutancâmon, reuniu no século XIV aC, no apogeu do Novo Império, e comandou territórios indo da Núbia, ao sul, até a Síria, ao norte.


O templo do faraó foi destruído, provavelmente por enchentes, e pouco resta de suas paredes. Ele também foi devastado por um terremoto no ano 27 aC.


Fonte: (26 Abr 2011). Último Segundo: http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/descoberta+gigantesca+estatua+de+farao+no+egito/n1300100531278.html

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por noticiasdearqueologia às 13:43


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