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NOTÍCIAS DE ARQUEOLOGIA

O Património é um bem comum... Preservá-lo só depende de cada um de nós...



Domingo, 03.04.16

Osso de urso revela humanos na Irlanda 2500 anos antes do que se julgava

Análises a um osso de urso descoberto numa cave irlandesa forneceu elementos que provam a existência humana na Irlanda 2.500 anos mais cedo do que se pensava, anunciaram hoje académicos.

Durante décadas, as primeiras evidências da vida humana na Irlanda datava de 8.000 antes de Cristo.

Mas a datação por radiocarbono do osso do joelho de um urso veio revelar que este foi massacrado por um humano cerca de 10.500 antes de Cristo.

"Esta descoberta acrescenta um novo capítulo à história humana da Irlanda", disse Marion Dowd, um arqueólogo do Instituto de Tecnologia de Sligo que fez a descoberta, juntamente com Ruth Carden, em associação com o Museu Nacional da Irlanda.

O osso do joelho, que está marcado com cortes de uma ferramenta afiada, foi um dos milhares de ossos descobertos em 1903 numa cave em County Clare, na costa oeste na Irlanda.

Este achado esteve guardado no Museu Nacional da Irlanda desde 1920, até Marion Dowd e County Clare o reexaminar e solicitar fundos para a aplicação do radiocarbono, uma técnica desenvolvida nos anos 40 pela Queen's University Belfast.

A equipa enviou uma segunda amostra para a Universidade de Oxford para o resultado ser novamente verificado e ambos os testes indicaram que o urso foi cortado por um humano há 12.500 anos.

Fonte: 2016-03-20: http://www.dn.pt/sociedade/interior/osso-de-urso-revela-humanos-na-irlanda-2500-anos-antes-do-que-se-julgava-5087349.html

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por noticiasdearqueologia às 17:07

Domingo, 03.04.16

Museu de Arqueologia de Serpa, fechado há 10 anos, reabre após obras de 1 milhão de euros

O Museu Municipal de Arqueologia de Serpa, no Alentejo, fechado há 10 anos, reabre na quinta-feira, após obras de requalificação do edifício e renovação da coleção, num investimento de um milhão de euros, foi hoje anunciado. 

O museu, que é um equipamento "muito importante" para a salvaguarda do património arqueológico e a história do concelho e está fechado desde setembro de 2006, vai reabrir "renovado e com um ar mais contemporâneo", disse hoje à agência Lusa o presidente da Câmara de Serpa, Tomé Pires.
Segundo o autarca, as obras permitiram requalificar o edifício onde o museu está instalado, a antiga casa do governador, situada no interior da alcáçova do castelo de Serpa, através de uma nova museografia, que inclui uma nova zona de visionamento de conteúdos multimédia, da autoria do cineasta João Botelho.
As obras também permitiram "renovar a coleção do museu, integrando alguns dos achados arqueológicos encontrados nos últimos tempos no concelho", a "maior parte" durante obras de infraestruturas do projeto Alqueva.
A intervenção permitiu ainda "melhorar" as informações sobre os achados expostos para que "a coleção do museu, sem deixar de ter a informação técnica e científica que deve ter, possa ser interpretada pelo público de forma mais apelativa e convidativa", explicou.
O museu, agora "renovado" e que vai ser inaugurado e reabrir na quinta-feira, às 16:00, voltará a ser, "sem dúvida, mais um ponto de atração de turistas e, certamente, irá contribuir para aumentar o número de visitantes" em Serpa, no distrito de Beja, frisou Tomé Pires.

Segundo o autarca, a conclusão das obras e a reabertura do museu "são o culminar de mais uma etapa da estratégia do município de salvaguarda do património de Serpa, para "permitir mostrar a evolução histórica e ajudar no desenvolvimento socioeconómico sustentável do concelho".
As obras foram promovidas pela Câmara de Serpa em parceria com a Direção Geral do Património Cultural, a Direção Regional de Cultura do Alentejo, o Museu Nacional de Arqueologia e o Instituto Português de Museus.
Segundo a autarquia, o museu foi instalado na antiga casa do governador na alcáçova do castelo da cidade, em 1984, na sequência da atividade desenvolvida pelo núcleo de arqueologia do Centro de Cultura Popular de Serpa.

Fonte: 2016.03.22: http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=159139

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por noticiasdearqueologia às 17:04

Domingo, 03.04.16

Descobertas 40 sepulturas da dinastia de faraós de Tutankamon

Uma missão de arqueólogos suecos descobriram um conjunto de 40 sepulturas com ossadas que datam da XVIII dinastia faraónica (1295-1186 a.C.), na cidade monumental de Asuán, no sul do Egito.

O diretor do departamento de Egiptologia do Ministério das Antiguidades, Mohamed Afifi, destacou esta quarta-feira, em declarações à agência espanhola Efe, a importância da descoberta dos ossos de homens, mulheres e crianças de diversas idades, nas montanhas Al Silsila.

"Sem ter em conta a quem pertencem, esta descoberta revela a presença de atividade humana nesta zona", sublinhou Afifi, que indicou que rapidamente será determinada a identidade dos enterrados.

As sepulturas, situadas na margem oriental do rio Nilo, estão esculpidas em rocha, têm passadiços escavados no solo e constam-se de uma ou duas salas quadradas sem inscrições nos muros.

Alguns destes passadiços começam com escadas que conduzem a uma câmara e a uma entrada principal, revelou Afifi, que acrescentou que é provável que as tumbas tenham sido reutilizadas durante a XIX dinastia.

Por outro lado, o diretor geral de Antiguidades de Asuán, Nasr Salama, valorizou em comunicado a importância de terem sido encontradas as escadas, já que nunca foram descobertas estruturas deste tipo na zona.

Os peritos da Universidade de Lund também encontraram uma pequena estrutura esculpida na rocha, constituída por duas salas em bom estado e de uma entrada decorada com um disco solar com asas.

A missão sueca, que começou os seus trabalhos na área em 2012, já realizou os primeiros trabalhos de limpeza das sepulturas e já retirou a areia.

De acordo com Nasr Salama, as escavações mostraram que o lugar está deteriorado devido à erosão e ao alto nível de água subterrânea.

À dinastia XVIII pertencem alguns dos faraós mais relevantes e conhecidos, como Tutmosis I, Hatshepsut, Akenatón e Tutankamon.

Fonte: 2016-03.30: http://www.jn.pt/mundo/interior/descobertas-40-sepulturas-da-dinastia-de-faraos-de-tutankamon-5100823.html

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por noticiasdearqueologia às 16:59

Domingo, 03.04.16

A descoberta por satélite que pode reescrever a história dos víquingues

As provas acumulam-se: os navegadores nórdicos já se tinham instalado na América do Norte séculos antes de Colombo chegar É uma pequena península remota na região canadiana da Terra Nova, e poderá ajudar a reescrever a história dos víquingues como ela tem sido contada. Tudo graças à conjunção curiosa da tecnologia de imagens de satélite e da tradição histórica das sagas nórdicas, que levaram um grupo de arqueólogos à península de Point Rosée. A investigadora Sarah Parcak especializa-se em arqueologia com a ajuda de imagens de satélite, e foi ela que descobriu, no ano passado, indícios de atividade humana nesta península longínqua no Canadá, segundo conta a revista National Geographic. Em junho de 2015, após análise dessas imagens, Parcak e uma pequena equipa de arqueólogos chegavam a Point Rosée e descobriam um forno de pedra para trabalhar ferro - a primeira indicação de que o território poderia ter sido colonizado pelos víquingues, navegadores do norte da Europa que já se sabia terem chegado ao Novo Mundo muito antes de Cristóvão Colombo, por volta do século X. Se se confirmar que Point Rosée era o local de um acampamento ou mesmo de uma povoação víquingue, não será o primeiro local arqueológico víquingue na América do Norte. O primeiro e, para já, único é em L'Anse Aux Meadows, na ponta mais a norte da Terra Nova, onde foi descoberto, em 1960, um acampamento nórdico que foi abandonado pouco depois de ter sido criado, no século X. Espada viking com 1200 anos encontrada por acaso num passeio A descoberta de L'Anse Aux Meadows confirmou as antigas sagas nórdicas que falavam de uma colonização breve e falhada da América do Norte. "Mas é apenas um lugar", disse à National Geographic o arqueólogo Douglas Bolender. Point Rosée poderá corroborar essas histórias ou, se a datação for muito diferente da do acampamento de L'Anse Aux Meadows, poderá reescrever totalmente a forma como se pensa atualmente a colonização víquingue da América do Norte. Ainda não existem provas suficientes de que Point Rosée seja um local de colonização víquingue. Outros povos que viviam na Terra Nova há centenas de anos também poderiam ter construído o forno de ferro, desde os povos nativos da região até aos pescadores bascos que também lá chegaram. Mas existem razões para serem otimistas, dadas as condições que seriam propícias para um acampamento víquingue na zona: o mar com zonas sem pedras adequadas para ancorar navios, o solo bom para a agricultura, e a presença de recursos naturais. O mais importante desses recursos para a hipótese de se tratar de um acampamento do povo nórdico é a presença de ferro em pântanos, essencial para o modo de vida víquingue, porque os víquingues não eram um povo mineiro, recolhendo o seu ferro deste tipo de acumulação.

Fonte: 01.04.2016:http://www.dn.pt/sociedade/interior/a-descoberta-por-satelite-que-pode-reescrever-a-historia-dos-viquingues-5105065.html

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por noticiasdearqueologia às 16:57


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